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Mundo da Lua: Luciano Amaral lamenta ficar fora de série – 14/03/2025 – Outro Canal
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1 ano atrásem
Gabriel Vaquer
Aracaju
Luciano Amaral está fora da continuação da série “Mundo da Lua”, que começou a ser produzida pela TV Cultura nesta semana. Hoje apresentador da ESPN, canal esportivo da Disney, ele falou pela primeira vez sobre o assunto —e não esconde a tristeza por não reviver Lucas Silva e Silva, protagonista do programa.
Em conversa com a coluna, o ator diz ter consciência do lugar privilegiado que o seriado tem na memória afetiva de muita gente e nega que a Disney tenha vetado sua participação. Pelo contrário: ele afirma que a empresa o liberou para gravar a produção sem qualquer restrição.
“Antes de tudo, quero deixar claro o quanto compreendo e respeito a importância de ‘Mundo da Lua’ para tantas pessoas. É exatamente por reconhecer esse valor que a The Walt Disney Company do Brasil, minha atual contratante, autorizou, sim, minha participação na nova versão da série, ao contrário do que algumas pessoas estão especulando por aí”, disse.
Foi “Mundo da Lua” que projetou Luciano Amaral ao estrelato como um dos atores infantis mais famosos dos anos 1990. Na quarta (12), Luciano fez uma postagem com um trecho da série nas redes sociais, deixando claro que não seguiria no programa. A publicação causou comoção nos fãs da atração.
“‘Mundo da Lua’ foi um marco na minha vida, certamente o mais importante. Foi o programa que me lançou ao mercado, deu início à minha carreira e até́ hoje me conecta com milhares de pessoas que compartilham seu carinho e memórias comigo”, relembra.
“O Lucas Silva e Silva não é apenas um personagem que interpretei; ele se tornou parte da minha vida e da história de muita gente que cresceu acompanhando as aventuras da família Silva e Silva. Sempre fui o maior interessado em reviver esse papel e essa nova versão seria a realização de um sonho de mais de 30 anos –para mim e para boa parte do público, que conviveu com as suas aventuras”, comenta.
Luciano confirmou que o motivo para não participar do novo ‘Mundo da Lua’ se deu por causa da proposta abaixo do mercado oferecida a ele pela TV Cultura. Para o seu lugar, Marcelo Serrado foi contratado. O fato gerou estranheza nos bastidores, já que Serrado é um ator requisitado e caro no mercado.
“Desde o início das tratativas, deixei claro o meu interesse em reviver o personagem, tanto que acordei com a Disney o meu afastamento para viabilizar a participação no projeto. Porém, a proposta feita ficou bem abaixo do que é praticado hoje no mercado e, durante as negociações, a produção resolveu seguir por um caminho diferente, sem a minha participação, como vem sendo divulgado”, afirmou.
Por fim, Luciano comenta que espera que a produção mantenha o respeito pelo programa. “No fim, o que importa para mim –e para todos que carregam ‘Mundo da Lua’ no coração – é que a série seja tratada com a grandeza e o carinho que ela merece”, concluiu.
Entenda o que houve
A continuação da série “Mundo da Lua” não vai contar com parte de seu elenco original. Além de Luciano Amaral, protagonista da série como Lucas Silva e Silva, Mira Haar, que fez Carolina, mãe de Lucas, também recusou um retorno. Ela foi substituída por Bárbara Bruno na sequência.
Anna D’Lira, que interpretou a empregada Rosa, mora na Suíça e sequer foi procurada. Além de Antonio Fagundes, que reviverá Rogério, o único artista do time principal da série que aceitou voltar à produção foi Mayana Blum, atriz que fez Juliana, irmã de Lucas.
Flávio de Souza, roteirista original do programa, fará os roteiros da nova fase e reviverá o personagem secundário Tio Dudu, que participa de alguns episódios. Original de 1991, a série foi exibida pela TV Cultura e reprisada pela Globo em 1993.
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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