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No Irã, o Conselho Supremo do Ciberespaço se manifesta a favor do levantamento da proibição do WhatsApp, imposta desde 2022
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O Conselho Supremo do Ciberespaço do Irão, responsável pela gestão de questões relacionadas com a Internet e o ciberespaço no país, votou na terça-feira, 24 de dezembro, pelo levantamento da proibição do WhatsApp, informou a agência de notícias oficial IRNA. O aplicativo de mensagens estava sujeito a restrições há mais de dois anos no país.
A IRNA esclareceu que também foi adotado o levantamento da proibição da aplicação Google Play e que estas medidas foram aprovadas “ por voto unânime dos membros do Conselho Supremo do Ciberespaço. “Este é o primeiro passo no plano para suspender as restrições”acrescentou IRNA.
« Hoje demos o primeiro passo para levantar as restrições à Internet com (…) consenso »declarou por sua vez no X o Ministro das Comunicações, Sattar Hashemi. Presidente iraniano Massoud Pezeshkianque assumiu o cargo em julho, prometeu durante a sua campanha aliviar as restrições de longa data ao uso da Internet.
Decisão controversa
Depois dos protestos lançados em 2022 pela morte sob custódia de Mahsa Aminiuma jovem presa por violar o rígido código de vestimenta, o Irã bloqueou o Instagram e o WhatsApp, os aplicativos mais usados desde que YouTube, Facebook, Telegram, Twitter e TikTok foram banidos nos últimos anos.
Esta decisão gerou controvérsia no Irão, com os críticos das restrições a dizerem que os controlos eram dispendiosos para o país. “As restrições só trouxeram raiva e custos adicionais para a vida das pessoas”declarou terça-feira no X, um conselheiro presidencial, Ali Rabiei.
Mas esta decisão não é unânime entre os líderes políticos iranianos. Segundo o diário reformista Shargh, 136 deputados dos 290 membros do Parlamento enviaram uma carta ao Conselho Supremo para o Ciberespaço para se oporem ao levantamento da proibição, o que seria um “presente aos inimigos” do Irã.
Segundo o jornal, os deputados pediram que o acesso a plataformas online restritas seja permitido apenas “se estiverem apegados aos valores da sociedade islâmica e respeitarem as leis do Irão”.
O mundo com AFP
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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre
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11 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.
Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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