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‘Nascido para marcar’: a jornada de Chris Wood de Hamilton a craque da Premier League | Floresta de Nottingham
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Ali Martin in Hamilton
EUum país inspirado no rugby, como Nova Zelândiae com os jogadores de críquete da Inglaterra na cidade para uma partida de teste na semana passada, Hamilton, no sinuoso rio Waikato, podia sentir o outro lado do mundo da Premier League que, bem, é.
No entanto, neste momento, a fábrica dos sonhos do futebol inglês nunca esteve tão perto. Chris Wood, seu filho e capitão da Nova Zelândia, está liderando uma ascensão emocionante em Nottingham Forest nesta temporada; aquele que os coloca em quarto lugar no campeonato, à frente do campeão Manchester City. Impulsionado pelos 10 gols de Wood, e com Anfield e Old Trafford foi conquistadoas esperanças de uma primeira aventura europeia desde 1995-96 foram reavivadas num clube com um pouco de história.
“O efeito (no futebol na Nova Zelândia) tem sido incrível”, diz Mike Groom, ex-internacional dos All Whites que testemunhou os anos de formação de Wood em Hamilton. “Chris nasceu para marcar gols de uma forma que não pode ser treinada. Ele é um farol, um letreiro de néon, e para todas as crianças aqui as possibilidades podem ser infinitas.” Para ser justo, essas crianças já estavam entusiasmadas com o fato de o futebol não ser o nicho de atuação na Nova Zelândia que alguns na Inglaterra poderiam assumir. Ele se mantém firme contra os principais participação em esportes coletivosentre os cinco primeiros no ensino secundário. Recreativamente, dos cinco aos 17 anos, é o número 1. Os All Whites participaram de duas Copas do Mundo masculinas – a última foi uma eliminação invicta na fase de grupos em 2010 – e os Football Ferns jogaram na fase mais alta do futebol feminino seis vezes impressionantes.
As coisas também estão mudando internamente. O Auckland FC teve seu próprio início de carreira na primeira temporada na A-League da Austrália e está na liderança, invicto com seis vitórias em sete. Uma recente vitória sobre o Wellington Phoenix no “Kiwi Clasico” atraiu público recorde de 26.253. Curiosamente, numa espécie de guerra de capacidades, foi um a mais do que o comparecimento do jogo reverso cinco semanas antes. O comentarista local Jason Pine chamou-o de “caldeirão”.
Os Kiwis também não são novos na Premier League, Ryan Nelsen no Blackburn e Winston Reid no West Ham, para citar alguns do passado. Mas Wood entre os artilheiros desta temporada é um nível nunca antes visto: status de garoto-propaganda definitivo, a ponto de ser um dos primeiros que você vê na chegada ao aeroporto de Auckland.
É o ápice de uma carreira nômade e prolífica na Inglaterra, que começou no West Brom e abrangeu 12 clubes, incluindo Burnley, Leeds, Leicester e Newcastle. Wood, 33 anos, passou mais de metade da sua vida no Reino Unido, mas nunca esqueceu as suas raízes. Como artilheiro da Nova Zelândia – 41 em 80 partidas pela seleção – ele cumpre obedientemente a viagem de ida e volta de 23.000 milhas enquanto os All Whites se esforçam para chegar à Copa do Mundo de 2026 na América do Norte.
O mais recente, em novembro, foi uma espécie de especial de volta ao lar, com Wood marcando duas vezes contra Vanuatu, no Waikato Stadium, de Hamilton, e depois um hat-trick contra Samoa, em sua cidade natal, Auckland. As semifinais e a final da Oceania serão em março e ditarão a vaga automática na Copa do Mundo. Nova Zelândia, anfitriã, aparece como favorita.
“Você pode ver como Chris é uma figura de proa dentro e fora do campo”, diz Groom. “Todos os caras são profissionais, mas o efeito dele na equipe, como capitão, é profundo. A ligação ao seu país é profunda. Como professora de inglês, adoro a etimologia das palavras e a inspiração – do latim inalarrespire – é tão apropriado aqui. Ele dá vida a eles. O momento também é perfeito. Temos Wellington e Auckland na A-League (principalmente australiana), depois este Kiwi na Premier League cujo nome está lá em cima nas paradas com Erling Haaland e Mo Salah. Todo mundo na Nova Zelândia sabe quem é Chris Wood agora. Certa vez, tive um teste malsucedido no Manchester United e ver Chris marcar (o terceiro decisivo) em Old Trafford recentemente… bem, quem poderia imaginar isso?
Como atacante, Groom somou 22 partidas pela Nova Zelândia na década de 1980 e conheceu Wood, aos nove anos, quando dirigia uma escola de futebol de estilo brasileiro em Hamilton, na virada do século. Grande admirador de Ronaldinho, Groom queria impregnar as crianças com o espírito de jogo bonitomesclando futsal e habilidades de rua e fazendo da alegria a base do esporte. Ele está agora com 66 anos e essa alegria ainda o faz entrar em campo todas as semanas.
Groom também era treinador de futebol na vizinha St Paul’s Collegiate School, que Wood frequentou desde o ensino médio. “Não estávamos no topo na época, mas começamos a jornada e Chris fez parte dessa ascensão”, diz ele. “Apenas algumas escolas jogam na competição nacional e tivemos que passar por um torneio satélite.
“Chegou o nosso último jogo e eu disse aos meninos: ‘Precisamos fazer uma declaração, vencer e estaremos entre os 10 primeiros e passaremos.’ Estávamos perdendo por 3 a 0 a 15 minutos do fim, então Chris fez três gols e vencemos nos pênaltis. Depois ele se aproxima calmamente e me diz: ‘Esse é o nosso top 10, treinador.’ Fiquei simplesmente surpreso.
“Lembro-me de outro jogo contra o Cambridge, assistindo à margem em uma (caixa térmica). Cobramos uma falta dentro do círculo central, não pensei nada a respeito, apenas olhei para cima quando Chris acertou por cima da cabeça do goleiro. Quero dizer, quem faz isso? Ele tinha aquela mistura de audácia, autoconfiança, consciência e habilidade. Mas sempre foi sustentado pela humildade.”
Nessa época, aos 15 anos e já atingindo sua agora imponente estrutura de 1,80 m, Wood também jogava futebol sênior pelo Hamilton Wanderers no Porritt Stadium. Um cenário suburbano imaculado, como os campos de críquete da Nova Zelândia, possui um belo banco de grama para os espectadores – um ponto de vista que provou ser o catalisador para a carreira profissional de Wood.
Roger Wilkinson, um experiente treinador inglês e discípulo de John Cartwright no Crystal Palace, trabalhava como assistente no Hamilton Wanderers; o último papel em uma carreira que o levou à Nova Zelândia e aos EUA. O técnico principal, Mark Cossey, comandava as coisas desde a linha lateral, enquanto Wilkinson preferia observar o movimento desde a colina. O que ele viu em Wood, toda fisicalidade e expectativa, foi um nível acima.
após a promoção do boletim informativo
“Chris era natural”, diz Wilkinson, 79 anos, que ainda é local. “Foi como mágica. Sempre que ele estava no box ele encontrava um quintal – ou fazia um quintal – e simplesmente terminava. Eu estava voltando para a Inglaterra para trabalhar no West Brom naquela época (em 2007) e o recomendei para um teste. Eles gostaram do que viram imediatamente. Eles tinham uma ótima academia, crianças muito boas.
“Lembro-me que uma vez o pegaram para a pré-temporada e ele estava andando descalço, eles tiveram que dizer a ele ‘você não pode fazer isso na Inglaterra com todo o lixo nas nossas calçadas’. A mudança de sua mãe, Julie, no início também o ajudou. Tony Mowbray, um excelente técnico, não teve problemas em colocá-lo no estranho time titular aos 17 anos e foi embora. Mas ele sempre foi tão maduro e sensato.”
Para um correspondente de críquete fora de pista em turnê, esses são os tipos de traços de caráter observados observando os notavelmente resilientes Black Caps da Nova Zelândia ao longo dos anos. Veja também Eddie Howe, do Newcastle, expressando sua satisfação pelo altruísta Wood ter sucesso com Forest, mesmo que aquela venda de £ 15 milhões em 2023 – o que parece um corte agora – tenha sido seguida por um sublime hat-trick no retorno ao St James’ Park último Natal.
“Os objetivos fazem as pessoas se sentarem”, diz Groom. “Mas, como Eddie disse, é esse altruísmo. Ele era assim na escola, onde mesmo como destaque nunca olhava para os companheiros de maneira diferente ou se esquivava. Quando ele perde uma chance, seu foco não diminui nem um pouco. Ele está pronto para o próximo. Tão nivelado. Eu só queria ter sido o mesmo quando joguei.
“O futebol é um mundo intransigente e com todos esses clubes ele teve altos e baixos, momentos em que foi vaiado ou questionado. Mas ele sempre permaneceu tão resistente. Só me pergunto se tudo isso poliu uma joia que agora brilha. O grande Wynton Rufer (Werder Bremen e Nova Zelândia) foi eleito o jogador do século XX da Oceania. Mas você poderia argumentar que Chris o superou.”
Os aplausos deixam este torcedor do Forest em particular um pouco nervoso, no entanto, com o contrato de Wood prestes a ser renovado e, portanto, tecnicamente capaz de negociar com clubes estrangeiros a partir de janeiro. “Ele tem sido bom para Forest e Forest tem sido bom para ele”, diz Groom, de forma tranquilizadora. “Talvez seja um simples caso de: ‘Vamos renovar nossos votos.’” Do sinuoso Waikato às margens do Trento, a história de Wood com Forest parece uma história com capítulos ainda a serem escritos.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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