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Nokia volta com tudo e lança smart com câmera poderosa

Acrenoticias.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O Nokia X71 é o primeiro smartphone da marca com câmera frontal “dentro” da tela. Apresentado pela Nokia nesta terça-feira (2), o celular traz design arrojado e câmera tripla. A ficha técnica do dispositivo conta com componentes intermediários, como o processador Snapdragon 660, da Qualcomm e tela Full HD+ com tecnologia IPS.

Já com relação ao sistema operacional, o smartphone traz o Android One na edição 9 Pie. O produto chega ao mercado taiwanês no dia 30 de abril por preços a partir de 11.400 novos dólares taiwaneses, aproximadamente R$ 1.425 em conversão direta, sem impostos.

O grande diferencial do modelo fica por conta das câmeras. O sistema, que é triplo, combina sensores de 48 megapixels, 8 MP e 5 MP. Como cada uma dessas câmeras corresponde a uma lente de ângulo diferente, o celular permite criar as fotos no modo retrato. Resgatando o que acontecia nos PureView, o Nokia X71 oferece lentes com ótica da Carl Zeiss. A câmera frontal, que fica dentro da tela, traz sensor de 16 megapixels. A posição do componente é um ponto interessante no design mais arrojado do telefone.

A tela traz tecnologia IPS, inferior ao OLED e suas variantes, que são unanimidade entre os smartphones mais caros. O X71 tem display de 6,39 polegadas e resolução Full HD+, contada em 2316 x 1080 pixels.

Com processador Snapdragon 660, um octa-core de 2,2 GHz, o Nokia X71 não tem fôlego para bater de frente com modelos top de linha de outras marcas. Com relação à memória RAM, o telefone chega com 6 GB de RAM, enquanto o armazenamento do dispositivo é de 128 GB, sendo possível ainda utilizar um cartão microSD. O celular também conta com leitor de impressões digitais na traseira, saída de 3,5 mm para fones de ouvido e interface USB-C. A bateria, que oferece tecnologia de recarga rápida, tem capacidade máxima de 3.500 mAh.

Em termos de sistema operacional, a Nokia oferece o Android One na edição 9 Pie, o que significa que o smartphone vai receber atualizações com frequência. Além disso, o dispositivo vai rodar a interface do Android puro, sem modificações da fabricante. O modelo fica disponível na Ásia a partir do final do mês, e ainda não há previsão de chegada ao Brasil.

Informações de TECHTUDO

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Analfabetismo no Brasil cai entre 2016 e 2018 de 7,2% para 6,8%

Agência Brasil, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O analfabetismo no Brasil caiu entre 2016 e 2018. Na faixa entre 15 anos ou mais, passou de 7,2% em 2016 para 6,8% em 2018. No ano passado, eram 11,3 milhões de pessoas nesta condição.

Na comparação com 2017, a queda de 0.1 ponto percentual corresponde a menos 121 mil analfabetos entre os dois anos. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Educação 2018 (Pnad Educação), divulgada hoje (19), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, o analfabetismo no Brasil está diretamente associado à idade. Quanto mais velho o grupo populacional, maior a proporção de analfabetos.

Nas pessoas de 60 anos ou mais, a taxa declinou de 20,4% para 18,6%, o mais alto percentual entre as faixas de idade. A taxa de 2018 equivale a quase 6 milhões de analfabetos.

O percentual de mulheres é maior (19,1%) que o dos homens (18%), mas quando a análise é entre 15 ou mais anos, as mulheres têm taxa menor (6,6%) do que os homens (7%). Segundo o IBGE, entre os mais velhos, o analfabetismo, em grande parte, ocorre por questões demográficas, como o envelhecimento da população.

Apesar da queda no analfabetismo, o Brasil pode não cumprir a meta de erradicação em 2024 para a faixa de 15 anos ou mais. Segundo a analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE (Coren), Marina Aguas, a queda verificada entre 2016 e 2018 é significativa em termos estatísticos, mas até 2024 muita coisa pode acontecer.

“Tem uma meta intermediária que foi de 2015, que era do analfabetismo ser de 6,5%. Até agora a gente não cumpriu a meta intermediária e a erradicação do analfabetismo em 2024. Para alcançarmos essa erradicação, os desafios são grandes, mas para acontecer vai depender do que a política pública vai fazer por este grupo para que essas pessoas sejam alfabetizadas”, observou a analista.

🌎Cor ou raça

Na análise de cor ou raça a diferença é grande. Em 2018, 3,9% das pessoas de 15 anos ou mais analfabetas eram brancas, enquanto as pessoas pretas ou pardas eram 9,1%.

Com 60 anos ou mais, a diferença é ainda maior. As brancas são 10,3% e as pretas e pardas, 27,5%.

🌎Analfabetismo por regiões

Embora tenha registrado no período 2017 e 2018 uma queda de 14,48% para 13,87% na faixa de 15 anos ou mais, o Nordeste é a região com maior percentual, seguido do Norte (7,98%), Centro-Oeste (5,40%), Sul (3,63%) e Sudeste (3,47%). As diferenças se mantêm na faixa de 60 anos ou mais. No Nordeste são 36,87, no Norte 27,02%, no Centro-Oeste 18,27%, no Sul 10,80% e no Sudeste 10,33%.

🌎Nível de instrução

Outro dado que chamou atenção no Brasil em termos educacionais entre 2016 e 2018 foi o percentual maior de pessoas que concluíram pelo menos as etapas básicas de educação obrigatória, que é chegar, no mínimo, ao ensino médio completo.

A taxa subiu de 45% em 2016 para 47,4% em pessoas com 25 anos ou mais. Em 2018, as mulheres nesta situação (49,5%) eram em maior quantidade que os homens (45%).

As pessoas brancas somavam 55,8%, enquanto as pretas e pardas, 40,3%. Quando a análise se refere aos sem instrução, o percentual caiu de 7,8% para 6,9%.

Para o IBGE, como as trajetórias educacionais variam ao longo da vida, o indicador é melhor avaliado entre as pessoas que já poderiam ter concluído o processo regular de escolarização, em geral, em torno dos 25 anos.

Também nesses dados, as diferenças regionais chamam atenção. No Nordeste, apesar do número de pessoas com ao menos a etapa do ensino básico completo ter crescido em 2018 (38,9%), ainda é baixo em relação às outras regiões.

No Centro-Oeste é de 48,7%, no Sul ( 45,7%), no Norte (43,6%) e no Sudeste (53,6%). “É uma diferença grande”, disse Marina Aguas.

🌎Metodologia

A Pnad Contínua levanta trimestralmente, por meio de questionário básico, informações sobre as características básicas de educação para as pessoas de 5 anos ou mais de idade.

A partir de 2016, começou a incluir o módulo anual de educação, que, durante o segundo trimestre de cada ano civil, amplia a investigação dessa temática para todas as pessoas da pesquisa.

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Moro detalha ataque a celular pessoal em audiência no Senado

Acrenoticias.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou em audiência da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado Federal detalhou o ataque hacker sofrido em seu celular.

Moro afirma que recebeu a informação de que celulares de procuradores envolvidos na operação Lava Jato foram alvo de ataques. No dia 4 de junho por volta das 18h deste ano, o aparelho de Moro teria sido afetado.

“Eu estava com ele em cima da minha mesa, eu vi, fizeram três ligações com meu próprio número”, afirma. Depois disso, uma pessoa enviou uma mensagem a Moro perguntando se ele havia entrado no Telegram, aplicativo de mensagens com os conteúdos vazados.

O ministro afirma que não utiliza o aplicativo desde 2017.

“Em princípio, o conteúdo do meu celular não foi acessado, Não temos nenhuma evidencia nesse sentido”, afirma. Moro explica que o aparelho foi investigado pela PF (Polícia Federal) no mesmo dia.

Giuliana Saringer, do R7

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