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No Líbano do pós-guerra, o Hezbollah lida com um novo relacionamento com o estado | Israel ataca o Líbano
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Beirute, Líbano – O Hezbollah reuniu milhares de seus apoiadores para o funeral de seu líder de longa data Hassan Nasrallah, que foi morto em um ataque aéreo israelense em setembro.
O funeral em 23 de fevereiro foi uma oportunidade para o grupo libanês enviar uma mensagem: apesar das perdas que sofreu nos últimos meses, ainda é forte e não deve ser subestimado.
Mas os analistas disseram à Al Jazeera que a demonstração da força não compensa o impacto da guerra de Israel contra o Hezbollah, que viu grande parte da liderança do grupo morta e uma parcela significativa de seu arsenal militar supostamente destruído.
Quando um cessar -fogo foi finalmente anunciado em 27 de novembro, o Hezbollah ficou agredido e exausto.
O cessar -fogo afirmou que o Hezbollah se retiraria ao norte do rio Litani e longe da fronteira do Líbano com Israel, enquanto as forças israelenses deixariam o sul do Líbano e um exército libanês recém -capacitado controlaria o sul.
Dias depois, o Hezbollah perdeu um de seus aliados mais cruciais, o regime sírio de Bashar al-Assad, que caiu em uma oposição de raios ofensiva.
Agora se encontra em uma encruzilhada.
O Hezbollah enfraqueceu
“O Hezbollah está em uma posição difícil”, disse Imad Salamey, consultor sênior de políticas do Oriente Médio e professor associado de ciência política e assuntos internacionais da Universidade Americana Libanesa, ao Al Jazeera, acrescentando que o grupo está “enfrentando seu momento mais fraco em décadas”.
Antes de setembro, o Hezbollah era o ator político mais influente do Líbano e supostamente um dos atores não estatais mais armados do mundo. Foi formado para repelir uma invasão israelense na década de 1980, manteve -se contra um grande confronto com Israel em 2006 e construiu seu arsenal e mão de obra desde então.
Ele tem sido frequentemente descrito como um “estado dentro de um estado” e também fornece serviços importantes para seus apoiadores muçulmanos predominantemente xiitas – uma comunidade historicamente esquecida e mal atendida pelo Estado libaneso.
Um dia após os ataques do Hamas ao sul de Israel e ao sul de uma guerra genocida a Gaza em outubro de 2023, o Hezbollah entrou na briga, envolvendo Israel ao longo da fronteira para pressionar para parar de atacar Gaza. Sua intervenção foi muito esperada, dado que a posição do Hezbollah há muito tempo em apoio à Palestina e contra Israel.

O conflito aumentou em setembro quando Hezbollah pagers e walkie-talkies explodiram Nos ataques culpados por Israel. Israel também foi lançado Um dia de ataques aéreos Em todo o Líbano, em 23 de setembro, que matou pelo menos 558 pessoas, principalmente civis. Os ataques aéreos continuaram e, quatro dias depois, Nasrallah foi morto. Muitos dos líderes militares e religiosos do Hezbollah também foram mortos desde então, incluindo o sucessor de Nasrallah, Hashem Safieddine, no início de outubro.
Israel destruiu a infraestrutura e as casas em todo o Líbano, visando partes do país onde os muçulmanos xiitas – a base de apoio do Hezbollah – ao vivo, como o sul e o leste do Líbano e os subúrbios do sul de Beirute. Ele invadiu o Líbano em outubro, particularmente devastando o sul, onde eliminou aldeias inteiras.
O Hezbollah foi deixado militarmente enfraquecido e incapaz de lutar agora contra Israel da mesma maneira que costumava.
“(Novo Secretário-Geral do Hezbollah Naim) Qassem herdou um Hezbollah mais fraco de seu predecessor Nasrallah, e será interessante ver se ele seria tão inteligente de um navegador, dado que muito do sucesso de Jasrallah, que é um dos nastras, o sucesso de Jasralher, que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é um dos nádicos, o que é um dos novos nastrantes, que é um dos novos nastrantes, o que é um dos novos nastra, o sucesso de Jasralher.
“Se eles decidem ou não adotar uma metodologia completamente diferente ou não é o que veremos nos próximos meses”.
Um novo sistema político e uma raiva alavancada
As outras fontes da força do Hezbollah têm sido o apoio que recebe do Irã, tanto material através da Síria quanto financeiro, manifestado nos sistemas de apoio social que executou e em sua representação e influência política.
No entanto, à medida que a atenção internacional aumentava no Líbano após o cessar -fogo, seu parlamento foi incentivado a selecionar um novo presidente e primeiro -ministro no início de janeiro, encerrando dois anos de paralisia do governo.
Pela primeira vez desde 2008, o Hezbollah e seu Partido Irmão Shia, Amal, não conseguiram nomear todos os xiitas que concederam um portfólio ministerial no novo gabinete.
“O Hezbollah não tem mais os meios financeiros, de apoio iraniano ou opções militares claras para resistir a essas mudanças”, disse Salamey.
Para tirar o melhor proveito da situação, o Hezbollah tentou alavancar o que pode, Karim Safieddine, um escritor político libanês e estudante de doutorado em sociologia na Universidade de Pittsburgh, disse à Al Jazeera.
“O objetivo do Hezbollah hoje é multifold”, disse Safieddine.
“(Eles querem) desenvolver o ressentimento da comunidade xiita na busca de consolidar o controle sobre ela, encontre uma maneira de navegar no fato de que está enfrentando desafios financeiros extremos – usar apoio internacional ao governo é uma maneira, mas também ao localizar crédito – (e) continuam a justificar os armas em nome do Estado e a fraqueza contínua de israelenses”, violação de violações ””.

Enquanto muitos libaneses deslocados começaram a retornar ao sul após o cessar -fogo, Israel usou a cessação dos ataques do Hezbollah para continuar ocupando muitas aldeias e Entre nos outros pela primeira vez. O governo libanês acusou Israel de violar os termos do cessar -fogo por não se retirar do sul do Líbano e não interromper seus ataques a pessoas e aldeias.
Em 18 de fevereiro, Israel anunciou que continuaria ocupando pelo menos cinco pontos -chave No Líbano, mas agora, o exército libanês é responsável pela segurança no sul, não pelo Hezbollah – e alguns criticaram o exército por não libertar a terra e proteger adequadamente o povo do sul.
Sem dinheiro
O Hezbollah prometeu pagar pela reconstrução e já começou a avaliar danos e distribuir fundos, disseram aos moradores dos subúrbios do sul de Beirute e dos moradores do sul do Líbano a Al Jazeera.
O Banco Mundial estimou que US $ 3,4 bilhões em danos foram causados às estruturas e quase 100.000 unidades habitacionais em todo o país foram danificadas ou destruídas.
O dano está além das capacidades reduzidas do Hezbollah.
Além de ficar de fora, os analistas disseram que o Hezbollah agora reconhece que precisa permitir que o governo progrente para atrair financiamento estrangeiro crucial que ajudará a reconstruir a destruição generalizada causada pelos ataques de Israel.
Jogo de espera e ver
O Hezbollah apoiou a escolha majoritária para o presidente, o chefe militar Joseph Aoun e, embora não apoiasse a Salam Nawaf para o primeiro -ministro, nem concordou com todos os assentos do gabinete, seus parlamentares ainda deram recentemente aos parlamentares um voto de confiança de Salam recentemente.
“O Sheikh Naim Qassem enfatizou … a política de estender a mão para a nova era e dar à época e ao governo a chance de desempenhar seu papel na proteção das fronteiras, libertando os territórios libaneses ocupados e a reconstrução”, disse Qassem Kassir, um analista político libanês que se acreditava perto de Hezbollah, disse Al Jaze.
“É claro que a base de apoio do partido tem comentários sobre o desempenho do presidente Joseph Aoun e do primeiro -ministro Nawaf Salam, mas isso não muda a posição positiva do partido.”
Alguns mídias locais afiliadas ao Hezbollah reivindicam pressão externa e apoio ao governo isolaram o Hezbollah.

O editor-chefe de Al Akhbar, Ibrahim al-amine, escreveu em um editorial recente que, através de Salam, “os americanos e os sauditas querem que o Hezbollah não seja diretamente representado no governo” e “quebrar o monopólio da representação do governo”.
“As críticas do partido ao governo decorrem de sua frustração”, disse Salamey. “O Hezbollah não tem mais os meios financeiros, de apoio iraniano ou opções militares claras para resistir a essas mudanças”.
“Por enquanto, o Hezbollah tem pouca escolha a não ser se adaptar a essa situação desvantajosa e esperar que as condições mudem a seu favor”, disse Salamey.
Mesmo com o Hezbollah em uma posição um tanto enfraquecida em relação ao estado, isso não significa que seu apoio de base esteja indo a lugar algum.
“Para … os principais apoiadores, acho que isso os tornará mais apegados ao Hezbollah, porque eles colocarão isso na dimensão mais ampla da conspiração”, disse Ali Hashem, correspondente da Al Jazeera. “Isso poderia alimentá -los para serem ainda mais agressivos ao refletir o ponto de vista”.
Ele acrescentou que outros membros da comunidade xiita, que historicamente receberam serviços sociais e outros do Hezbollah, podem adotar uma abordagem de espera e ver para o novo governo e ver se ele pode preencher o vazio criado pelo enfraquecimento do Hezbollah.
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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