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Na Coreia do Sul, manifestações na neve às vésperas do término do mandado de prisão contra o presidente Yoon Suk Yeol

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Apoiadores do presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol reúnem-se em Seul em 5 de janeiro de 2025, para protestar contra o seu impeachment.

Milhares de apoiadores e detratores do presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol, suspenso do cargo, enfrentaram a neve no domingo, 5 de janeiro, em Seul, na véspera do vencimento do mandado de prisão de que é alvo pela sua tentativa frustrada de impor a lei marcial no início de Dezembro.

Em frente à sua residência, os seus seguidores reuniram-se em grande número para exigir a anulação da sua destituição pelo Parlamento, apesar do frio e do jaleco branco com que a capital se cobriu durante a noite.

Seus oponentes exigem sua prisão, após uma primeira tentativa frustrada dos investigadores, derrotado na sexta-feira pela guarda presidencial. Eles têm até o último segundo, segunda-feira (16h em Paris), para executar o mandado de prisão emitido contra ele, a fim de forçá-lo a responder a perguntas sobre sua breve imposição da lei marcial.

Yoon, de 64 anos, é alvo de diversas investigações, incluindo uma por “rebelião” por causa de seu golpe de força na noite de 3 para 4 de dezembro, que reavivou a dolorosa memória da ditadura militar. No Parlamento, rodeados de soldados, um número suficiente de deputados conseguiu votar uma moção que exigia o levantamento do estado de excepção. Sob pressão de autoridades eleitas, milhares de manifestantes e limitado pela Constituição, Yoon Suk Yeol teve que cumprir algumas horas após a medida de choque.

Alertas dos ministros

Segundo um relatório do Ministério Público consultado no domingo pela Agence France-Presse (AFP), ele ignorou as divergências do então primeiro-ministro, do ministro das Relações Exteriores e das Finanças, Choi Sang-mok, atual presidente interino, antes de anunciar sua decisão na televisão. Em 14 de dezembro, a Assembleia Nacional aprovou uma moção de impeachment contra o Sr. Yoon, levando à sua suspensão imediata. No entanto, ele continua oficialmente a ser o presidente titular enquanto aguarda que o Tribunal Constitucional decida sobre esta destituição em meados de junho.

Yoon Suk Yeol planeja comparecer ao tribunal “para dar o seu ponto de vista”anunciou o seu advogado, Yoon Kab-keun, num comunicado de imprensa no domingo, enquanto o tribunal marcava cinco audiências, entre 14 de janeiro e 4 de fevereiro. Nem Park Geun-hye nem Roh Moo-hyun, dois outros ex-presidentes que estão sendo processados, compareceram aos julgamentos. Park sofreu impeachment e posteriormente foi presa em 2017, enquanto o Sr. Roh conseguiu completar seu mandato após vencer o caso.

“Uma força rebelde”

A prisão de Yoon seria a primeira vez para um chefe de Estado sul-coreano em exercício. No entanto, os investigadores tiveram que sair de casa sem ele na sexta-feira, uma vez que os guardas presidenciais se recusaram a cumprir o seu mandato. O Escritório Sênior de Investigação de Corrupção (CIO) pediu no sábado a Choi Sang-mok que ordenasse que o pessoal responsável pela proteção do Sr. “O serviço de segurança presidencial violou a Constituição, tornando-se efetivamente uma força rebelde”indignado Park Chan-dae, líder dos deputados do Partido Democrata, principal força da oposição e grupo maioritário no hemiciclo.

A equipe jurídica de Yoon Suk Yeol pretende iniciar um processo contra “aqueles que cometeram atos ilegais”acreditando que o chefe do COI, Oh Dong-woon, tentou executar o mandado de prisão sem ter o“autoridade” sufisante, segundo Yoon Kab-keun.

A Coreia do Sul continuou a mergulhar no caos político desde o início de Dezembro, tendo o primeiro presidente interino também sido demitido no dia 27 pelos deputados, que o acusaram de obstruir os procedimentos contra Yoon. Desde então, Choi Sang-mok serviu como segundo presidente interino. Neste contexto, o chefe da diplomacia norte-americana, Antony Blinken, é esperado em Seul, nomeadamente para um encontro agendado para segunda-feira com o seu homólogo Cho Tae-yul.

O mundo com AFP

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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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