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No Senegal, fim de uma campanha tensa para as eleições legislativas

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Au Senegala campanha eleitoral para as eleições legislativas antecipadas, marcadas para domingo, 17 de novembro, termina num ambiente tenso, por vezes pontuado pela violência. Terça-feira, a pedido do Primeiro-Ministro, Ousmane Sonko, chefe de lista do Partido dos Patriotas Africanos do Senegal pelo Trabalho, Ética e Fraternidade (Pastef), foi improvisada uma reunião na capital, a poucas dezenas de metros de distância. a casa de Barthélémy Dias, actual presidente da Câmara de Dakar e chefe de lista da coligação de oposição Samm Sa Kaddu.

Segunda-feira, O Sr. Sonko apelou aos seus activistas para “dever de responder” derramar “vingança” os ataques a alguns dos seus activistas em Saint-Louis, no norte do país, pelos quais acusou a coligação do Sr. Dias de ser responsável. “Que cada ato de violência sofrido por Pastef desde o início da campanha, que cada patriota atacado e ferido seja vingado de forma proporcional”, ele escreveu no Facebook, assinando o retorno de assado assado (uma variação wolof da lei da retaliação).

Em reacção a estas observações, a coligação do Sr. Dias denunciou uma “apelo ao homicídio assumido pelo atual primeiro-ministro”relatando que ela mesma havia sido alvo de “ataques múltiplos”.

Ousmane Sonko apelou finalmente ao apaziguamento, após o anúncio do Ministério do Interior da detenção de 81 pessoas, 77 das quais são membros de segurança da coligação Sam Sa Kaddu. “Não ataque ninguém. Desative tudo, mas permaneçamos vigilantes »ele declarou.

Pastef almeja maioria absoluta

A primeira violência eclodiu assim que a campanha eleitoral foi lançada. No final de Outubro, a sede da campanha de Barthélémy Dias em Dakar foi incendiada, enquanto brigas entre ativistas eclodiram em todo o paíscausando várias dezenas de feridos, segundo a ONG Fórum Civil. “As eleições legislativas constituem uma questão de poder muito forte, tanto para a oposição como para as autoridades no poder, daí esta tensão permanente”analisa Maurice Soudieck Dione, professor associado de ciência política na Universidade Gaston-Berger (UGB) em Saint-Louis.

Estas eleições legislativas antecipadas foram convocadas no início de setembro pelo presidente, Bassirou Diomaye Faye, eleito em 24 de março com 54% dos votos, mas que se encontra sem maioria na Assembleia Nacional. No total, nada menos que 41 listas de coligação e partidos políticos foram validados pela Direcção-Geral de Eleições para se apresentarem nesta votação de uma volta, tanto maioritária (para os 112 funcionários eleitos departamentais) como proporcional (para os 53 funcionários eleitos). nacional).

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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