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Novo tratamento contra câncer mata células com som e água; paciente comemora
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2 anos atrásem
Chris, do Alabama, nos EUA, fez um novo tratamento à base de som e água, a histotripsia. Agora comemora os resultados positivos! – Foto: ABC7
Este novo tratamento de combate ao câncer, à base de som e água, está sendo considerado revolucionário contra tumores no fígado. É a histotripsia.
A técnica usa ondas emitidas por ultrassom, de forma focalizada, para destruir os tumores. Em ratos, obteve 80% de resultados positivos.
Em comparação a outros tratamentos, a vantagem é que é menos invasivo e, consequentemente apresenta efeitos colaterais também menores.
Paciente comemora resultados
Dois meses após o tratamento de combate ao câncer de fígado, Chris Donaldson comemora os resultados. Segundo ele, está livre da doença.
“É inovador. Acho que deveria ser amplamente utilizado para outros tipos de câncer”, disse o homem, de 48 anos, do Alabama, nos EUA.
O tratamento levou 20 anos para ser desenvolvido e chegou bem a tempo para Chris. Ele estava ficando sem opções e esperança.
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Como funciona
Diferentemente da radiação, essa terapia de ondas sonoras não impacta em outros tecidos. Ela pode ser repetida conforme necessário. Após cada tratamento, o órgão se recupera.
A técnica empregada utiliza um transdutor de ultrassom para romper os tumores cancerígenos. É semelhante ao método usado para quebrar as células de gordura de forma não invasiva nos tratamentos de perda de peso.
As ondas de ultrassom são direcionadas para a área a ser tratada. As vibrações geram pequenas bolhas no tecido alvo. No momento em que as bolhas estouram, o tecido é rompido, destruindo o alvo.
Tecnologia de ponta
O médico Kevin Burns, chefe de radiologia intervencionista do Providence Mission Hospital, na Califórnia, nos EUA, elogiou o novo tratamento.
“Simplesmente rompe as células e as mata instantaneamente”, afirmou o médico.
“É uma tecnologia que usa ondas de ultrassom que vão até um ponto muito pequeno. É mais ou menos do tamanho de um grão de arroz”, disse.
Inspiração e expectativa
O médico Kevin Burns disse que os testes são realizados para verificar como o organismo reage ao tratamento em casos de outros tipos de tumor, além do câncer de fígado.
Chris que sofre também com um diagnóstico de câncer nos olhos já iniciou a nova terapia. Ele segue bastante otimista.
“Realmente me deu uma chance de conhecer meus netos. Se eu pudesse inspirar alguém a simplesmente não desistir e ter aquele vislumbre de esperança”, disse o paciente.
Histórico desafiador
Em 2022, Chris Donaldson foi diagnosticado com melanoma ocular. Sementes radioativas atrás dos olhos destruíram o câncer ali.
Como o paciente viajou para tratar o fígado, os médicos testaram o novo tratamento para verificar se surtiria resultados.
“As taxas de sucesso têm sido muito, muito boas para esse procedimento, o que significa que estamos obtendo um bom controle local”, afirmou o médico Kevin Burns, que acompanha Chris, de acordo com ABC7.

Chris (D), do Alabama, nos EUA, foi acompanhado pelo Dr. Burns (E), a Califórnia, no novo tratamento para combater o câncer de fígado à base de som e água, a histotripsia. Foto: ABC7
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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