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Nível de alerta mais alto aumentado enquanto Filipinas se preparam para o supertufão Usagi | Notícias meteorológicas
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A agência meteorológica alerta para marés “com risco de vida” na zona costeira à medida que outra tempestade tropical se forma no Pacífico.
As Filipinas emitiram seu alerta máximo de tempestade e evacuaram milhares de pessoas enquanto se preparam para o supertufão Usagi, o quinta tempestade a atingir o país em três semanas.
Com ventos sustentados de até 185 km/h (115 mph), Usagi deve atingir a parte norte da ilha principal de Luzon, já atingida pela tempestade, na quinta-feira, de acordo com a agência meteorológica nacional.
“É provável que aterrisse na intensidade do supertufão ou perto dela”, disse a agência PAGASA em seu último boletim, acrescentando que as rajadas podem atingir até 230 km/h (143 mph). Luzon é a região agrícola mais populosa do país.
O presidente Ferdinand Marcos Jr pediu na quinta-feira aos residentes das áreas afetadas que “atendam ao alerta” dos governos locais.
“Para aqueles que receberam ordem de evacuação, façam-no para sua própria segurança”, disse ele.
UM série de tempestades já matou 159 pessoas nas últimas semanas e levou as Nações Unidas a solicitar 32,9 milhões de dólares em ajuda para as regiões mais afetadas.
A agência meteorológica nacional alertou que os ventos podem causar “danos quase totais em estruturas de materiais leves, especialmente em zonas costeiras altamente expostas”, e “danos pesados” em edifícios considerados de “baixo risco”.
“Chuvas intensas a torrenciais” e ondas costeiras potencialmente “ameaçadoras de vida” de até 3 metros (9 pés) também foram previstas durante dois dias, com o alerta de tempestade elevado ao nível mais alto em uma escala de cinco etapas.
A agência meteorológica pediu a todos os navios que permanecessem no porto ou se abrigassem imediatamente.
Na província nortenha de Cagayan, onde supertufão espera-se que chegue ao continente, as autoridades trabalharam sob a chuva para transportar os residentes ao longo da costa e nas margens dos rios já cheios.
“Ontem foram evacuações preventivas. Agora estamos a fazer evacuações forçadas”, disse Edward Gaspar, responsável local por desastres, à agência de notícias AFP por telefone, acrescentando que 1.404 residentes estavam abrigados num ginásio municipal.
“Há muito mais evacuados nas aldeias próximas, mas não tivemos tempo de visitá-los e contá-los”, disse ele.
O chefe da defesa civil de Cagayan, Rueli Rapsing, disse que espera que os governos locais levem 40 mil pessoas para abrigos, aproximadamente o mesmo número que foi evacuado preventivamente antes Tufão Yinxingque atingiu a costa norte de Cagayan no início deste mês.
Mais de 5.000 residentes de Cagayan ainda estavam em abrigos após as tempestades anteriores, enquanto o rio Cagayan, o maior do país, permanecia cheio devido às fortes chuvas que caíram em várias províncias rio acima.
Depois de Usagi, a tempestade tropical Man-yi também deverá atingir a capital Manila neste fim de semana.
Cerca de 20 grandes tempestades e tufões atinge o país ou as águas circundantes todos os anos, provocando inundações, matando dezenas de pessoas e mantendo milhões na pobreza duradoura.
Os investigadores dizem que as tempestades na região Ásia-Pacífico estão a formar-se cada vez mais perto das costas, intensificando-se mais rapidamente e durando mais tempo em terra devido às alterações climáticas.
As Filipinas também são frequentemente atingidas por terremotos e têm mais de uma dúzia de vulcões ativos, o que as torna um dos países mais propensos a desastres do mundo.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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