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Netflix mostra os assassinos do governador acreano Edmundo Pinto; jornalista contesta

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A história do assassinato do Governador Edmundo Pinto é recontada no 6º episódio, de 43 minutos, na 4ª Temporada, da série Investigação Criminal (Netflix) 2018.

Aos 38 anos, o governador do Acre, Edmundo Pinto, foi assassinado com dois tiros na madrugada de 17 de março de 1992, no apartamento 704, do Hotel Della Volpe, na rua Frei Caneca, no centro de São Paulo.

A polícia inicialmente considerou como principal hipótese crime político, motivado por disputas no Acre, e corrupção envolvendo obras do Canal da Maternidade, em Rio Branco. Entretanto, ao final do inquérito, afirmou tratar-se de roubo seguido de morte, latrocínio, que é uma espécie de crime contra o patrimônio, e não contra a vida.

A propósito, o governador foi assassinado um dia antes de depor numa CPI do Congresso sobre as obras do Canal da Maternidade, o que seria muita coincidência.

Segundo informações, três quartos no mesmo andar do hotel eram ocupados por funcionários da construtora Odebrecht, que realizava a obra investigada pela CPI. O governador iria depor em Brasília, como testemunha.

Entretanto, a polícia de São Paulo concluiu o inquérito, afirmando tratar-se de latrocínio (roubo seguido de morte), porque foram roubados de Cr$ 500 mil a Cr$ 600 mil do governador, e US$ 1.500 de um hóspede norte-americano.

Edmundo Pinto, ex-governador do Acre, morto em 1992

Edmundo Pinto, ex-governador do Acre, morto em 1992.

A série “Investigação Criminal” reúne casos policiais famosos no Brasil.

Casos policiais famosos ocorridos no Brasil são o assunto de “Investigação Criminal. A produção, de Carla Albuquerque, se propõe a mostrar todo o processo de investigação desses crimes, debruçando-se sobre a cronologia dos fatos e seu desfecho, passando pela motivação dos criminosos e pelos detalhes técnicos e científicos da apuração.

O caso levado ao ar, na quarta temporada, é o de Edmundo Pinto, que ocupava o cargo de governador do Acre, quando foi morto, em 1992, após ‘ser assaltado em um hotel’ em São Paulo, disse a polícia civil do estado.

Faltavam 48 horas para ele depor em uma CPI sobre desvio de fundos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

O EPISÓDIO NA NETFLIX

A brutal morte do jovem governador do Acre no início da década de 1990, Edmundo Pinto de Almeida Neto, morto a tiros em São Paulo, em 1992, rendeu um episódio na quarta temporada da série Investigação Criminal. O episódio com mais de 40 minutos conta a investigação que sucedeu a morte de Edmundo Pinto, morto a tiros no Hotel Della Volp Gardem, localizado em São Paulo.

Como no roteiro dos demais episódios, a série da Netflix se propôs a traçar os momentos pós-assassinato, a investigação criminal ouvindo agentes de segurança e peritos que atuaram no caso que nunca foi desvendado. Em 1992, foram presos três acusados do assassinato, mas que jamais revelaram os nomes dos mandantes. Os acusados acabaram mortos dentro da cadeia onde cumpriam pena.

De acordo com o que é relatado na série da Netflix, os criminosos roubaram uma pequena quantia em dinheiro, Cr$ 500 mil e 1.500 de outro hóspede. Versão até hoje contestada por familiares, amigos e jornalistas.

O assassinato ocorreu menos de 48 horas antes do governador Edmundo Pinto prestar depoimento perante à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Congresso que investigaria desvios de recursos destinados à construção do canal da maternidade. A respeito do assassinato, embora que houvesse suspeita de queima de arquivo, a polícia concluiu que o assassinato de Edmundo Pinto foi latrocínio. Com informações de Gina Menezes.

 

JORNALISTA CONTESTA VERSÃO DA POLÍCIA: ‘FOI CRIME ENCOMENDADO’, DIZ.

Veja o vídeo:

 

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Chuva desta sexta-feira alaga ruas e invade casas de diversos pontos em Rio Branco

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A forte chuva que atingiu Rio Branco na tarde desta sexta-feira (22) causou diversos transtornos a motoristas e moradores alagando ruas e invadindo casas na capital. Um trecho da Rua L 366, no Loteamento Santa Helena, é um dos que estão alagados. A água invadiu a residência de alguns moradores, que reclamaram da situação ao ContilNet.

De acordo com a gerente comercial, Ana Medeiros, que teve a casa alagada, essa não é a primeira vez que a situação acontece e causa transtornos aos moradores. Ela reclama do material utilizado nas obras realizadas pelo Ruas do Povo que dificulta o escoamento da água.

“Quando chove muito assim, isso acontece. Eles colocaram um cano muito fino de esgoto e a chuva está muito forte e água não desce. Entupiu o cano da saída da casa para a rua, então a água entrou para dentro de casa. Estou perdendo todas as minhas coisas”, relatou Ana.

A gerente comercial disse que além da sua rua, outra que fica ao lado do Parque de Exposições Marechal Castelo Branco também está alagada. “As casas estão debaixo d´água, tem residência que a água está encostando no joelho”, disse.

Medeiros explicou que tentou entrar em contato com o engenheiro da construtora para ver a possibilidade de enviar uma máquina para auxiliar os moradores, mas não conseguiu contato.

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Justiça do Acre solta prefeito de Senador Guiomard, André Maia, e advogado Wellington Frank, acusados de corrupção

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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André Maia é solto, mas está impedido de assumir a prefeitura por seis meses, determina relator do processo.

O prefeito de Senador Guiomard, André Maia, preso em dezembro passado durante a Operação Sarcófago, deflagrada pela Polícia Federal, foi solto na tarde desta sexta-feira, 22. Em ordem de soltura assinada pelo desembargador relator do processo, Laudivon Nogueira.

Durante a ação da PF, também foram presos outras quatro pessoas, entre elas o secretário de Finanças do município, Deusdete Cruz e o advogado Wellington Frank.

Mesmo posto em liberdade, Maia não poderá reassumir o cargo de prefeito, tendo em vista que o relator do processo, desembargador Laudivon Nogueira, determinou a suspensão do gestor do exercício das funções públicas pelo prazo máximo de seis meses. A mesma determinação vale para Deusdete Cruz que está impedido de responder pela Secretario de Finanças de Senador Guiomard.

Além disso, André Maia, Deusdete Cruz e Wellington Frank deverão comparecer pessoalmente em juízo a cada 30 dias para informar e justificar suas atividades e estão proibidos de acessar e/ou frequentar qualquer edifício, repartição ou local onde funcione representação ou serviço público do município de Senador Guiomard, inclusive a sede da prefeitura.

Os investigados também não poderão se ausentar do Estado, devendo permanecer na cidade em que residem enquanto a investigação estiver em andamento, só podendo deixar o município, para ir a outros do Estado, mediante prévia autorização da Justiça.

Entenda o caso

Em dezembro de 2018 André Maia foi preso suspeito de comprar favores e apoio político, desvio verba públicas e fraude em licitações com superfaturamentos de aproximadamente R$ 5 milhões.

Na época da operação, a polícia afirmou ter indícios de que o prefeito pagava um “mensalinho” no valor de R$ 3 mil para seis vereadores integrantes de sua base aliada.

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Polícia Federal deflagra operação de combate à organização criminosa em Cruzeiro do Sul/AC

Acrenoticias.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Polícia Federal deflagrou nesta data, 22, a Operação CARTHAGO, com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar, na qual foram expedidos 43 mandados judiciais. Até o momento, foram cumpridos 14 mandados de busca, 13 mandados de prisão em Cruzeiro do Sul, 1 em Porto Walter e 2 em Marechal Thaumaturgo.

Também foram cumpridos 9 mandados de prisão de presos custodiados na Unidade Prisonal Manoel Nery, em Cruzeiro do Sul.
A Operação Cartago é resultado de uma investigação que teve início há um ano, com o objetivo de reprimir o tráfico de drogas e combater organizações criminosas que atuavam na região.

Durante o período de investigações foram apreendidos aproximadamente 100 quilos de entorpecentes.
“Carthago delenda est”…
A expressão era comumente usada entre 264 a.C. e 146 a.C., durante o período de guerra entre Roma e Cartago. A tradução seria algo como “Cartago deve ser destruída”. Hoje, há quem use a expressão para se referir a algo que precisa ser feito, a uma ação que deve ser tomada.

Comunicação Social – Delegacia de Polícia Federal de Cruzeiro do Sul/AC

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