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Nações vulneráveis ​​ao clima abandonam negociações de horas extras – DW – 23/11/2024

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Delegações representando várias nações pequenas e empobrecidas gravemente ameaçadas pelas alterações climáticas abandonaram no sábado as consultas, uma vez que Negociações climáticas da ONU no Azerbaijão avançaram muito na prorrogação sem fechar um acordo para ajudar as nações em maior risco.

“Estamos aqui como um grupo de AOSIS (Aliança dos Pequenos Estados Insulares) e PMA (Países Menos Desenvolvidos). Acabamos de sair”, disse Cedric Schuster, o presidente samoano do grupo.

“Viemos aqui para esta COP em busca de um acordo justo. Sentimos que não fomos ouvidos, e há um acordo a ser feito, e não fomos consultados… (nós) saímos porque no momento, não sentimos que estamos sendo ouvidos”, disse Schuster.

A ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, na conferência COP29 das Nações Unidas sobre mudanças climáticas em Baku,
Baerbock da Alemanha chamou a atenção dos ricos emissores de combustíveis fósseis que, segundo ela, “roubaram” estados vulneráveis ​​ao climaImagem: Murad Sezer/REUTERS

‘Ainda comprometido’

Mais tarde, a AOSIS emitiu um comunicado dizendo que permanecia “comprometida com este processo”.

“Atualmente, nos retiramos das discussões paralisadas do NCQG (Novo Objetivo Quantificado Coletivo), que não ofereciam um caminho progressivo para o futuro”, afirmou.

“Não queremos nada mais do que continuar a envolver-nos, mas o processo deve ser INCLUSIVO”, prosseguiu, acrescentando: “Se este não for o caso, será muito difícil para nós continuarmos o nosso envolvimento aqui na COP29.”

Tirada da Alemanha

A paralisação ocorre no momento em que a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, critica os ricos emissores de combustíveis fósseis, a quem ela acusou de terem “roubado” os estados que correm maior risco com as mudanças climáticas.

“Estamos no meio de um jogo de poder geopolítico por parte de alguns estados que utilizam combustíveis fósseis”, disse Baerbock.

“Temos que fazer tudo para chegar ao caminho de 1,5 graus (Celsius, 2,7 Fahrenheit)”, disse ela, referindo-se ao Acordo de Paris objectivo de manter o aquecimento global abaixo desse limite de temperatura em comparação com os tempos pré-industriais.

Insatisfação entre nações em risco

Os países em desenvolvimento pediram 1,3 biliões de dólares (1,25 biliões de euros) para os ajudar a adaptar-se às consequências imediatas das alterações climáticas, como secas, inundações, aumento do nível do mar e calor extremo.

Eles dizem que essa quantia também ajudaria a pagar por perdas e danos causados ​​por eventos climáticos extremos, e os ajudaria a reduzir a produção de energia a partir de combustíveis fósseis.

Um projeto oficial divulgado na sexta-feira prometia US$ 250 bilhões anualmente até 2035.

Embora isso mais do que duplique o objectivo anterior de 100 mil milhões de dólares estabelecido há 15 anos, fica muito aquém das exigências das nações em risco.

Um rascunho para um acordo discutido no sábado pedia mais, disseram fontes, mas ainda não estava alinhado com as demandas dos países em desenvolvimento.

Mais a seguir.

tj/lo (AFP, AP)



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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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