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Napoli x Atalanta – Palpite da Serie A 24/25

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Futebol / Serie A

03/11/2024 – 08:30

Napoli

VS

Atalanta

Última atualização: 02/11/2024 14:30

Na manhã deste domingo (3), Napoli x Atalanta duelam às 8h30 (horário de Brasília) no Stadio Diego Armando Maradona, pela 11ª rodada da Serie A 2024/25. Dessa forma, confira os melhores palpites de apostas desse confronto direto na luta pelo título, e que terá transmissão ao vivo na ESPN e no Disney+.

Napoli x Atalanta – Palpites e Prognóstico – Serie A 2024/25 – 11ª rodada

Napoli x Atalanta – Palpite da Serie A – Três melhores apostas

  • Para o Napoli marcar mais de 0.5 gols no 1º tempo – pagando 1.85 na Betano
  • Para Romelu Lukaku marcar a qualquer momento – pagando 2.60 na Bet365
  • Para ambas as equipes marcarem – pagando 1.67 na Stake

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Para o Napoli marcar mais de 0.5 gols no 1º tempo

Liderando o campeonato e vindo numa sequência de vitórias, o Napoli deve ter um maior controle da partida durante a primeira etapa. Nesse sentido, espera-se que o time consiga ser efetivo cedo, como foi na vitória sobre o Milan na rodada passada. Portanto, um excelente palpite de intervalo é para que os Azzurri marquem um gol no 1º tempo.

Para Romelu Lukaku marcar a qualquer momento

Grande contratação do Napoli para a temporada, Romelu Lukaku tem quatro gols e quatro assistências no campeonato, demonstrando sua efetividade dentro do time. Ao passo em que deixou sua marca em dois dos últimos quatro jogos, ele é palpite indicado para marcar a qualquer momento.

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Para ambas as equipes marcarem

Por outro lado, o Napoli enfrenta uma Atalanta que também vivencia um ótimo momento, e está dentro dessa briga pelo título. Com isso, a tendência é que o time visitante também consiga balançar as redes, muito por ter o artilheiro do campeonato a seu favor e o melhor ataque com 26 gols marcados. Dessa forma, um excelente palpite é para que ambas as equipes marquem.

Betano2.1
Bet3652.1
Stake2.1
Pinnacle2.11
Novibet2.07
Betano3.55
Bet3653.5
Stake3.55
Pinnacle3.45
Novibet3.45

Napoli x Atalanta – Palpite da Serie A – onde assistir ao vivo 

Antecipadamente, a partida entre Napoli x Atalanta terá dois locais para o fã do esporte assistir ao vivo. Em outras palavras, o canal de TV fechada ESPN e o serviço de streaming Disney+ transmitirão o confronto.

Jogos anteriores das equipes

Napoli

Liderando o campeonato com 25 pontos, o Napoli vem de grandes resultados nesse começo de temporada. Vivenciando uma sequência de seis vitórias seguidas, bateu o Milan fora de casa na rodada passada por 2 x 0, após bater o Lecce por 1 x 0. Antes de tudo, derrotou o Empoli como visitante pelo mesmo placar, e o Como por 3 x 1.

Atalanta

Um pouco mais abaixo, a Atalanta é a 3ª colocada com 19 pontos, se colocando dentro da briga pelo título. Sem perder há sete jogos, vem de vitória sobre o Monza por 2 x 0, depois de golear o Hellas Verona por 6 x 1. Antes disso, empatou em 0 x 0 com o Celtic pela Champions League, e derrotou o Venezia fora de casa por 2 x 0.

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Napoli x Atalanta – Palpite da Serie A – Retrospecto

Velhos oponentes entre as principais competições italianas, os clubes se enfrentaram 118 vezes, com números vantajosos para o mandante dessa partida. São 52 vitórias do Napoli contra 33 da Atalanta, com outros 33 empates. Como resultado, os Azzurri marcaram mais gols, sendo 164 contra 129 de La Dea.

Onde e quando será a partida?

A princípio, Napoli x Atalanta acontecerá no Stadio Diego Armando Maradona, em Nápoles, na Itália, no próximo domingo (3).

Qual é o horário do jogo?

Como informado, a partida tem início marcado às 8h30 (horário de Brasília).

Onde assistir Napoli x Atalanta?

O jogo, que será válido pela 11ª rodada da Serie A 2024/25, terá transmissão ao vivo na ESPN e no Disney+.

Qual é o time favorito a vencer?

A partida coloca frente a frente um Napoli liderando o campeonato e vindo numa sequência invicta contra uma Atalanta vindo logo atrás e vivenciando também um bom momento. Ao passo em que o jogo é um confronto direto na luta pelo título, podemos dizer que não há um favorito a vencer.

Quem tem mais vitórias?

Ao passo que se enfrentaram em 118 oportunidades, quem mais venceu foi o Napoli, que tem 52 vitórias contra 33 da Atalanta.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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