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Novichok foi colocado na porta da frente de Skripals enquanto eles estavam em casa, ouve investigação | Serguei Skripal
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2 anos atrásem
Steven Morris
Um agente nervoso mortal foi aplicado na porta da frente do ex-espião Sergei Skripal enquanto ele e sua filha, Yulia, estavam em casa, revelou um chefe antiterrorista.
Os Skripal deviam estar a poucos metros de distância quando a maçaneta da porta de sua casa em Salisbury foi pintada com novichok, um inquérito sobre os envenenamentos de 2018 ouviu.
Sentado pela primeira vez em Londres, o inquérito também ouvi dizer que Skripal, que se estabeleceu na cidade de Wiltshire após uma troca de espiões, disse a amigos que Vladimir Putin iria “pegá-lo” se ele voltasse para a Rússia.
O amigo dos Skripals, Ross Cassidy, descreveu como conheceu o ex-espião quando ele se mudou para a casa ao lado em 2010.
Ele disse: “Notei uma nova família. Fingi cuidar do meu viveiro de peixes. Sergei inclinou-se sobre a cerca e disse “olá”. Tivemos uma boa e velha conversa. Convidei-os para um drink e isso abriu as portas para a amizade.”
Cassidy, ex-membro da Marinha Real, disse que eles gostavam juntos de churrascos, bebidas em um clube social ferroviário e de uma festa de Ano Novo. “Sergei me divertiu de uma forma irônica. Nossas famílias se conheciam, nossos amigos se tornaram amigos de Sergei”, disse ele.
Skripal disse a Cassidy que serviu no exército e se tornou diplomata. Mas Cassidy disse: “Sergei disse que não poderia voltar para a Rússia ou haveria represálias. Ele não quis entrar em muitos detalhes sobre o que se tratava, mas disse que conhecia Putin pessoalmente e disse que Putin o pegaria.”
Cassidy disse que sua esposa, Maureen, pesquisou Skripal no Google. “Pudemos ver que ele estava envolvido na espionagem da Rússia. Nunca contamos a Sergei que sabíamos dessa informação.”
Em 3 de março de 2018, um dia antes dos envenenamentos, os Cassidys e Sergei Skripal foram buscar Yulia, que morava na Rússia, em Heathrow. Quando voltaram para Salisbury, Maureen Cassidy entrou na casa dos Skripal e usou o banheiro. Skripal tocou na maçaneta da porta quando a abriu e Maureen Cassidy acredita que ela pode ter tocado nela ao sair.
O comandante Dominic Murphy, chefe do comando antiterrorista da Polícia Metropolitana, disse que os Skripals não saíram de casa novamente naquela noite ou na manhã seguinte.
Ele disse que uma tática vital nas investigações sobre ataques químicos e biológicos era estabelecer a linha “limpo/sujo” – o ponto em que ocorre a contaminação. Como os Skripals não adoeceram naquela noite e não havia evidências de que Maureen Cassidy ou o veículo dos Cassidys estivessem contaminados com novichok, a polícia concluiu que o veneno não havia sido aplicado até as 18h.
Os Skripals ficaram em casa durante toda a manhã do dia 4 de março, antes de partirem para almoçar em Salisbury por volta das 13h30. Eles adoeceram no centro da cidade no final da tarde.
Murphy disse: “Eu defini os parâmetros de tempo em que o novichok provavelmente teria sido aplicado naquela porta como 18h no sábado e 13h30 no domingo. Isso nos permitiu focar naquele período um pouco menor.”
Descobriu-se também que os Skripals estavam contaminados porque ambos tocaram na maçaneta da porta ao saírem de casa. Sergei saiu primeiro e ficou esperando em seu carro enquanto Yulia terminava de pentear o cabelo.
Murphy disse que foi um “marco significativo” quando a polícia entendeu por que ambos foram envenenados. Ele disse que a maçaneta da porta era considerada “marco zero”.
após a promoção do boletim informativo
Enquanto estava em Salisbury, na tarde de 4 de março, Sergei Skripal, que a essa altura estava contaminado com novichok, entregou um pedaço de pão a um menino para que ele pudesse alimentar os patos.
Murphy disse que o menino e dois amigos com quem ele estava ficaram doentes por um ou dois dias depois, mas a doença passou e, quando foram testados, várias semanas depois, nenhum vestígio de contaminação foi encontrado.
Uma teoria apresentada por Ross Cassidy de que eles foram seguidos quando voltavam de Heathrow para Salisbury foi desconsiderada por Murphy. Ele disse que um BMW avistado por Cassidy aparentemente os seguindo era um carro da polícia em um trabalho não relacionado.
Murphy foi questionado sobre um dossiê a embaixada russa emitiu uma declaração sobre as “perguntas não respondidas” em torno do envenenamento. Alegou que o carro de Sergei Skripal foi visto na manhã de 4 de março e os celulares dele e de Yulia ficaram desligados por quatro horas naquele momento.
Ele disse que as alegações eram falsas e que havia centenas, senão milhares, de pistas falsas em tais investigações. Ele disse que “não havia nada que sugerisse” que os Skripals não estivessem em casa quando o novichok foi aplicado na maçaneta da porta.
A embaixada também disse que era “inconcebível” que não houvesse câmeras CCTV na casa de Sergei Skripal. A audiência foi informada de que ele não queria medidas de segurança porque não queria tornar a sua casa visível ou “viver sob vigilância”.
A investigação está examinando como Dawn Sturgess, 44, morreu em julho de 2018 depois de ter sido exposta ao novichokque aparentemente foi deixado em um frasco de perfume descartado.
A investigação continua.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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22 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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