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‘Nós somos todos Natasha’: reivindicações de assédio sexual do senador Roil Nigéria | Nigéria

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'Nós somos todos Natasha': reivindicações de assédio sexual do senador Roil Nigéria | Nigéria

Eromo Egbejule in Abidjan

Em julho passado, o terceiro homem mais poderoso da Nigéria deu um pedido de desculpas raro no chão do Senado que ele chega.

Godswill Akpabio castigou sua colega Natasha Akpoti-Uduaghan por falar fora de turno, dizendo: “Não estamos em uma boate”. Mas depois de receber o que ele disse, foi um dilúvio de insultar mensagens de texto dos nigerianos, ele pediu desculpas publicamente alguns dias depois.

Nas últimas semanas, os dois estiveram no centro de uma briga política que tomou o país, depois de uma entrevista que Akpoti-uduaghan deu à emissora surgir na TV no final de fevereiro, em que ela acusou Akpabio de assédio sexual.

Godswill Akpabio. Fotografia: AP Photo/AP

Ela alegou que em um incidente Akpabio havia dito a ela que uma moção que ela estava tentando avançar poderia ser colocada no Senado se ela “cuidasse” dele. Em outro, ela disse que, em um tour pela casa dele, ele havia dito a ela – enquanto segurava a mão dela – “Vou criar tempo para passarmos momentos de qualidade aqui. Você vai gostar. ”

Akpabio negou as alegações.

Akpoti-uduaghan enviou uma petição ao Senado alegando assédio sexual, mas em 6 de março o comitê de ética o abordou por motivos processuais. Também entregou a ela uma suspensão de seis meses sem pagamentocitando seu comportamento “indisciplinado e disruptivo” durante um argumento não relacionado no Senado sobre acordos de assentos.

Revisões de clube Natasha. Fotografia: Natasha Akpoti / Facebook

As acusações dominaram conversas e destacaram questões de direitos de longa data do país no país socialmente conservador, onde nenhuma mulher jamais foi eleita governadora, vice-presidente ou presidente.

Apenas quatro mulheres servem no Senado de 109 membros, uma queda das sete senadoras eleitas em 2015. O número de mulheres na Câmara dos Deputados de 360 ​​membros também diminuiu, de 22 em 2015 para 17.

Em uma entrevista por telefone de Nova York na segunda-feira da semana passada, horas antes de falar sobre o assunto em uma sessão conjunta do sindicato inter-parlamentar e da ONU, Akpoti-uduaghan criticou sua suspensão. “Isso foi orquestrado para silenciar minha voz”, disse ela. “Essa ação é um ataque à democracia … não estou me desculpando por falar minha verdade.”

Grupos de direitos das mulheres condenaram sua suspensão, e centenas de mulheres e meninas marcharam nos estados de Lagos, Enugu, Edo e Kaduna na quarta -feira, durante um protesto “somos todos Natasha”, convocado pela coalizão da Sociedade Civil Womanifesto.

As mulheres participam das celebrações internacionais do Dia da Mulher em Lagos, em um país que permanece socialmente conservador. Fotografia: Domingo Alamba/AP

“Sua suspensão e o processo que o levaram foi uma demonstração simbólica de vergonha”, disse Ireti Bakare-Yusuf, uma emissora de rádio e fundadora da Fundação Purple Women, sem fins lucrativos, que faz parte de Womanifesto.

Ahmed Tijani Ibn Mustapha, porta-voz da Akpabio, disse a petição de Akpoti-uduaghan, alegando que o assédio sexual não seguiu as diretrizes porque ela havia assinado e assinou-o em vez de pedir a outro senador que o faça.

Ele também disse que, depois de refinar a petição corretamente, o Senado iniciou uma investigação de quatro semanas sobre as reivindicações.

Akpoti-uduaghan, um senador do Partido Democrata Popular da oposição (PDP) do Estado Central de Kogi, tentou primeiro entrar na política em 2019 com uma corrida para o governador de Kogi. Bandidos supostamente leais à decisão do Congresso Todos os Progressistas (APC) a zombaram durante a campanha, Chamá -la de trabalhadora do sexo e, em uma ocasião, atacando ela e seu motorista. “Isso definitivamente não é uma eleição”, disse ela a repórteres no momento. “Isso é quase como uma zona de guerra.”

Quatro anos depois, na véspera da eleição do Senado que ela estava contestando, partes das principais estradas que levavam ao distrito foram escavadas durante a noite. Ela acusou a APC de tentar impedi -la de fazer campanha. As autoridades disseram que eram protegendo os moradores Contra ataques terroristas, citando uma explosão de bomba de dezembro de 2022 por um afiliado do Estado Islâmico.

Ela perdeu a eleição, mas em novembro de 2023 um tribunal anulou os resultados, abrindo caminho para ela se tornar uma das senadoras mais jovens da Nigéria.

Akpabio, um veterano político, foi objeto de outra alegação de assédio sexual de um ex -funcionário público em 2020. Ele negou a alegação na época e disse recentemente que processaria seu acusador. Ele já havia chegado às manchetes em 2018, quando previu uma vitória nas eleições para seu partido da APC por Comparações de desenho com a invasão da Polônia por Hitler. No ano passado, logo após se tornar presidente do Senado, ele esteve envolvido em outra controvérsia quando um senador foi suspenso por dizer que havia inconsistências no orçamento.

Após a suspensão de Akpoti-uduaghan, outros senadores se uniram em torno de Akpabio, um poderoso aliado do presidente do país, Bola Tinubu.

Um senador do sexo masculino disse que Akpoti-uduaghan fabricou as reivindicações porque ficou irritada com sua remoção como presidente de um cobiçado comitê do Senado em fevereiro. As senadoras atuais rejeitaram suas reivindicações na TV nacional, enquanto uma ex-senadora disse que as alegações de Akpoti-uduaghan eram “um sinal de fraqueza” e que o assédio sexual aconteceu apenas nas escolas.

“Os senadores do sexo masculino não me surpreendem”, disse Bakare-yusuf, da reação. “Eles planam até o básico do preto e branco para justificar seu egoísmo. Quanto às senadoras, decepcionadas é um eufemismo (mas) como todas as estruturas hegemônicas, o patriarcado também tem guardiões. ”

Após sua acusação, uma falsa alegação de que Akpoti-uduaghan havia nascido seis filhos por seis homens diferentes surgiram nas mídias sociais. A porta -voz do Senado disse que um beijo que ela compartilhou com o marido nas instalações do Senado antes de enviar sua petição era “indizível” e um ato de “criação de conteúdo”. Nas últimas duas semanas, multidões de manifestantes pró-Akpabio apareceram em público para abusar dela em Abuja.

“Os políticos ficaram do lado do presidente do Senado, que eles acreditam ter o poder de conceder favores a eles … e os pobres foram pagos por aqueles que têm mais dinheiro para protestar”, disse Glory Ehiremen, analista sênior da Advisor de Risco Geopolítico de Lagos, SBM Intelligence.

Alguns senadores da oposição visitaram Akpoti-uduaghan para mostrar apoio. Ela também disse que recebeu e -mails de apoio de mulheres em toda a Nigéria, incluindo algumas que tinham medo de falar sobre suas próprias experiências. “Na Nigéria, a maioria das mulheres que são assediadas sexualmente nos locais de trabalho nem dizem aos maridos porque têm medo de serem julgados”, disse ela.

À medida que o episódio se desenrola, mais mulheres estão elogiando sua bravura, mas poucos acham que o momento #MeToo da Nigéria chegou.

Ehiremen disse que uma cultura arraigada de impunidade era uma barreira à justiça. “A elite nigeriana não pode obter justiça, a menos que tenha alianças com os ‘poderosos'”, disse ela. “Não importa o nigeriano comum.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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