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No Espaço Cultural da Calma, governo apresenta programação variada durante Semana de Conscientização sobre o Autismo
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1 ano atrásem
Alessandra Machado
Por Victor Hugo dos Santos da Costa (estagiário)
Com a aproximação do Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, a ser celebrado na próxima quarta-feira, 2, o Espaço Cultural da Calma, no Via Verde Shopping, com apoio da Fundação Elias Mansour (FEM) e da Universidade da Amazônia (Unama), prepara uma programação especial de 1º a 5 de abril.
A iniciativa busca promover a visibilidade de pessoas neurodivergentes e ampliar o conhecimento da população sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
As atividades começam com oficinas e triagem, e também esclarecimentos de dúvidas sobre a intervenção ABA, com fisioterapeuta.
A partir das 19h acontecem as palestras no auditório da Unama, no Via Verde Shopping, com a participação de Rauana Batalha Albuquerque Mendes, pós-graduada em Intervenção ABA para autismo, que ministrará a palestra “Conhecendo o Autismo pelo lado de dentro do espectro”.
Logo após, a psicóloga Carolina Pisano, psicóloga, mestre em Educação e especialista em Psicologia Clínica, abordará os desafios da maternidade atípica.
Já o professor da Universidade Federal do Acre, Reginâmio Bonifácio, discutirá os aspectos da paternidade atípica. A psicóloga e mestre em ABA, Celeste Costa, encerra o evento falando sobre os Vícios Digitais.
A semana seguirá com uma série de atividades, incluindo oficinas, exposições de livros e pinturas, além de assistência terapêutica, fonoaudiológica, neuropsicológica, terapêutica e análise comportamental.
Eloilma Lima, coordenadora do Espaço Cultural da Calma, ressalta a importância de a população acreana desenvolver consciência sobre o cuidado com essa comunidade.
“É necessário saber como lidar e interagir com eles de uma maneira afetiva. Esse é o momento para a população vir até o Espaço Cultural da Calma, para falarmos sobre conscientização. A conscientização é vida”, destacou.
Programação:
Dia 1º (terça-feira)
14h – Oficina de organização de brinquedos.
15h às 19h – Vivência com a fisioterapeuta, prancha de equilíbrio; Triagem e esclarecimento de dúvidas sobre a intervenção ABA; Pinturas; atendimento ao público da Defensoria Pública do Estado.
19h – Palestra – Os Vícios Digitais.
19h30 – Palestra – Os desafios da paternidade atípica.
20h – Palestra – Conhecendo o Autismo pelo lado de dentro do espectro.
Dia 2 (quarta-feira)
10h- Roda de conversa com o especialista: Dúvidas e acolhimento.
Dia 3 (quinta-feira)
15h às 18h – Exposição de sala de recurso multifuncional e Panfletagem.
Dia 4 (sexta-feira)
15h às 19h: Fonoaudióloga; Neuropsicóloga; Assistente Terapêutica; Psicólogo Clínico e Analista do Comportamento.
Dia 5 (sábado)
16h – Experiência Sensorial e Suas Respostas Comportamentais – No Meu Mundo.
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16 horas atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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