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Novo presidente da OAB questiona excesso de bacharéis em Direito no Acre
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7 anos atrásem
O número de advogados inscritos na OAB-AC atualmente é da ordem de 5 mil profissionais, dos quais 3 mil e 600 estão ativos
O novo presidente da seção estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Erick Venâncio Nascimento, assumiu o cargo na terça-feira à noite (26) mandando um duro recado às faculdades e se posicionando contra a proliferação dos cursos de Direito no Acre. Segundo ele, é inadmissível que numa cidade de 400 mil habitantes, como é o caso de Rio Branco, a capital do Acre, por conta da proliferação dos cursos, sejam despejados no mercado, anualmente, a média de 555 novos bacharéis em Direito. “A esse ritmo, a cada de ciclo de 7 anos, dobraremos o número de advogados acreanos”, disse.
O número de advogados inscritos na OAB-AC atualmente é da ordem de 5 mil profissionais, dos quais 3 mil e 600 estão ativos, disse Venâncio.
De acordo com o novo presidente, o elevado número de bacharéis formados a cada ano “é um afronta à sociedade, um desserviço ao sistema de justiça e um engodo a quem acalenta o sonho de uma carreira profissional”, disse. Por isso, afirmou, “a necessidade de um exame de ordem cada vez mais firme e de uma atuação permanente junto à jovem advocacia”.
Ao denunciar a inflação de bacharéis em Direito formados a cada ano, Venâncio esquivou-se da pecha de que isso faria parte de ação interna da instituição para estabelecer reserva de mercado para os advogados já existentes. “Se isso fosse verdade, bastaria a OAB fazer vistas grossas em relação ao exame, aceitar todos os bacharéis e ser uma instituição rica só com o pagamento das anuidades desses associados”, disse.
Ao defender maior rigor e rigidez nos exames de ordem, Venâncio disse que a independência da OAB está ameaçada exatamente por grupos, cujos nomes não especificou, “que recorrentemente tentam extinguir o (exame de ordem)”. Tais grupos, segundo ele, “nada mais pretendem do que enfraquecer e trazer balbúrdia à advocacia”. Outros, “os que tentam alagar os já alargados poderes persecutórios do Estado, apenas ensejam subjugar o direito de defesa”.
Erick Venâncio também denunciou que tais grupos querem trazer para dentro da OAB, sob o pretexto da fiscalização, órgãos de controle como o Tribunal de Contas da União (TCU). Com isso, disse, “pretendem estender os tentáculos estatais para uma instituição que é exatamente a antagonista do abuso estatal”.
Venâncio assumiu também que a OAB vai se posicionar de forma intransigente em defesa das prerrogativas dos advogados e do combate aos desvios éticos dos colegas na relação com clientes. O novo presidente admitiu que há pelo menos 300 denúncias contra advogados no tribunal de ética da OAB regional e tais processos serão julgados e os culpados, se houverem, alguns acusados inclusive de apropriação indébita de recursos pertencentes a clientes, serão punidos.
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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