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NATO reúne-se com foco no apoio a Kyiv – DW – 12/03/2024

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Pular a próxima seção É improvável que a Ucrânia receba convite para adesão na reunião da OTAN

03/12/20243 de dezembro de 2024

É improvável que a Ucrânia receba convite para adesão na reunião da OTAN

OTAN os membros estão indo para Bruxelas na terça-feira para participar da última reunião de alto nível da OTAN antes de o governo Biden deixar o cargo no próximo mês.

Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 32 estados membros da NATO reunir-se-ão em Bruxelas, onde reunirão apoio para Ucrânia estará no topo da agenda antes do retorno do presidente eleito Donald Trump à Casa Branca em janeiro.

O Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, deverá “discutir as prioridades para a segurança transatlântica, incluindo o apoio à luta da Ucrânia contra a invasão da Rússia, o aprofundamento da cooperação com os parceiros do sul da OTAN no Médio Oriente, Norte de África e regiões do Sahel, e a preparação para a próxima cimeira no Haia”, disse o Departamento de Estado dos EUA.

No entanto, segundo diplomatas, A esperança da Ucrânia num convite de adesão provavelmente não serão cumpridas, pois não há indicação de que os membros da OTAN tenham concordado com tal decisão.

“Levaremos semanas e meses para chegar a um consenso”, disse um diplomata sênior da OTAN, sob condição de anonimato, à agência de notícias Reuters na segunda-feira. “Não vejo isso acontecendo amanhã, ficaria muito surpreso.”

Um alto funcionário dos EUA disse que a reunião se concentraria no aumento do apoio à Ucrânia, para que ela ficasse na posição mais forte possível no próximo ano, “entrando em possíveis negociações”.

“A melhor maneira de fazer isso é aumentar o dinheiro, as munições e a mobilização”, disse o funcionário.

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03/12/20243 de dezembro de 2024

Zelenskyy agradece a Scholz pela visita a Kiev

Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy expressou gratidão ao chanceler alemão Olaf Scholz pela sua visita a Kyiv na segunda-feira.

“Hoje, o chanceler Scholz visitou a Ucrânia. Tivemos uma discussão extensa – uma das reuniões bilaterais mais longas, num formato especial, com duração de mais de duas horas e meia”, disse Zelenskyy, ao mencionar que o foco principal da conversa foi ” defesa aérea e fortalecendo nossa proteção dos céus.”

Ele mencionou que a Alemanha é o número um na Europa no que diz respeito à ajuda à Ucrânia: “Quero agradecer pessoalmente ao Chanceler, bem como a toda a Alemanha – que está tão firmemente ao nosso lado. É vital para a Ucrânia que o nível de apoio alemão não diminuir no futuro.”

Zelenskyy e Scholz examinando drones durante a visita de Schol'z à Ucrânia
Scholz viu drones ucranianos produzidos em conjunto com a Alemanha durante sua viagem a KievImagem: Aliança de foto/imagem Efrem Lukatsky/AP

Zelenskyy disse que Scholz “viu armas ucranianas específicas produzidas em conjunto com a Alemanha que podem influenciar significativamente a situação na frente”.

Zelenskyy agradeceu às empresas alemãs que estão a trabalhar com a Ucrânia e disse que “discutiu os próximos contactos com os nossos parceiros europeus nas próximas semanas, bem como as negociações planeadas para este mês” com Scholz.

“Olaf, quero agradecer-lhe pessoalmente e estendo minha gratidão ao seu país – obrigado, Alemanha!” Zelenskyy disse.

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03/12/20243 de dezembro de 2024

EUA anunciam US$ 725 milhões em ajuda militar, incluindo minas

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, anunciou na segunda-feira um pacote de mísseis, munições, minas antipessoal e outras armas no valor de 725 milhões de dólares (cerca de 690 milhões de euros) para a Ucrânia.

Isto vem como o A administração cessante de Biden busca aumentar as entregas antes da transferência do poder para o presidente eleito, Donald Trump, em janeiro, em meio a dúvidas sobre como isso poderia impactar a posição de Washington sobre o conflito.

Blinken disse em comunicado que o pacote incluiria mísseis Stinger, munições para Sistemas de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (ou HIMARS), drones e minas terrestres, entre outros itens.

“Os Estados Unidos e outras 50 nações estão unidos para garantir que a Ucrânia tenha as capacidades necessárias para se defender contra a agressão russa”, disse Blinken.

A Rússia tem obtido ganhos no leste da Ucrânia nos últimos meses e Ataques aéreos russos ameaçam a rede energética com a chegada do inverno.

É a primeira vez em décadas que os EUA exportam minas terrestres antipessoalsendo a sua utilização controversa devido ao potencial de prejudicar civis e de contaminação de áreas a longo prazo.

No entanto, nem a Rússia nem os EUA são partes no Tratado de Ottawa de 1997, que proíbe a sua utilização. A Ucrânia começou a solicitá-los logo após a invasão da Rússia.

Trump convoca Keith Kellogg para negociar a paz entre Ucrânia e Rússia

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IMF/AB (Reuters, AFP, DPA, AP)

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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