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O Arsenal reacende a disputa pelo título depois que Trossard completa a recuperação contra o Spurs | Primeira Liga
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David Hytner at the Emirates Stadium
O Arsenal podia sentir o calor. As derrotas consecutivas em casa nas copas nacionais garantiram isso. Um deles os levou à beira da eliminação na Carabao Cup, antes da segunda mão das semifinais em Newcastle. O outro nos pênaltis contra o Manchester United na Copa da Inglaterra foi terminal.
A equipe de Mikel Arteta também percebeu uma oportunidade. O empate do Liverpool em Nottingham Forest permitiu isso. E então a equação ficou bem clara. Gerencie a ocasião contra o time que eles mais gostam de odiar. E vencer para ficar a quatro pontos do Liverpool na liderança, embora tenha disputado uma partida extra.
Haveria um momento inesperado quando o Tottenham, cujo recente Primeira Liga A forma é uma vergonha, passou na frente pelo capitão Son Heung-min. Que tônico foi para eles e para ele, enquanto ele negociava uma temporada pessoalmente difícil.
Mas o impulso geral foi o Arsenal estufando o peito e se afirmando. Eles ganhariam o controle com um golpe duplo devastador antes do intervalo. Primeiro, forçaram um autogolo de Dominic Solanke num canto; o 27º no campeonato desde o início da temporada passada, o 10º da atual campanha. E então Leandro Trossard encontrou um caminho através das mãos de Antonin Kinsky; um momento de pesadelo para o novo goleiro do Spurs.
O Spurs simplesmente não fez o suficiente no segundo tempo; eles mal ameaçaram a caminho de outra derrota no campeonato – a sexta em nove jogos. Ange Postecoglou continua explicando-os. O Arsenal está olhando para cima.
Foi uma cena e tanto antes do pontapé inicial, fogos de artifício explodindo e o apoio do Arsenal desfraldando um tifo gigante: Londres está vermelha. O time da casa atacou o Spurs desde o primeiro apito, recusando-se a ceder um centímetro, forçando viradas para cima. E ganhando escanteios e cobranças de falta em áreas amplas. Kinsky foi submetido a um teste inicial rigoroso.
Para o Spurs, tratava-se de resistir à tempestade inicial. Eles tiveram que colocar seus corpos em risco. A intensidade do Arsenal foi realmente incrível. O Spurs queria construir na retaguarda, como sempre, mas era difícil conectar seus movimentos para cima e para fora. Kinsky teve alguns momentos arriscados com a bola, Kai Havertz o roubou em uma ocasião antes do goleiro mergulhar nela.
Os primeiros 22 minutos foram todos do Arsenal; O Spurs mal cruzou a metade. E ainda assim, quando o fizessem, o jogo viraria. Os visitantes deixaram a sua marca com força. Primeiro Djed Spence quase encontrou Dominic Solanke com um cruzamento de fora da bota; Gabriel Magalhães fez uma intervenção crucial. Na cobrança de escanteio, quando Dejan Kulusevski venceu Declan Rice, ele teve uma clara chance de chute. David Raya fez um belo bloqueio.
Quando os Spurs ganharam outro escanteio, eles fizeram valer a pena. O Arsenal só conseguiu passar pela metade da área onde Son estava à espreita e fez bem em manter o remate baixo. Sua fortuna seria um desvio de William Saliba, o que foi demais para Raya.
O que o Arsenal criou de forma clara durante a primeira metade do primeiro período? Apenas o toque de Rice para Trossard, que levou a uma corajosa intervenção de Radu Dragusin. A torcida ficou nervosa à medida que o intervalo se aproximava. Raheem Sterling, uma seleção surpresa à frente de Gabriel Martinelli, não conseguiu nada. Spence tinha seu número.
Depois girou novamente, com a mesma intensidade. Foi um canto para o Arsenal, claro que foi; concedido de forma polêmica porque o último toque parecia ter sido de Trossard e não de Pedro Porro. Quando Rice se curvou, Magalhães saltou com Dragusin para além do poste mais distante, a bola parecendo sair do zagueiro do Spurs antes de desviar de Solanke e entrar.
após a promoção do boletim informativo
O Arsenal completou a reviravolta antes do intervalo, quando Thomas Partey roubou Yves Bissouma e fez o Arsenal passar por Martin Ødegaard. Foi mais uma transição rápida. Ødegaard foi para Trossard, que arrastou um chute rasteiro para o canto mais distante, que Kinsky parecia ter coberto. Ele abaixou o braço e cruzou a tempo. Acontece que a bola quicou e passou por cima. Kinsky enterrou o rosto na grama. Ele sabia.
Postecoglou embaralhou as suas opções criativas para o segundo período; um luxo raro dada a sua contínua crise de seleção. Foram apenas os nove jogadores indisponíveis aqui. Vieram James Maddison e Brennan Johnson; Dejan Kulusevski avançou para dentro pela direita. Arteta estava sem seis jogadores, a falta mais dolorosa foi Bukayo Saka, que estava aqui apoiado nas muletas. Thomas Tuchel, o novo técnico da Inglaterra, foi outro espectador interessado. Myles Lewis-Skelly pela problemática posição de lateral-esquerdo?
O Arsenal continuou a pressionar após o reinício. Havertz chegou perto de cabecear de escanteio e mandou outro direto para Kinsky, embora a bandeira de impedimento tenha subido. Houve um movimento de Sterling, que nunca ameaçou dar em nada, e um toque e depois um chute aéreo de Trossard. Enquanto a bola estivesse no meio-campo do Spurs, a torcida do Arsenal poderia respirar tranquila.
Kinsky foi um dos quatro titulares do Spurs com 22 anos ou menos; esses jogadores estão aprendendo em uma situação de extrema pressão. Ele se meteu em problemas com um toque pesado logo após uma hora, antes de sair da situação com um movimento no estilo Cruyff. Isso se chama personalidade.
O Spurs não conseguiu fazer isso acontecer no segundo período; Solanke teve um chute bloqueado e Porro chegou perto de um ângulo apertado no final, mas foi o Arsenal quem teve as maiores chances. Rice acertou em cheio em Kinsky, enquanto Ødegaard desviou um pouco do poste quando foi colocado de forma gloriosa.
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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