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O capitão da Inglaterra, George, absolve Ford da culpa após derrota dramática para os All Blacks | Série Nações de Outono
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Robert Kitson at the Allianz Stadium
Jamie George admitiu que sua equipe não conseguiu aproveitar a oportunidade de ouro para vencer os All Blacks, mas insistiu que aprenderiam com a derrota no último suspiro em Twickenham.
O frustrado capitão e técnico da Inglaterra, Steve Borthwick, também apoiou o abatido George Ford para se recuperar de seus dolorosos chutes e acredita que a Inglaterra se recuperará mais forte contra a Austrália na próxima semana.
“Estávamos em posição de vencer o jogo, e sempre que você se coloca em posição de vencer e não consegue, fica desapontado”, disse George, sugerindo que Ford não deveria ser culpado pelo resultado depois de não conseguir acertar um pênalti tardio e um drop goal ainda mais tardio. “Ele não perdeu muitos em sua carreira, então certamente não podemos culpá-lo por isso.
“Na verdade, fizemos o que havíamos conversado. Tínhamos falado sobre estar naquela posição exata, passamos por estar nessa posição exata e sentimos como se estivéssemos no controle dela. Continuamos atacando e infelizmente George errou o chute. Se for um pouco mais para a esquerda, estamos falando de um resultado muito diferente.”
Borthwick também enfatizou a estreita margem entre o sucesso e o fracasso, após a terceira derrota consecutiva da Inglaterra no final do jogo para o mesmo adversário. “Quando você está em uma posição em que está vencendo pela margem que estávamos naquele momento, há claramente uma oportunidade de vencer o jogo. Demos a eles uma janela para voltarem e eles fizeram isso.
“Eles tiveram 10 jogadores da final da Copa do Mundo e tiveram mais internacionalizações em 15 partidas do que nós em 23. Não conseguimos a vitória que queríamos, mas todos podem ver que esta equipe está se tornando uma equipe muito forte. A Nova Zelândia é uma seleção de qualidade e, desde a última vez que jogamos juntos, eles realizaram sete partidas de teste e estão juntos há três meses.
“Há muitos jogadores experientes em campo e eles sabiam o que estávamos tentando fazer. A equipe nessas situações de drop goal tem tido bastante sucesso. Não estávamos hoje mas dependendo da largura de um post o resultado vai para um lado ou para outro. Essa é a natureza do Test rugby.”
A Nova Zelândia ficou devidamente aliviada com o resultado, com seu técnico, Scott Robertson, brincando: “Não acho que George Ford alguma vez errou um chute na vida”.
após a promoção do boletim informativo
Seu capitão, Scott Barrett, no entanto, sugeriu que os All Blacks mereciam voltar para casa porque tentaram atacar com mais frequência do que seus oponentes. “Eles são um time perigoso, mas potencialmente jogamos um pouco mais de rugby do que eles. Fiquei satisfeito com o nosso esforço. Eles tiveram todas as oportunidades de vencer. Voltando à última série, foram três encontros acirrados e eles tiveram a oportunidade de colocar o nariz na frente.
O All Black nº 8, Ardie Savea, também disse que esperava que Ford aplicasse o pênalti. “Não achei que tivéssemos isso no final. Tivemos sorte na cobrança de pênalti, mas o rugby é um jogo com margens finas e vamos aproveitar. Esse jogo poderia ter acontecido de qualquer maneira, mas estou muito orgulhoso dos meninos por permanecerem nele e defenderem a linha do gol daquela maneira.”
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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