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Na Ásia, centenas de milhões se reúnem para marcar o Ano Novo Lunar | Ano Novo Lunar
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Agence France-Presse
Centenas de milhões de pessoas na Ásia celebrarão o Ano Novo Lunar com suas famílias na quarta -feira, quando se despedirão do ano do dragão e inaugurarão o ano da cobra.
Na China, as pessoas desfrutam de oito dias de férias públicas consecutivas para o festival de primavera de 2025, uma oportunidade de compartilhar refeições, assistir a apresentações tradicionais e acionar fogos de artifício e fogos de artifício.
As estações de trem e os aeroportos de todo o país ficam cheios por semanas, quando milhões voltaram para casa para passar as férias com seus entes queridos em uma migração anual que deve ser um recorde.
E ruas altas, shopping centers, escritórios e casas são enfeitados em faixas vermelhas festivas – que se acredita afastar o mal – em muitas partes do leste e do sudeste da Ásia, incluindo Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura, Vietnã, Indonésia e Tailândia.
“Quando chega um ano novo, acho que a maioria das pessoas espera ficar rica, para que o trabalho corra sem problemas e para a felicidade da família”, disse Yang Longhua, gerente da empresa de catering, à AFP por um lago congelado, onde as pessoas foram para patinar no gelo em Pequim esta semana.
“Nos anos anteriores, fomos trancados por causa da pandemia, então quero tirar proveito desse longo feriado para experimentar a China, uma porcelana melhor e mais bonita”, disse o homem de 26 anos de Zhoukou, província de Henan.
Durante o período tradicional de 40 dias que ocorre antes, durante e após as férias de ano novo lunar, espera-se que cerca de nove bilhões de viagens interprovinciais de passageiros em todas as formas de transporte sejam feitas, de acordo com a agência de notícias estadual Xinhua.
Espera -se que o trem e as viagens aéreas “atinjam o recorde” durante a migração deste ano, disse Xinhua, com o Ministério dos Transportes dizendo que espera 510 milhões de viagens de trem e 90 milhões de viagens aéreas durante o período.
Em Xangai, Ming Dong disse que esperava “boa saúde e bom trabalho” enquanto visitava um festival de lanternas no popular jardim Yu para marcar a chegada do ano da cobra – que simboliza a sabedoria e a vitalidade na cultura chinesa.
“Este lugar tem uma atmosfera de ano novo muito chinês, então vim aqui para dar um passeio, e tem uma sensação realmente chinesa”, disse o jovem de 30 anos.
Na Coréia do Sul, a forte queda de neve fez com que a interrupção treine, os horários de avião e de ônibus em todo o país, enquanto as pessoas foram visitar suas famílias no campo nesta semana.
Os passageiros foram vistos na principal estação de trem de Seul, carregando presentes embrulhados em pano colorido e bagagem enquanto se preparavam para deixar a capital.
As imagens mostravam veículos cobertos de neve presos nas principais rodovias da Coréia do Sul, enquanto os ventos fortes e a queda de neve persistiam.
As autoridades de trânsito alertaram que poderia levar mais de sete horas na terça -feira para dirigir de Seul para a cidade portuária de Busan do país, uma jornada que normalmente leva cerca de quatro horas.
Muitos outros optaram por passar o intervalo no exterior. O operador do Aeroporto Internacional de Incheon anunciou que mais de 2,1 milhões de passageiros – com média de 214.000 por dia – deveriam usar o aeroporto para viajar para o exterior de 24 de janeiro a 2 de fevereiro.
“Este é projetado para ser a maior contagem média de passageiros diários durante o feriado de ano novo lunar desde que o aeroporto foi aberto (em 2001)”, disse o operador em comunicado.
As festividades até se estenderam ao espaço, com os astronautas chineses Cai Xuzhe, Song Lingdong e Wang Haoze enviando saudações de véspera de Ano Novo da estação espacial de Tiangong na terça -feira.
Em um vídeo lançado pela Agência Espacial Manitada da China (CMSA), o trio pode ser visto vestido com macacões azuis com padrões tradicionais de nuvens vermelhas, segurando dois pedaços de corte de papel com o personagem chinês “Fu”, para boa sorte.
“No ano novo, que todos os seus sonhos se tornem realidade”, disse Wang, formando uma forma de coração acima da cabeça dela.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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