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Notre Dame: mil estátuas e esculturas soterradas são descobertas sob a Catedral de Paris
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1 ano atrásem
A Catedral de Notre Dame, em Paris, volta a ser notícia, após a reinauguração deste mês. Uma equipe de arqueólogos encontrou soterradas centenas de fragmentos de estátuas, esculturas de calcário de homens e santos, incluindo relevos da Paixão de Cristo e o Salvador.
No total são 1.000 fragmentos desenterrados pela equipe do Institut National de Recherches Archéologiques Préventives (INRAP), que fazia escavações sob as fundações, para a restauração do prédio histórico, que pegou fogo há 5 anos.
Um jubé, – rood screen – tela de coro do século XIII que separava o coro e o santuário da vista do público, está entre os achados arquitetônicos mais significativos, informou o Art News.
Paixão de Cristo
Pertencente à língua saxônica, “rood” significa cruz, e ficava no centro do transepto e bloqueava a visão dos camponeses de ver o santuário. Era considerado uma maravilha da escultura europeia pré-moderna, e centenas de peças dele e sua ornamentação foram recuperadas.
Isso inclui padrões florais e relevos da Paixão de Cristo, incluindo cenas famosas como a Última Ceia, a Crucificação e a Ressurreição.
A maioria dos fragmentos recuperados tem vestígios dos pigmentos que antes coloriam toda a tela.
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Pode haver mais
Christophe Besnier e sua equipe do INRAP acreditam que mais restos da tela estão enterrados sob o próprio coro, que estava fora do escopo de seu local de escavação. Eles tiveram pouco tempo para a escavação porque o presidente Emanuel Macron queria reabrir o monumento para as Olimpíadas.
Restos carbonizados das primeiras vigas de madeira mostram como as construções originais empregavam carvalhos gigantes centenários, cortados à mão.
Eles eram entalhados com suportes especiais para cordas que os teriam unido enquanto flutuavam pelo Sena até a pequena ilha onde a catedral está localizada.
Primeira a usar ferro na construção
Também foram encontrados grampos de ferro pesados, de 10 a 20 polegadas de comprimento, usados para unir certas pedras, que datam dos primeiros períodos de construção de Notre Dame, por volta de 1160 d.C.
Isso a torna a primeira catedral gótica da Europa a usar ferro como material de construção.
Por enquanto, o restante da tela da sacada permanecerá sob o prédio recém-reaberto. Nenhuma missão para recuperá-la está em andamento porque a França queria que o público aproveitasse sua amada e icônica catedral sem interrupções.
Mas os trabalhos devem ser retomados para descobrir essa parte escondida da história de Note Dame.
Uma parte do jubé, – rood screen – tela de coro do século XIII encontrada sob Notre Dame. Foto: Hamid Azmoun/INRAP
Achados arqueológicos sob a pavimentação da Catedral de Notre Dame, 2024. – Foto: Sami Karaali/AFP/Getty Images
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
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