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Nordduell in der Bundesliga: Unsere KSV Holstein reist zu Werder Bremen
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2 anos atrásem
Für unsere Störche geht es am zehnten Spieltag an die Weser. Am Samstag heißt der Gegner Werder Bremen. Anpfiff im Weserstadion ist um 15.30 Uhr.
Ein Wiedersehen am zehnten Spieltag: Der SV Werder Bremen und ihr Cheftrainer Ole Werner empfangen am Samstag unsere Störche. Werner stand von 2019 bis 2021 in mehr als 70 Partien unserer KSV Holstein als Coach an der Seitenlinie. Am Osterdeich feierte der ehemalige KSV-Profi jüngst sein 100. Pflichtspiel als SVW-Coach.
Die Bremer mussten zuletzt einen Rückschlag hinnehmen. Mit 1:4 unterlag man Borussia Mönchengladbach und rutschte auf den zehnten Tabellenplatz ab. Zuvor waren die Grün-Weißen wettbewerbsübergreifend in drei Partien ohne Niederlage geblieben. Gegen den VfL Wolfsburg (4:2) in der Bundesliga sowie gegen den SC Paderborn (1:0) im DFB-Pokal gab es Siege, zudem erkämpfte sich Werners Mannschaft im letzten Heimspiel ein 2:2-Remis gegen Bayer Leverkusen.
Die jüngste Niederlage zeigte jedoch, woran es bei den Bremern hapert: Mit 20 Gegentoren stellen sie eine der schwächsten Abwehrreihen der Liga. Darüber hinaus zeigte man sich im heimischen Weserstadion bisher nicht in bester Verfassung: Erst zwei Punkte sowie zwei Heimtore stehen diese Saison zu Buche. Doch die Punktgewinne gegen Leverkusen und Dortmund sowie die Siege gegen Mainz, Hoffenheim und Wolfsburg zeigen, dass mit dem SVW ein gefährlicher Gegner auf unsere Störche wartet.
Mit einem überragenden Auswärtssupport im Rücken wird das Team von KSV-Cheftrainer Marcel Rapp alles geben, um an die gute Leistung gegen den 1. FC Heidenheim anzuknüpfen – und Punkte an die Kieler Förde mitzunehmen.
Personelle Situation
Neben Colin Kleine-Bekel (Reha nach Kreuzbandriss) und Andu Kelati (Knieprobleme) fallen auch Carl Johansson (Knieprobleme) und Alexander Bernhardsson (muskuläre Probleme) für das Auswärtsspiel aus.
Inklusionsspiel am Samstag
Am Spieltag findet um 11 Uhr ein Inklusionsspiel zwischen Werder Bremen und unserer KSV Holstein statt. Die Partie findet unweit des Stadions auf den Plätzen 13a und 14a statt. Die Partie ist frei zugänglich.
Faninfos
In Bremen werden 4.100 Holsteinfans erwartet. Es wird keine Tageskasse geben. Das Stadion öffnet 90 Minuten vor Anpfiff. Der Gästeeingang befindet sich am Tor 11 (Stehplätze) und am Tor 11a (Sitzplätze). Der Eingang ist über die Straße „Auf dem Peterswerder“ zu erreichen. Der Materialeinlass erfolgt rechts vom Stehplatzeingang. Im Weserstadion kann ausschließlich bargeldlos bezahlt werden. Eine Abgabestelle für Taschen und Rucksäcke ist vorhanden, jedoch nur begrenzt. Bitte auch die Schließfächer am Bahnhof nutzen.
Die Aufgänge im Gästeblock sollen freigehalten werden. Das Mitführen sowie das Konsumieren von Cannabis ist nicht gestattet. Es gilt außerdem die Aufforderung, im Weserstadion nicht zu rauchen. Sollten sich Fans belästigt fühlen, können sie mit dem Codewort „Kennst du MIKA?“ oder über die Telefonnummer 0421-434594000 Hilfe anfordern. Im Innenbereich des Tors 11 ist zudem eine Sanitätswache stationiert.
Für euch sind am Spieltag auch unsere Fanbeauftragten Margarethe Bahlmann (Tel. 01573-8301843) und Tim Hinzpeter (Tel. 0176-76748178) vor Ort. Zudem sind vom Fanprojekt mit dabei: Jérôme Mühlstädt, Jonas Kaiser und Mathias Woloszyn (Tel. 0176-16380226).
Anreise
Mit dem PKW: Direkt am Weserstadion und in unmittelbarer Nähe sind keine Parkplätze für PKW vorhanden. Aus diesem Grund steht für Anreisende der Park-and-Ride-Platz (P+R) am Hemelinger Hafen zur Verfügung, welcher ab der Autobahnabfahrt A1 Hemelingen (#55) ausgeschildert ist. Von dort führt ein P+R-Verkehr direkt zum Stadion. Das Gebiet rund um das Weserstadion ist bei allen Heimspielen ab 2,5 Stunden vor Anstoß bis kurz nach Spielende für den Individualverkehr gesperrt.
Mit Reisebussen: Am Stadion stehen begrenzt Parkplätze für Reisebusse zur Verfügung. Diese müssen im Vorfeld über die Fanbeauftragten reserviert werden. Die Adresse für das Navigationsgerät lautet: Osterdeich 90, 28205 Bremen. Nicht angemeldete Busse nutzen bitte wie PKW das P+R-System Hemelinger Hafen.
Mit dem ÖPNV: In direkter Stadionnähe halten die Straßenbahnlinien 10 (Richtung Sebaldsbrück) sowie Linie 2 (Richtung Sebaldsbrück). Diese beiden Linien halten an der Haltestelle St. Jürgen Straße. Die Linie 3 (Richtung Weserwehr) hält an der Haltestelle Weserstadion. Die Eintrittskarte gilt am Spieltag als Fahrticket für Busse und Bahnen von BSAG und VBN.
Hier könnt ihr das Spiel verfolgen
Sky überträgt live im Pay-TV.
Unser Liveticker (liveticker.holstein-kiel.de) liefert ab 15 Uhr alles Wissenswerte rund um das Spiel, mit Anpfiff um 15.30 Uhr dann aktuelle Zwischenstände, Fotos und Interviews.
Zudem schaltet R.SH regelmäßig live in das Weserstadion.
Lasse Rosenboom vor dem Auswärtsspiel in Bremen:
Die Pressekonferenz vor #SVWKSV:
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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