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Na Coreia do Sul, manifestações na neve às vésperas do término do mandado de prisão contra o presidente Yoon Suk Yeol
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Milhares de apoiadores e detratores do presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol, suspenso do cargo, enfrentaram a neve no domingo, 5 de janeiro, em Seul, na véspera do vencimento do mandado de prisão de que é alvo pela sua tentativa frustrada de impor a lei marcial no início de Dezembro.
Em frente à sua residência, os seus seguidores reuniram-se em grande número para exigir a anulação da sua destituição pelo Parlamento, apesar do frio e do jaleco branco com que a capital se cobriu durante a noite.
Seus oponentes exigem sua prisão, após uma primeira tentativa frustrada dos investigadores, derrotado na sexta-feira pela guarda presidencial. Eles têm até o último segundo, segunda-feira (16h em Paris), para executar o mandado de prisão emitido contra ele, a fim de forçá-lo a responder a perguntas sobre sua breve imposição da lei marcial.
Yoon, de 64 anos, é alvo de diversas investigações, incluindo uma por “rebelião” por causa de seu golpe de força na noite de 3 para 4 de dezembro, que reavivou a dolorosa memória da ditadura militar. No Parlamento, rodeados de soldados, um número suficiente de deputados conseguiu votar uma moção que exigia o levantamento do estado de excepção. Sob pressão de autoridades eleitas, milhares de manifestantes e limitado pela Constituição, Yoon Suk Yeol teve que cumprir algumas horas após a medida de choque.
Alertas dos ministros
Segundo um relatório do Ministério Público consultado no domingo pela Agence France-Presse (AFP), ele ignorou as divergências do então primeiro-ministro, do ministro das Relações Exteriores e das Finanças, Choi Sang-mok, atual presidente interino, antes de anunciar sua decisão na televisão. Em 14 de dezembro, a Assembleia Nacional aprovou uma moção de impeachment contra o Sr. Yoon, levando à sua suspensão imediata. No entanto, ele continua oficialmente a ser o presidente titular enquanto aguarda que o Tribunal Constitucional decida sobre esta destituição em meados de junho.
Yoon Suk Yeol planeja comparecer ao tribunal “para dar o seu ponto de vista”anunciou o seu advogado, Yoon Kab-keun, num comunicado de imprensa no domingo, enquanto o tribunal marcava cinco audiências, entre 14 de janeiro e 4 de fevereiro. Nem Park Geun-hye nem Roh Moo-hyun, dois outros ex-presidentes que estão sendo processados, compareceram aos julgamentos. Park sofreu impeachment e posteriormente foi presa em 2017, enquanto o Sr. Roh conseguiu completar seu mandato após vencer o caso.
“Uma força rebelde”
A prisão de Yoon seria a primeira vez para um chefe de Estado sul-coreano em exercício. No entanto, os investigadores tiveram que sair de casa sem ele na sexta-feira, uma vez que os guardas presidenciais se recusaram a cumprir o seu mandato. O Escritório Sênior de Investigação de Corrupção (CIO) pediu no sábado a Choi Sang-mok que ordenasse que o pessoal responsável pela proteção do Sr. “O serviço de segurança presidencial violou a Constituição, tornando-se efetivamente uma força rebelde”indignado Park Chan-dae, líder dos deputados do Partido Democrata, principal força da oposição e grupo maioritário no hemiciclo.
A equipe jurídica de Yoon Suk Yeol pretende iniciar um processo contra “aqueles que cometeram atos ilegais”acreditando que o chefe do COI, Oh Dong-woon, tentou executar o mandado de prisão sem ter o“autoridade” sufisante, segundo Yoon Kab-keun.
A Coreia do Sul continuou a mergulhar no caos político desde o início de Dezembro, tendo o primeiro presidente interino também sido demitido no dia 27 pelos deputados, que o acusaram de obstruir os procedimentos contra Yoon. Desde então, Choi Sang-mok serviu como segundo presidente interino. Neste contexto, o chefe da diplomacia norte-americana, Antony Blinken, é esperado em Seul, nomeadamente para um encontro agendado para segunda-feira com o seu homólogo Cho Tae-yul.
O mundo com AFP
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Gestão superior cumpre agenda institucional no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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14 horas atrásem
28 de outubro de 2026A Reitoria da Ufac cumpriu agenda institucional no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. De segunda-feira, 26, até esta quarta-feira, 28, o reitor Josimar Ferreira e integrantes da administração superior se reuniram com a comunidade universitária para tratar de demandas e apresentar projetos da nova gestão.
“Foi uma reunião de apresentação das equipes, das pró-reitorias, mas também de escuta, uma escuta permanente, de um diálogo muito próximo da nossa comunidade”, disse Josimar. Ele entregou a portaria de nomeação do diretor-geral do campus Floresta, Hugo Mota Ferreira Leite.
“A visita da Reitoria e toda a equipe dos pró-reitores foi muito importante para promover esse primeiro contato da nova gestão com a comunidade acadêmica, ouvir as demandas, apresentar as realizações ao longo desses 70 dias de gestão, o que já foi feito e o que ainda será feito”, pontuou Ferreira Leite.
Uma das principais atividades ocorreu na terça-feira, 27, com a entrega de equipamentos destinados aos programas de pós-graduação de Cruzeiro do Sul. A iniciativa, realizada por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, tem como objetivo melhorar as condições de ensino e pesquisa.
Atualmente, o campus Floresta conta com três programas de mestrado, e a agenda também incluiu discussões sobre a proposta de doutorado. Josimar destacou a necessidade de avançar na estruturação dos laboratórios e na formação de pesquisadores, considerando a biodiversidade regional, os saberes tradicionais e as possibilidades de internacionalização.
Também participaram da entrega o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; o diretor de Pós-Graduação, Genilvado Moreira; e o diretor de Inovação, Paulo Trazzi.

Orçamento
Durante a programação, a Reitoria e a Pró-Reitoria de Planejamento se reuniram com diretores de centros e representantes da Direção-Geral do campus para tratar de questões relacionadas ao orçamento institucional, demandas administrativas, fluxos de processos e sistemas de gestão. O encontro contou com a participação do pró-reitor Edcarlos Miranda de Souza.
As atividades também envolveram discussões sobre projetos de extensão e possibilidades de captação de recursos. Em reunião com diretores de centros e coordenadores de cursos, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, abordou demandas acadêmicas e mecanismos de fomento às ações extensionistas desenvolvidas no campus.
Entre os projetos apresentados à Reitoria, esteve a proposta de criação de uma trilha agroecológica no campus Floresta, apresentada pela professora Sonaira Souza da Silva. A iniciativa pretende utilizar a natureza como espaço educativo, com previsão de visitação pública, construção de um quiosque para exposição de produtos desenvolvidos em experimentos e projetos universitários e instalação de uma torre de aproximadamente 30 metros para observação do dossel da floresta.
Prática jurídica e inclusão
A agenda contemplou ainda uma reunião com o professor Daniel de Faria Galvão, do curso de Direito, que apresentou demandas relacionadas ao funcionamento do curso, especialmente às necessidades do Núcleo de Prática Jurídica. Ele manifestou satisfação com a receptividade da nova gestão e a abertura para discutir as questões apresentadas.
As políticas de inclusão e representatividade estudantil também fizeram parte das atividades. A pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, reuniu-se com representantes do Núcleo de Apoio à Inclusão para conhecer demandas relacionadas ao atendimento da comunidade acadêmica.
Em outro encontro, o estudante Samuel Lima Pereira Arara, representante do coletivo indígena da Ufac, apresentou questões relacionadas à representatividade, à participação em eventos e à proposta de criação de uma comissão para acompanhar as demandas dos estudantes indígenas.

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Clube do Livro Amaro comemora 3 anos de leituras e discussões — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026O projeto de extensão Clube do Livro Amaro, da Ufac, completa, neste mês de outubro, três anos de atividades dedicadas à leitura e à discussão de obras da literatura brasileira e mundial, reunindo participantes com diferentes formações, trajetórias e experiências de leitura. Criado em outubro de 2023, o projeto é coordenado pelos professores Carlisson de Oliveira e Maysa Dourado.
Segundo os coordenadores, a celebração do terceiro aniversário representa um momento de reconhecimento da trajetória construída coletivamente e, sobretudo, da importância dos participantes para a continuidade do projeto.
“Ao longo desse período, o clube tornou-se um espaço em que diferentes olhares sobre uma mesma obra se encontram, se complementam e, muitas vezes, se contrapõem, fazendo da leitura uma experiência de troca e descoberta”, ponderaram. “Ao completar três anos, o Clube do Livro Amaro reafirma seu compromisso com a valorização da literatura, a formação de leitores e o fortalecimento dos vínculos entre a universidade e a sociedade.”
Trajetória
O clube iniciou suas atividades com a leitura de “Medeia”, de Eurípides. Na sequência, foram discutidas as obras “Gota d’Água”, de Chico Buarque e Paulo Pontes, e “Mata Teu Pai”, de Grace Passô, estabelecendo, desde os primeiros encontros, um diálogo entre obras de diferentes períodos históricos e tradições literárias.
Ao longo desses três anos, o grupo percorreu um repertório diversificado, que inclui clássicos como “Odisseia”, de Homero; “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen; “Hamlet”, de William Shakespeare; e “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway. A literatura brasileira também ocupa lugar de destaque, com obras de Machado de Assis, Conceição Evaristo, Milton Hatoum, Rachel de Queiroz, Maria Firmina dos Reis, José Lins do Rego, entre outros.
O percurso de leituras contempla ainda diferentes vozes e perspectivas culturais, com obras de autoras como Toni Morrison, Paulina Chiziane, Isabel Allende e Marguerite Yourcenar, ampliando as discussões sobre identidade, memória, relações humanas, desigualdades sociais e questões históricas e culturais.

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Ufac celebra o Dia do Servidor Público no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026A Ufac realizou a comemoração do Dia do Servidor Público no campus Floresta. O evento ocorreu nessa terça-feira, 27, reunindo professores, técnico-administrativos, integrantes da administração superior e de sindicatos. A programação contou com a cerimônia de entrega das portarias para a nova diretoria da universidade em Cruzeiro do Sul (AC) e a entrega de crachás aos servidores.
O reitor Josimar Ferreira entregou as portarias que designam o professor Hugo Mota Ferreira Leite como diretor-geral do campus e o servidor técnico-administrativo Anselmo de Jesus Damasceno como diretor de Administração, Manutenção e Infraestrutura.
Ele também fez a entrega simbólica de crachás a quatro servidores, sendo que cada um contabiliza 20 anos de trabalho na Ufac: os técnicos em assuntos educacionais Alexon de Lima Moura Barros e Fernanda Cristina Jucá de Lima; os professores Francisco Ricardo Negri e Maria Aldecy Rodrigues de Lima.
Além disso, houve uma apresentação institucional ministrada pelo coordenador da área de saúde dos Serviços Social do Transporte (Sest) e Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) de Cruzeiro do Sul, Francisco da Silva Souza, destacando os benefícios da parceria firmada com a universidade. Para celebrar a data, a administração realizou, ainda, sorteios comemorativos conduzidos pelo reitor.
Também compuseram a mesa de solenidade a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Antonio Amaro; o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Miranda; o pró-reitor de Administração, Tony Eli da Silva Roca; a vice-diretora do CEL, no exercício da direção, Francisca Adma de Oliveira Martins; o diretor do CMulti, Antonio William Flores de Melo; o coordenador de Gestão de Recursos Humanos, Jason de Oliveira Gomes; a representante da Adufac, Suerda Mara Monteiro Vital; e o representante do Sintest, Bruno César Mota Brandão.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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