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Nova Zelândia vence a Copa do Mundo T20 após o heroísmo de Melie Kerr surpreender a África do Sul | Copa do Mundo T20 Feminina 2024

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Raf Nicholson

A Nova Zelândia garantiu o primeiro título da Copa do Mundo T20, derrotando a África do Sul por 32 corridas, após um esforço gigantesco da versátil Melie Kerr, que foi eleita a melhor jogadora do torneio.

Depois de marcar a melhor pontuação com 43 em 38 bolas, Kerr mal conseguiu andar por causa das cãibras causadas pelo calor de Dubai, mas mesmo assim arrebatou os postigos de Laura Wolvaardt e Anneke Bosch em ambas as extremidades do dia 10, virando a partida em sua cabeça.

É o primeiro troféu global da Nova Zelândia desde 2000 e vem de uma situação miserável que incluiu um 5-0 cal T20 contra a Inglaterra em julho. Mas no domingo, em Dubai, tudo deu certo para os azarões Kiwi.

Aqui estava finalmente a justificativa para as autodenominadas “avós” Kiwis – Suzie Bates, de 37 anos, Sophie Devine, de 35 anos, e Lea Tahuhu, de 34 anos – que lutaram durante anos com mal um cheiro de sucesso na Copa do Mundo (a Nova Zelândia apareceu pela última vez em uma final de Copa do Mundo em 2010) e para quem esta foi muito provavelmente uma última chance de glória na Copa do Mundo.

Bates disse: “Isso significa tudo para nós. Quando você pratica esportes coletivos, você quer ser campeão mundial. Lutamos para voltar ao topo. Houve alguns momentos sombrios em que não conseguimos uma vitória antes desta Copa do Mundo e nos questionamos como líderes. Mas Sophie tem se destacado liderando esta equipe.”

Devine disse: “Comecei a sonhar um pouco ontem à noite sobre como seria segurar o troféu diante daquele time. É difícil colocar em palavras o que isso significa não apenas para mim, mas para alguns dos jogadores deste grupo e também para o críquete da Nova Zelândia – já se passou muito tempo entre os drinks.”

Kerr foi a estrela, terminando com números de três para 24, mas este foi um esforço de equipe: Brooke Halliday juntou-se a ela em uma posição de quarto postigo de 57 corridas construída com sangue, lágrimas, mas principalmente suor, com muita corrida forte entre os postigos .

Então, depois que a África do Sul correu para 58 pontos após oito saldos em busca de sua meta de 159 corridas, Tahuhu aumentou a pressão enviando cinco bolinhas consecutivas. Um frustrado Wolvaardt tentou rebater, mas foi pego no ringue.

Cinco bolas depois, Bosch – tão dominante na quinta-feira na semifinal contra a Austrália – atingiu Izzy Gaze atrás dos tocos, e Devine apelou para o DRS, anulando a decisão original de não eliminação.

Bates provou, como sempre, um par de mãos seguras na cobertura, segurando três recepções, enquanto também havia postigos para os jovens fiandeiros Fran Jonas e Eden Carson, e três para a marinheiro Rosemary Mair, enquanto a perseguição da África do Sul diminuía fora.

“Chegando a uma Copa do Mundo, todos começam do zero e o jogo é de todos”, disse Devine. “O importante neste grupo é que nem sempre é a pessoa que faz os postigos ou as recepções – é o trabalho em equipe, é trabalhar duro para o seu companheiro no meio.”

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Enviada para rebater pela África do Sul, a Nova Zelândia saiu com todas as armas em punho, alcançando 50 para um nos primeiros sete saldos antes que a África do Sul os recuperasse.

Bates comemorou se tornar a jogadora que mais disputou partidas internacionais femininas (334 partidas) ao marcar 32, desfrutando de rebatidas fáceis nas laterais da perna, mas foi derrubada por Nonkululeko Mlaba que se arrastou pelos tocos para raspar. Devine então acrescentou apenas seis corridas antes de uma oportuna revisão do DRS pela África do Sul mostrar que Nadine de Klerk a acertou na linha.

Mas a parceria Kerr-Halliday permitiu a reconstrução da Nova Zelândia, assim como alguma falta de disciplina por parte dos sul-africanos, que acertaram 10 wides e três no-balls. Eles conseguiram derrotar Halliday e Kerr em saldos sucessivos na morte, mas foram penalizados por uma taxa lenta de over, o que significa que eles foram autorizados a eliminar apenas três defensores durante o 20º saldo.

Isso permitiu que Maddy Green enviasse a penúltima bola do turno navegando por cima da corda limite nas primeiras seis entradas: 16 corridas saíram do saldo e o ímpeto voltou firmemente para a Nova Zelândia.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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