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No dia Nacional do Braille, CAP realiza atividades de conscientização em Rio Branco
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Nesta segunda-feira, 8 de abril, é celebrado em todo o país o Dia Nacional do Sistema Braille. Para comemorar a data, o Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAP), realizará nesta semana diversas atividades alusivas ao tema.
O objetivo segundo a coordenadora do Centro, Hyrla Mariano, é sensibilizar e conscientizar a população da importância de ensinar o deficiente visual a ler e escrever, para que o aluno possa conquistar sua autonomia tanto na escola quanto na vida em sociedade.
“Precisamos pensar que as políticas públicas devem incentivar o uso da leitura e escrita em Braille para garantir o processo de autonomia e inclusão da pessoa com cegueira ou baixa visão”, disse a coordenadora.
A programação teve início a partir das 7h30 desta segunda-feira, com uma panfletagem, com a participação do contador de histórias Luis Eduardo, nas proximidades do órgão, logo em seguida haverá um workshop sobre produção de livros acessíveis.
As atividades comemorativas acontecem até a próxima quarta-feira (10). A ação envolve atividades de ação formativa sobre mediação de leitura inclusiva, reuniões de grupo de trabalho e sessões de cinema acessível com a exibição de filmes com audiodescrição. A instituição está localizada no bairro Estação Experimental, em Rio Branco.
Sobre o CAP
O CAP faz parte da Coordenação de Educação Especial, da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) e atua há 19 anos no Acre, realizando trabalho de apoio no processo de inclusão educacional da pessoa com deficiência visual em seu processo de escolarização. O Centro é composto por três núcleos: Núcleo de Produção, Núcleo Tecnológico e Núcleo de Formação.
A coordenadora ressaltou que o Centro desenvolve serviços não apenas de formação, mas também de produção e uso da tecnologia assistiva, voltada para o atendimento das pessoas com deficiência visual no estado e oferta formação continuada na intenção de subsidiar professores, usuários e comunidade.
“A formação de professores através dos cursos na área da deficiência visual também configura um trabalho essencial, pois possibilita aos docentes terem mais contato com recursos diferenciados na atuação com o aluno que tem cegueira ou baixa visão. Também fazemos o acompanhamento nas escolas quanto à orientação e mobilidade, que ajuda os alunos a aprender técnicas para se locomoverem com mais segurança e autonomia”, explicou.
Conforme a coordenadora do CAP-AC, existe um número expressivo de alunos com Baixa Visão, que muitas vezes demoram a ser diagnosticados. O Centro realiza um acompanhamento junto às escolas para identificar esses alunos e para suprir as necessidades específicas de cada um. Atualmente, cerca de 60 alunos são acompanhados pelo CAP.
“Esse ano, ainda estamos fazendo identificação dos alunos, mas atendemos alunos com cegueira e baixa visão, matriculados na Rede Pública, além de alunos em outras etapas de ensino, como graduação e pós. Baseando-se no ano passado, temos mais de 60 alunos acompanhados, seja com a produção de materiais ou mesmo atendimento de Tecnologia Assistiva”, contou Hyrla.
Braille
O Sistema Braille é um processo de escrita e leitura baseado em símbolos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada. Pode-se fazer a representação tanto de letras, números e símbolos existentes, como os de informática, fonética e até de partituras musicais. Dessa forma, é possível formar combinações e representar assim todas as palavras.
São 63 combinações que, aplicadas aos diferentes contextos, permitem a leitura de tudo o que é representado na escrita comum. O sistema Braille adapta-se perfeitamente à leitura tátil, pois os seis pontos em relevo podem ser percebidos pela parte mais sensível do dedo com apenas um toque. A leitura é feita da esquerda para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo.
Dia Nacional do Braille
O dia 8 de abril foi escolhido como o Dia Nacional do Sistema Braile em homenagem ao nascimento de José Álvares de Azevedo, o primeiro professor cego brasileiro. Ele estudou o método Braile em Paris.
Lá aprendeu a recém-criada técnica de Braille e, ao voltar ao Brasil, ensinou e espalhou o novo sistema de educação para cegos pelo país.
Devido a sua importante contribuição para a melhoria no aprendizado das pessoas com deficiência visual, esse professor recebeu o título de “Patrono da Educação para Cegos no Brasil”.
O Dia Nacional do Sistema Braille existe no nosso país desde 2010.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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18 horas atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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