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Música: os 10 melhores álbuns de Kitty Empire de 2024 | Música
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2 anos atrásem
Kitty Empire
1. Gillian Welch e David Rawlings: Floresta
(Acônia, Agosto)
O retorno de Gillian Welch e David Rawlings foi motivado pela quase perda do trabalho de suas vidas quando um furacão danificou Woodland, o estúdio de gravação da dupla folk. Essa destruição evitada foi refletida nessas histórias tristes e lindamente organizadas de trens de carga vazios e amigos que partiram.
2. Jpegmafia: Eu dou minha vida por você
(cedo, Agosto)
Como seguir Assustando as putasO passeio cáustico da Jpegmafia em 2023 com Danny Brown? Com essa colisão vertiginosa de ganchos, samples, guitarras de metal e desdém. Barrington DeVaughn Hendricks coleção de língua de urânio encontrou espaço para autorreflexão também.
3. Charli xcx: Pirralho
(atlântico, Junho)
A principal autora de esquerda do pop finalmente recebeu seus elogios graças a este fenômeno inevitável do álbum. Esta coleção verde ácido de 15 faixas voltadas para a pista de dança (e seus estrelado álbum de remixes) jogou fora atitude e vulnerabilidade em sucessão heróica.
4. A teia: Perceba sua beleza, reconheça sua graça
(Impulso!, abril)
As flautas ressurgiram, graças ao antigo rapper do OutKast Andre 3000 em 2023 e Shabaka Hutchings, cujo saxofone teve um impacto descomunal na última década do jazz moderno do Reino Unido. Isso muito passeio pessoal no shakuhachi (flauta japonesa) e no clarinete indicou que a serenidade vem da explosão do seu USP.
5. Pontos Flutuantes: Cascata
(Melodia Ninja, Setembro)
A última obra de Sam Shepherd foi de 2021 Promessasapresentando o LSO e as últimas gravações de Pharoah Sanders. Gravado durante o tempo de inatividade da pontuação de um balé, Cascata marcou um retorno ao tapa na música do clubeum conjunto delicado que reafirmou as proezas deste polímata na pista de dança.
6. Acordo Kim: Ninguém te ama mais
(4AD, novembro)
A baixista do Pixies, esteio dos Breeders, inspiradora de Olivia Rodrigo e agora artista solo Kim Deal levou 12 anos para fazer este álbum, que também contou com a participação de seu aliado, o falecido engenheiro Steve Albini. Poucos artistas conseguem fundir a doçura pop e a guitarra retorcida de forma tão sublime quanto Deal, cujas músicas abrangem tudo, desde o Alzheimer da mãe dela para desobediência.
7. Semente de Cassie Kinoshi: Gratidão
(Hino Internacional, Marchar)
De todos os excelentes discos de jazz do Reino Unido deste ano – ritmoNala Sinephro, Ezra Collective e Nubya Garcia – esta saída do compositor Cassie Kinoshi se afastou mais de seus colegas Guerreiros do Amanhã. Principalmente gravado ao vivo com seu conjunto de 18 peças, Sementealém de cordas da Orquestra Contemporânea de Londres, Gratidão era uma partitura orquestral arrebatadora da velha escola, enfatizando autocuidados.
8. Sofia: Sofia
(Clássico Transgressivo/Futuro, Setembro)
O terceiro álbum da produtora de hiperpop Sophie estava quase terminado quando ela caiu tragicamente para a morte em 2021. Concluído por seu irmão, Sofia captura um artista trabalhando à beira de punindo a experimentação e pop completo. O que Sofia pode carecer de coesão, mas compensa em um design de som singular e autoconfiança eclética.
9. Kendrick Lamar: GNX
(PGLang/Interscópio, novembro)
O rapper Kendrick Lamar, vencedor do prêmio Pulitzer, há muito luta contra a fama e seu lugar no panteão do hip-hop. Dele guerra de palavras com Drake neste verão pareceu resolver o assunto, fazendo GNX um flex erudito que se apoiava fortemente produções bopping e amostras retrô, mantendo todo o rigor do som denso e lirismo profundo.
10. Pá Coletivo de Dança: A dança da pá
(Sonhos Americanos, outubro)
Vários artistas prateados reinventaram o folk ultimamente; o Shovel Dance Collective experimental britânico de nove pessoas é outra revelação. Tradicionais como A alegre árvore dourada revisitou a história de um grumete traído com emoções tensas e drones mínimos enquanto Tecelão de quatro teares era um retrato da pobreza opressiva reproduzido em uma cappella de tirar o fôlego.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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