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Naldo Benny diz que vai gravar com Justin Bieber – 21/01/2025 – Celebridades
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2 anos atrásem
Ana Cora Lima
Rio de Janeiro
Naldo Benny diz que é amigo de Madonna e “agitou” sua recente vinda ao Brasil. Também se considera “parça” de Chris Brown e LeBron James. Conta que Gisele Bündchen só passou o Carnaval de 2023 no Rio porque ele a convenceu disso. Por conta de histórias como essas, que ele reafirma para quem quiser ouvir, o cantor ganhou uma bem-humorada fama de mentiroso. Virou meme.
Ele diz que não gosta. Ou melhor, não gostava. Se a princípio, ficava “p. da vida”, segundo suas próprias palavras, depois decidiu tirar proveito. “Passei a ter um engajamento fora do normal por causa dessas histórias”. Ele jura que jamais mentiu e acrescenta mais um nome à sua lista de amigos internacionais, com quem teria intimidade: Justin Bieber.
Intérprete de “Chantilly”, “Se Joga” e “Meu Corpo Quer Você”, Naldo está comemorando 25 anos de carreira no funk e resolveu investir o antigo desejo de cantar pagode. A outra novidade na carreira seria a participação do cantor canadense em uma gravação que deve acontecer em breve. “Há uns dias liguei para o Justin e o convidei para fazer feat. Ele topou. Sabe que ele me falou? ‘Claro. E estou voltando aos palcos nesse ano. Vamos ver sim. Confia”. Neste momento, ele diz que está falando sério e pede para a repórter não rir.
“Sempre quis ser pagodeiro”, diz o artista, que acaba de gravar um DVD chamado “Casa do Naldo”. “Não estou preocupado se vai ou não explodir. Quero cantar aquilo que me fazia feliz lá na Vila Pinheiro, no Complexo da Maré”, adianta Naldo, que compôs algumas músicas e regravou vários clássicos.
Você cantava funk e agora investe no pagode. Por quê? São sons de favela. Todo moleque da favela gosta de pagode, gosta de funk. Sempre quis ser pagodeiro. Fui fazer o funk porque era mais barato, porque não tinha dinheiro para comprar instrumentos, pagar uma banda e ainda grana do cachê. A verdade é essa.
Quais as suas referências musicais? A minha família era muito humilde e podia faltar muita coisa dentro de casa, mas a música estava sempre ali. Agepê, Monsueto, Jovelina Pérola Negra, Zeca Pagodinho, Benito di Paula, Roberto Carlos, Tim Maia, Sandra de Sá, Jorge Ben Jor, Michael Jackson, Stevie Wonder…. Era uma mistura e até hoje é assim.
Existe a possibilidade de deixar o funk? Nunca. Estou completando 25 anos de carreira no funk e acredito que possa fazer as duas coisas, trilhar os dois caminhos. A intenção é gravar disco, fazer turnê também com o pagode.
E a fama de mentiroso? Te aborrece? Olha… Eu fico muito p. da vida. Juro. Só que eu resolvi entrar nessa onda, comecei a embarcar nessa parada e acabei virando o jogo. Renovei o meu público, chegaram marcas, viralizei nas redes com várias hashtags, videozinhos e passei a ter um engajamento fora do normal por causa das resenhas. Então tá (risos).
Afinal, dentre todas as suas histórias e amizades, o que é mentira? Nenhuma. Tudo verdade. Não contei uma mentira até hoje.
Você é amigo do Chris Brown e quando foi visitá-lo, o cantor teria dito ao segurança: “Esse aqui é meu irmão, deixa ele aqui!”? E o jogador de LeBron James invejou um tênis Nike que você usava? Pura verdade. Tive participação na vinda da Madonna para o Rio no ano passado, Will Smith é muito meu brother e há uns dias liguei para Justin Bieber e o convidei para fazer feat. Ele topou. Sabe que ele me falou? ‘Claro. E estou voltando aos palcos nesse ano. Vamos ver sim. Confia”. Sério. Não ri que é sério. Me falou em primeira mão.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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