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Novembro terá Superlua e chuva de meteoros visíveis no Brasil

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Novembro vai ser um mês daqueles para quem ama fenômenos astronômicos, vai ter Superlua e chuva de meteoros. Veja todas as datas abaixo!

O mês já começa com tudo. Por volta da meia noite do dia 4, próxima segunda-feira, a lua vai se aproximar de Vênus. Como o planeta tem um alto brilho, o fenômeno vai poder ser visto de vários lugares.

Assim como em setembro e outubro, novembro também tem Superlua. A última do ano será na noite entre os dias 15 e 16 de novembro. No dia, o astro deve aparecer maior e com um brilho bem mais bonito. Já no dia 17, ocorre o pico da chuva de meteoros Leonídeos. Binóculos nas mãos e bora apreciar a beleza do Universo!

Última Superlua

O ano está quase acabando, mas ainda dá tempo de contemplar a última Superlua do ano.

Segundo especialistas, o fenômeno vai dar o ar da graça aproximadamente 6,5% maior e 12,8% mais brilhante. As informações são do JM Online.

A Superlua é um evento que ocorre quando a lua cheia coincide com o perigeu, ou seja, o seu maior ponto de proximidade com a Terra.

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Chuva de meteoros

Além de uma lindíssima Superlua, novembro também chega com uma chuva de meteoros.

Entre os dias 6 e 30, Leonídeos vai poder ser observada por aqueles que amam o céu.

Apesar de ficar visível quase todo o mês, dia 17 é quando ocorre seu auge, com 10 meteoros por hora.

Para observar o fenômeno, olho na direção da constelação de Leão!

Aproximação entre astros

Vários astros também vão se aproximar durante todo novembro.

Com a lua mais próxima do planeta Vênus – o terceiro astro mais brilhante no céu -, um espetacular poderá ser visto entre os dias 4 e 5.

Na noite do dia 10 para 11 de novembro, é Saturno que vai passar próximo da Terra. E melhor, mais do que simplesmente se aproximar, o planeta ficará oculto pela Lua. Demais!

Esse fenômeno é caracterizado quando há um alinhamento perfeito entre a Terra, a Lua e, no meio, Saturno.

Assim, você vai conseguir observar o planeta se esconder e, momentos depois, reaparecerá.

Dicas para observação

A primeira grande dica é contar com o tempo. Vamos torcer para que a chuva passe longe dessas datas e as nuvens deem uma trégua.

Depois, dê preferência para locais com pouca, ou nenhuma luz artificial.

Fazendas e rodovias podem ser ótimos lugares, mas fique atento à segurança, ok? Ela é primordial!

Alguns observatórios espalhados pelo país também realizam sessões especiais em alguns eventos. Fique de olho se há algum em sua cidade!

A chuva de meteoros Leónidas está associada à passagem do cometa Tempel-Tuttle. – Foto: Craig Taylor Photo/Adobe



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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