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Na COP29, Arábia Saudita, Irão, Rússia, Egipto e Vaticano opõem-se a medidas sobre igualdade de género

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Mulheres ministras, negociadoras e delegadas participam no Dia do Género na COP29, a conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas, em Baku, Azerbaijão, em 21 de novembro de 2024.

É uma foto reveladora: 12 de novembro, um dia após a abertura do 29e Conferência dos Partidos pelo Clima (COP29), chefes de estado e de governo posam para a tradicional foto de família. Suas fileiras incluem apenas 8 mulheres entre 78 líderes. Em 2023, na COP28 em Dubai, estes últimos representavam apenas 19% dos chefes de delegação e 34% das delegações nacionais – o mesmo valor de há dez anos. Uma sub-representação quando as mulheres são as principais vítimas das alterações climáticas, mas também detentoras de soluções eficazes para combater o aquecimento global.

Para melhor integrar as mulheres nas políticas climáticas, os Estados devem conseguir, na COP29, a adoção de um novo programa de trabalho sobre a igualdade de género. Mas nos últimos dias, as negociações foram interrompidas pela ofensiva de uma coligação de países líderes “um certo número de desistências, desejos de recuar, flashbacks”de acordo com Agnès Pannier-Runacher, Ministra Francesa da Transição Ecológica, quarta-feira, 20 de novembro.

A Arábia Saudita, o Irão, a Rússia, o Egipto e o Vaticano opuseram-se a várias referências a esta questão. No último rascunho do texto de negociaçãoque poderia ser adotado como está pelos países, conseguiram obter a exclusão da menção de “mulheres em toda a sua diversidade”assim como “interseccionalidade”isto é, o reconhecimento do facto de que o género interage com outros elementos da identidade, como a origem, para agravar a discriminação. As referências aos direitos humanos, à luta contra a violência contra as mulheres e aos activistas dos direitos humanos também desapareceram.

“Estes países querem ver uma distinção simples entre homens e mulheres, rapazes e raparigas”lamenta Mwanahamisi Singano, da ONG Women’s Environment and Development Organization. A razão, segundo diversas fontes, é o medo de que essas expressões incluam mulheres transexuais.

“Uma base mínima aceitável”

De um modo mais geral, certos países conservadores queriam “que muitos parágrafos incluindo o termo “gênero” sejam colocados entre colchetes, ou seja, renegociadosespecifica Anne Barre, da rede de ONGs Women Engage for a Common Future. Opõem-se a este conceito muito amplo, tanto porque inclui pessoas não binárias, mas sobretudo porque estes países se recusam a integrar a igualdade entre mulheres e homens nas suas políticas climáticas, o que os obrigaria a mudar as estruturas patriarcais. »

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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre

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publicado:
23/12/2025 07h31,


última modificação:
23/12/2025 07h32

Confira a nota na integra no link: Nota Andifes



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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.

Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.

Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”

A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”

O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”

A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”

Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”

Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.

 

A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.” 

Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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