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Napoleão passou uma noite na Grande Pirâmide do Egito (e saiu de lá aterrorizado)

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Napoleão Bonaparte quis passar uma noite na Grande Pirâmide do Egito, imitando grandes líderes da história como Alexandre, o Grande, e Júlio César. No entanto, a experiência não foi boa: logo pela manhã, o líder militar francês saiu pálido e aterrorizado do interior da pirâmide.

Foto de capa: Napoleão Bonaparte, óleo de autor desconhecido (1810)

O líder, que tinha saído vitorioso na Itália, desembarcou no rio Nilo durante o verão de 1798, com o objetivo de libertar o Egito da liderança dos turcos. Chegou acompanhado com mais de 30 mil soldados franceses e um vasto grupo de pesquisadores de diferentes áreas – matemáticos, físicos, químicos, biólogos, engenheiros, arqueólogos e historiadores.

Mais de uma centena de cientistas acompanharam o ditador francês com o objetivo de estudar detalhadamente o Egito, desde suas imponentes pirâmides até os seus deuses milenários, revela o portal ABC Historia.

A comitiva de pesquisa reunia as mais brilhantes mentes da época, entre os quais o matemático Gaspard Monge, fundador da Escola Politécnica, o físico Étienne-Louis Malus e o químico Claude Louis Berthollet, inventor do alvejante. Todos responderam ao chamado do jovem general, com apenas 28 anos na época, sem sequer saber para onde iriam.

“Não posso dizer para onde vamos, mas é um lugar para conhecer e conquistar glória”, teria dito Napoleão à equipe de cientistas.

A viagem ao Egito também serviu como um retiro espiritual para Napoleão, país que tinha perturbado e marcado a imaginação de grandes personagens da história.

O general francês quis seguir os passos dos grandes líderes e decidiu, no dia 14 de abril de 1799, passar a noite no interior da Pirâmide de Quéops, na Câmara do Rei. Esta, que é a sala mais nobre de toda a pirâmide, era de difícil acesso na época, com passagens estreitas, que não chegavam a um metro e meio de altura. Além disso, não havia qualquer iluminação a não ser as tochas.

Nomes lendários como Alexandre, o Grande e o general romano Júlio César, também terão dormido na Câmara do Rei da Pirâmide de Quéops.

No entanto, a estadia do general da Córsega não foi muito gloriosa. Napoleão passou cerca de sete horas na Câmara do Rei, uma sala retangular com cerca de 10 metros de comprimento por 5 de largura. É composta por lajes de granito e paredes lisas, sem qualquer tipo de decoração.

No interior há apenas um sarcófago de granito vazio, que está no interior da câmara desde a construção da pirâmide. Napoleão passou a noite cercado de morcegos, ratos e escorpiões.

Logo pela manhã, o general teria saído da pirâmide com uma cara pálida e assustada. Questionado pelos seus homens sobre o que tinha visto no interior da pirâmide, Napoleão respondeu de forma enigmática: “Mesmo que dissesse, vocês nunca acreditariam“.

É impossível saber ao certo o que o general sentiu ou viu no interior da câmara. Ou até mesmo se o episódio chegou a acontecer, visto que a experiência poderia ter sido induzida pela mística do local, as temperaturas extremamente altas e o eco da sala. Porém, vários historiadores acreditam que Napoleão não foi mais o mesmo após aquela noite.

A Pirâmide de Quéops – a única construção que perdura das sete maravilhas do mundo antigo – ainda revela novos mistérios. Recentemente, foi descoberta uma câmara secreta e uma análise científica confirmou que Napoleão sentiu na pele todo o misticismo do monumento. Ciberia // ZAP

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