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Nova Zelândia x Inglaterra: terceiro teste de críquete masculino, segundo dia – ao vivo | Nova Zelândia x Inglaterra 2024
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2 anos atrásem
Tanya Aldred (now) and Rob Smyth (later)
Principais eventos
85º: Nova Zelândia 317-9 (Santner 52, O’Rourke 0) Atkinson acerta uma bola em O’Rourke, que sobrevive a uma bola curta que parece desviar desajeitadamente da luva.
84º: Nova Zelândia 316-9 (Santner 51, O’Rourke 0) Todos se dispersam para a corda limite em busca de Santner. Potts ganhou dinheiro imediatamente, brancos brilhantes, luz brilhante, bolas fortes. Estranhamente, o campo não entra para a bola final, Santner rouba uma e rebate.
E olá Kimberley Thornger. “Guten Abend Tanya, de uma Munique muito alegre.
“Tenho certeza de que ambos os lados terão ficado acordados a noite toda assistindo à notável vitória de Chris McCausland no Strictly. Muito bem, ele.
“Lembro-me do enorme talento de Colin Milburn, de Northamptonshire e Inglaterra, também com iniciais CM, que infelizmente perdeu a maior parte da visão, mas continuou a lutar. O escritor de críquete Colin Bateman comentou: “ele era um rebatedor de bola limpo e natural, que tinha um entusiasmo contagiante pelo jogo e pela vida”. Bateman acrescentou: “ele acertou a bola com a força de um lenhador e teve a coragem de um leão, mas não era um clubber neandertal”.
“Se alguém tiver conhecimento das habilidades de dança de Milburn, acho que deveríamos saber. Minha memória de seu movimento em direção ao lançador a partir da dobra sugere que o passo rápido pode ter sido sua especialidade.
Sessão matinal
83º final: Nova Zelândia 315-9 (Santner 50, O’Rourke 0) A primeira bola de Atkinson dança pela lateral da perna, as próximas duas passam pela borda externa. Uma donzela. Nas margens gramadas, o Exército Maluco tem muita energia matinal, embora eu esteja feliz que o trompete não esteja ao meu lado no sofá.
David Gower está questionando treinador de boliche Jimmy Anderson. “Você é”, pergunta David, “um instinto ou um treinador de informática?”
Jimmy parece perplexo: “instinto, não tenho computador”.
Ele continua: “Foi um postigo interessante. Com a cobertura de nuvens ontem de manhã pensei que tinha acontecido bastante, mas foi diminuindo cada vez mais. Achei que talvez tivesse secado e ficado mais lento.”
Algumas estatísticas de sábado à noite: A parceria de 105 de Latham e Young foi a primeira centena de parcerias da série.
E os últimos cinco saldos de sexta-feira foram de 11 corridas cada, enquanto Southee e Santner jogavam whoopee.
Finalmente – caso você tenha perdido – Mark Ramprakash sobre os novos jovens canhões da Inglaterra.
E um pedaço quebrado no Gabbaonde o clima arruinou o primeiro dia do terceiro teste crucial entre a Austrália e a Índia.
Ainda não há críquete, então atualmente assistindo Último Natal desembrulhado. Nosso repórter no local diz que atualmente está “quebrando as bandeiras” em Seddon Park.
Aqui está o relatório de Ali de ontem:
De uma sala arborizada de Natal, olá! Estamos de volta a Auckland para o segundo dia do teste final – a série está garantida, mas o jogo está equilibrado.
A Nova Zelândia teve um ótimo primeiro tempo na sexta-feira, depois que Ben Stokes os enviou para se recuperarem após vencer o sorteio. Mas, como tem acontecido tantas vezes nesta série, os jogadores de ritmo da Inglaterra enfiaram as unhas sob a tampa da garrafa e começaram a cutucar. Uma manhã sem postigos chegou a 185 para três quando Kane Williamson foi derrotado por – nas palavras maravilhosas de Ali Martin – suas mãos suaves da L’Occitane.
A partir daí, a Inglaterra avançou com eficácia até que Santner e Southee levaram a Nova Zelândia a ultrapassar os 300. Houve três postigos cada para Potts e Anderson, dois para Carse e um para o boliche Stokes.
Relatos de Auckland são de que é um calor escaldante, mas se você não nadou cedo você perdeu a maré alta até tarde… O jogo começa às 22h GMT, junte-se a mim para assistir e gostaria de estar lá.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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19 horas atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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