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na Assembleia, o governo Barnier está numa má posição para defender a sua cópia
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A Assembleia Nacional detém a caneta sobre o orçamento. A partir de quarta-feira, 16 de outubro, os deputados da Comissão de Finanças iniciam a análise em primeira leitura do projeto de lei de finanças para o ano de 2025. Com cerca de 1.800 alterações apresentadas na primeira parte do texto relativa às receitas, a cópia do governo cristaliza um descontentamento que transcende o partidário divisões. Da Nova Frente Popular (NFP) à base governamental dominada pelos grupos Ensemble pour la République (EPR) e Direita Republicana (DR), até ao Comício Nacional (RN), as escolhas orçamentais do governo Barnier são contestadas e correm o risco de serem imediatamente prejudicados pela sua diluição ou desaparecimento, por falta de uma maioria que os apoie.
“No final da comissão, haverá mais receita. Não haverá menos gastos, e mesmo em certos sectores os gastos votados aumentarão.quer acreditar no presidente “rebelde” do comitê de finanças, Eric Coquerel.
No entanto, para Matignon e Bercy, a única equação que vale é aquele que faz parte da recuperação das contas públicasenfrentando um défice espectacular de 6,1% do produto interno bruto para 2024. Apresentam um esforço de 60 mil milhões de euros em poupanças para 2025, com uma meta de dois terços em cortes de despesas e outro terço baseado em aumentos de impostos.
Suporte remoto
Para tal, o governo está a considerar um aumento significativo, mas temporário, dos impostos sobre as empresas e as famílias. Propõe, em particular, uma contribuição excepcional das grandes empresas através de uma sobretaxa de imposto sobre as sociedades (8,5 mil milhões de euros), uma contribuição provisória dos rendimentos elevados (2 mil milhões de euros), um imposto sobre resgates de acções (200 milhões de euros), o aumento da pena nos novos automóveis a gasolina e diesel (300 milhões de euros) e no aumento da tributação sobre a energia, incluindo a electricidade (3 mil milhões de euros).
Contudo, segundo o Conselho Superior das Finanças Públicas, a redução do défice planeada por Michel Barnier 70% com base no aumento das contribuições obrigatórias. Esta leitura do orçamento perturba os representantes eleitos da direita macronista e da RD, que se opõem “em seu DNA” a qualquer aumento de impostos. Para os dois principais grupos da base governamental, o apoio ao Orçamento está cada vez mais distante, ou mesmo confundido, com a postura dos opositores.
O grupo de direita republicana de Laurent Wauquiez é o que apresentou mais alterações (383), à frente dos socialistas (368) e mesmo do La France insoumise (211). A ausência de disciplina de grupo e de liberdade de alteração tem muito a ver com isso. Como a recusa em apoiar medidas impopulares, penalizando as classes médias e os reformados. Os governantes eleitos da RD defenderão a eliminação do aumento do imposto sobre a electricidade – tal como os seus colegas macronistas – e a penalização automóvel. “Nos opomos à criação de impostos, ao seu aumento. A resposta ao défice excessivo passa por cortes nas despesas”, defende o MP (DR) de Orne Véronique Louwagie. Refrão semelhante cantado no RN, onde julgamos “inaceitável” o orçamento de 2025. Autoridades eleitas de extrema direita finalmente decidiram apresentar um contra-orçamento na quarta-feira.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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