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‘Não sou um trapaceiro’: Paul Pogba planeja retorno após redução da proibição de doping | Paulo Pogba

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Paul Pogba insistiu que não é um trapaceiro depois que sua proibição de doping foi reduzida este mês e diz que pretende retornar à seleção francesa quando sua suspensão expirar, em março.

O ex-meio-campista do Manchester United foi banido por quatro anos em fevereiro passado, após ter sido suspenso provisoriamente desde setembro do ano passado, após testar positivo para desidroepiandrosterona (DHEA). Após um longo processo de recurso, o jogador de 31 anos teve a sua suspensão reduzida para 18 meses pelo Tribunal Arbitral do Desporto (Cas), no dia 4 de Outubro.

O julgamento do Cas concluiu que a ingestão da substância proibida por Pogba “não foi intencional” e foi o resultado de tomar erroneamente um suplemento prescrito a ele por um médico na Flórida.

Em entrevista à Sky Sports News, o vencedor da Copa do Mundo de 2018 disse que sempre foi um atleta limpo. Pogba disse: “Quero dizer, quando você me vê, você me conhece e as pessoas me conhecem, então mesmo quando tudo aconteceu, elas disseram: ‘Não, com certeza conhecemos Paul, ele nunca aceitaria isso. Se ele fez isso, ele não sabia ou não foi de propósito. E isso é totalmente verdade.

“Sou uma pessoa honesta e diria isso. No final, eu diria: ‘sim, fiz porque senti que precisava’, e não é o caso. Este não sou eu. Eu não sou um trapaceiro. Sou alguém que ama meu esporte, adoro o jogo e nunca o faria. Eu não gosto de trapacear. Gosto de ganhar de forma justa e as pessoas sabem disso. Você vê isso. Você me vê, sou alguém que é um péssimo perdedor, mas não sou um trapaceiro. Isso é certo.”

Embora Pogba ainda esteja contratado para Juve até 2026, o internacional francês, com 91 internacionalizações, era tímido quanto ao futuro do seu clube e respondeu a várias questões sobre onde poderia ser o seu próximo destino. Pode ocorrer uma rescisão mútua de contrato com o clube da Série A, mas caso contrário, Pogba pode retornar aos treinos da Juve em janeiro e pretende retomar sua carreira internacional.

Questionado sobre retornar para FrançaPogba disse: “É isso que espero. Claro que está na minha cabeça, mas tenho que estar pronto para isso. Há jogadores lá que merecem jogar e merecem ser seleção. Tenho que conquistar minha vaga também na seleção novamente. Claro que estou pronto para lutar.”

Pogba também prometeu apreciar mais o esporte depois que teve uma ideia da vida depois do futebol e momentaneamente pensou que sua carreira poderia acabar após sua suspensão inicial.

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“Obviamente não quero perder o nível em que estou e, se conseguir ultrapassá-lo, é isso que quero”, disse Pogba. “Não quero que meu nível mude. Continuo o mesmo jogador com uma fome diferente e mais motivado, cada vez com mais fome e com certeza irei apreciar mais o jogo do que antes porque o jogo foi-me tirado e percebo o quão importante é para mim.

“Eu meio que experimentei o que é a vida depois da carreira, então com certeza será outro Paulo Pogba. O mesmo, mas ainda mais motivação para estar em campo e jogar até o final da minha carreira.”



Leia Mais: The Guardian

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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