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Netanyahu diz que os líderes do Hamas poderão deixar ‘Gaza – DW – 30/03/2025
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Primeiro Ministro Israel Benjamin Netanyahu disse no domingo que Israel Pressão militar no grupo militante palestino Hamas em Gaza estava trabalhando.
Falando durante uma reunião de gabinete, Netanyahu disse que o grupo, que é designado como uma organização terrorista por Israel, EUA, Alemanha e outros, deve deitar as armas.
Os comentários do primeiro -ministro israelense vieram como o Egito, o Catar e os Estados Unidos continuaram os esforços para intermediar um cessar -fogo em Gaza que garantiria a liberação dos reféns restantes mantidos pelo Hamas.
No domingo, ataques israelenses em Gaza continuaram enquanto os muçulmanos comemoravam o primeiro dia de Eid al-Fitr, matando pelo menos oito na área do sul de Khan Younis, incluindo cinco crianças.
Os palestinos em Gaza comemoram o Eid
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Netanyahu diz que as negociações para a liberação de reféns em andamento
Netanyahu negou que Israel não estivesse envolvido em negociações destinadas a garantir a liberação de reféns mantidos pelo Hamas, pois liderou ataques ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023, matando 1.200 israelenses e levando 251 pessoas reféns. As autoridades israelenses estimam o dos 59 ainda em cativeiro, 24 estão vivos.
“Estamos negociando sob fogo”, disse Netanyahu, argumentando que a estratégia de negociação era eficaz. “Podemos ver rachaduras começando a aparecer” no que o grupo exigiu em suas negociações.
Israel tem sido Envolvido em operações aéreas e depois fundamentais em Gaza Com as autoridades de saúde do enclave do Hamas dizendo que mais de 50.200 palestinos foram mortos desde os ataques de 7 de outubro.
Um cessar -fogo frágil, que viu semanas de relativa calma em Gaza pela primeira vez em mais de um ano, bem como o lançamento de dezenas de reféns israelenses, entrou em colapso em 18 de março Quando Israel retomou seus ataques ar e terrestre no território palestino.
No sábado, um alto funcionário do Hamas disse que o grupo havia aprovado uma nova proposta de cessar -fogo apresentada pelos mediadores, pedindo a Israel que a apoiasse.
Mais tarde, o escritório de Netanyahu confirmou que havia recebido a proposta, dizendo que Israel havia apresentado uma contraproposta “em plena coordenação com os EUA”.
Quão forte é o Hamas após quase 18 meses de guerra em Gaza?
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Israel garantirá Gaza para permitir o plano de Trump, diz Netanyahu
Netanyahu também disse que Israel garantiria a segurança geral em Gaza e “permitiria a implementação de o plano Trump – O plano de migração voluntária. “
“Esse é o plano, não o escondemos, estamos prontos para discuti -lo a qualquer momento”, disse Netanyahu, acrescentando que “os líderes do Hamas poderão deixar Gaza”.
O plano controverso foi apresentado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, logo após assumir o cargo. O objetivo é deslocar à força os palestinos em Gaza para os países vizinhos, principalmente o Egito e a Jordânia, e transformar o enclave devastado em um resort de propriedade dos EUA.
Na semana passada, o gabinete de Israel aprovou uma proposta para estabelecer uma nova diretoria para promover a “partida voluntária” dos palestinos de Gaza.
O plano de Trump foi amplamente rejeitado, especialmente pelos palestinos e países árabes vizinhos. O Egito liderou uma campanha oferecer uma contraproposta que veria a reconstrução de Gaza sem o deslocamento de seus cidadãos.
Os moradores de Gaza dizem que não têm intenção de deixar sua terra natal, enquanto a ONU alertou que o plano dos EUA poderia equivaler à limpeza étnica e violar o direito internacional.
Proposta de Trump de assumir a reação global de Gaza Sparks
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RMT/SMS (AFP, Reuters)
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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