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Nicolas Jackson negou e o Chelsea empatou sem gols com o Everton | Primeira Liga

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Andy Hunter at Goodison Park

O A era do Friedkin Group no Everton começou com o fim do mandato de Farhad Moshiri, com um empate sem gols contra um clube londrino que sonhava no topo da Premier League, e um fortalecimento dos argumentos de Sean Dyche para o trabalho de estabilização que os novos proprietários exigem. O Chelsea perdeu a chance de chegar ao topo da Premier League, já que a série de oito vitórias consecutivas em todas as competições foi interrompida em Goodison Park.

A insistência de Enzo Maresca em que Chelsea falta de experiência e pedigree para uma disputa sustentada pelo título ganhou crédito enquanto seus jogadores lutavam contra a defesa resoluta do Everton. A equipa de Dyche teve as oportunidades mais claras e, apesar de não ter aproveitado nenhuma, deixou a equipa mais satisfeita ao final de alguns dias importantes para o clube.

O jogo inaugural da nova era do Everton começou com um clima terrível e sem descanso em campo até que o Chelsea construiu seu primeiro ataque significativo aos 26 minutos. A equipa de Dyche ofereceu controlo, mas pouca criatividade, como tantas vezes acontece, enquanto os visitantes lutaram para esticar a defesa compacta do Everton. Idrissa Gueye foi uma complicação adicional para o Chelsea, mantendo-se próximo de Cole Palmer enquanto Dyche tentava conter o craque que destruiu seu lado em Stamford Bridge na temporada passada.

A paciência do Chelsea quase foi recompensada quando Moisés Caicedo e Pedro Neto se combinaram para finalmente libertar Palmer pela esquerda do Everton. Nicolas Jackson acertou com força o centro rasteiro de Palmer, apenas para Jordan Pickford defender com as pernas. Malo Gusto, transferido para lateral-esquerdo na ausência do castigado Marc Cucurella, cabeceou por cima na recuperação.

Essa fuga deu início a um período dominante para a equipa de Maresca, mas as oportunidades claras continuaram escassas. Jackson cabeceou contra a trave quando Axel Disasi acertou escanteio de Enzo Fernández. A bola rebateu na direção de Gusto, cujo chute desviou ao lado com um leve toque em Pickford. Foi uma sorte para o goleiro do Everton ter feito contato com a bola depois de se lançar ao desafio. Ele estaria em sérios apuros caso contrário.

Jack Harrison vê o seu remate ser defendido por Robert Sánchez. Fotografia: Chris Brunskill/Fantasista/Getty Images

O adversário de Pickford, Robert Sánchez, foi testado apenas uma vez antes do intervalo, desviando um remate de Orel Mangala que se dirigia para o canto inferior, depois de o Everton ter ultrapassado Iliman Ndiaye e Abdoulaye Doucouré.

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Uma série de confrontos mesquinhos – Levi Colwill e Pickford, James Tarkowski e Jackson, Tarkowski e Fernández, Tarkowski e Disasi – interrompeu o ímpeto de uma disputa sem intercorrências. O Chelsea pelo menos atuou com maior urgência no segundo tempo, mas não com a astúcia ou a vanguarda exigida de um time que busca chegar ao topo da tabela. Primeira Ligaainda que brevemente. A melhor abertura coube a Jack Harrison, do Everton, quando foi encontrado completamente desmarcado dentro da área do Chelsea, após um cruzamento inteligente de Ndiaye. Harrison teve tempo para controlar e escolher a sua posição, mas não conseguiu vencer Sánchez à queima-roupa.

O Everton criou outra excelente oportunidade para abrir o marcador quando dois suplentes, Beto e Jesper Lindstrøm, combinaram com Mangala para furar a defesa do Chelsea. Sánchez desviou o remate rasteiro de Lindstrøm para Ndiaye, que parecia certo de converter, até que Tosin Adarabioyo fez um bloqueio vital no seu remate para a baliza.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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