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No pódio da COP29, os países do Sul exigem ação e financiamento

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Uma sucessão de testemunhos sobre as consequências das alterações climáticas face a cadeiras deixadas vazias pelos líderes dos principais países. Terça-feira, 12 de novembro, durante o segundo dia do dia 29e Conferência das Partes sobre o Clima (COP29) em Baku, Azerbaijão, quase 80 líderes mundiais subiram ao pódio, um após o outro.

Nem os Estados Unidos, nem a China, nem a Índia, nem o Canadá, nem o Japão enviaram representantes. O mesmo se aplica a países importantes na diplomacia climática, como a França ou a Alemanha. Ausências que deixaram espaço para cerca de trinta líderes africanos, representantes de “pequenas ilhas” ou países da Ásia Central, todos atingidos pela intensificação dos “riscos” climáticos e preocupados com a crise do multilateralismo perturbado pelas guerras na Ucrânia, Gaza, Líbano, Iémen … “Os cordões à bolsa abrem-se para financiar a guerra, mas fecham-se quando se trata de financiar a transição climática”declarou Mohamed Muizzu, presidente das Maldivas.

Todos criaram suas próprias palavras para descrever a avalanche de desastres. Emmerson Dambudzo Mnangagwa, Presidente do Zimbabué, falou sobre a “Seca devastadora que perturba muitos aspectos da vida dos nossos habitantes”. Philip Isdor Mpango, vice-presidente da Tanzânia, calculou que o seu país estava a perder “2% a 3% do seu produto interno bruto (PIB)” por causa das mudanças climáticas. Tiemoko Meyliet Koné, vice-presidente da Costa do Marfim, alertou “os dois milhões” dos seus compatriotas “quem poderia cair na pobreza extrema”. Sadyr Japarov, Presidente do Quirguizistão, ficou comovido com o derretimento dos glaciares enquanto “a vida quotidiana de muitas pessoas que vivem a jusante depende destes ecossistemas”. Todos vieram também para mostrar a sua boa vontade, para falar sobre planos nacionais de adaptação ou políticas de mobilidade mais verdes implementadas.

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Mas todos também foram a Baku para questionar os países desenvolvidos. “Temos que mudar nossas casas. Onde encontraremos dinheiro para fazer isso?perguntou Ahmed Abdullah Afif Didi, vice-presidente das Seicheles. Houve muitos compromissos na COP28, na COP27, na COP26… Vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para garantir que as nossas palavras se transformem em ações. »

O tema crucial desta COP29 emergia assim um pouco mais cada vez que os representantes do “Sul” discursavam. Durante os próximos dez dias, os negociadores trabalharão para navegar entre interesses muitas vezes divergentes para desembaraçar os fios do Nova meta coletiva quantificada (NCQG). Este texto deve substituir o objetivo de 100 mil milhões de dólares (94 mil milhões de euros) de ajuda dos países desenvolvidos aos em desenvolvimento, que só foi alcançado em 2022, com dois anos de atraso – ou 116 mil milhões de dólares, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre

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O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.

A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira

Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.

 



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