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O casamento triplica o risco de obesidade nos homens – mas não as mulheres, o estudo revela | Saúde

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O casamento triplica o risco de obesidade nos homens - mas não as mulheres, o estudo revela | Saúde

Anna Bawden Health and social affairs correspondent

O casamento triplica o risco de obesidade para os homens, mas não afeta as mulheres, de acordo com a pesquisa.

As taxas globais de obesidade mais que dobraram desde 1990, com mais de 2,5 bilhões de adultos e crianças classificados como excesso de peso ou obesidade. Mundialmente, Mais da metade dos adultos e prevê -se que um terço das crianças esteja acima do peso ou obesidade até 2050.

Embora seja conhecida dieta ruim, inatividade, genética, toxinas ambientais e condições de saúde subjacentes por aumentar o risco, cientistas do Instituto Nacional de Cardiologia em Varsóvia, Polôniaqueria estudar se outros fatores também eram relevantes.

Os pesquisadores examinaram os dados médicos e gerais de saúde de 2.405 pessoas com idade média de 50 anos. A análise estatística foi usada para verificar vínculos entre aumento do peso corporal e idade, estado civil, saúde mental e outros fatores.

O estudo, apresentado no Congresso Europeu deste ano em Obesidade Em Málaga, a Espanha, descobriu que homens casados ​​eram 3,2 vezes mais propensos a serem obesos do que homens solteiros, mas não houve aumento no risco de obesidade para mulheres casadas. O casamento também aumentou as chances de estar acima do peso em 62% em homens e 39% em mulheres.

As descobertas ocorreram depois que um estudo realizado na China em 2024 descobriu que O IMC masculino aumenta nos primeiros cinco anos após o casamentodevido à maior ingestão de calorias e menos exercício. Ele descobriu que ser casado estava associado a um aumento de 5,2% em homens com sobrepeso e um aumento de 2,5% nos homens obesos.

Um Estudo anterior Na Universidade de Bath, descobriu que, em média, homens casados ​​eram 1,4 kg mais pesados ​​que seus colegas solteiros.

A pesquisa em Varsóvia descobriu que a idade também era um fator no ganho de peso, com cada ano de aumento da idade aumentando o risco de estar acima do peso em 3% em homens e 4% em mulheres, e o risco de obesidade em 4% em homens e 6% em mulheres.

Alguns fatores pareciam afetar as chances de obesidade apenas nas mulheres, disseram os cientistas. Estar deprimido dobrou o risco de as mulheres serem obesas e inadequadas de alfabetização em saúde aumentaram em 43%, enquanto a obesidade era mais comum entre as mulheres que viviam em comunidades menores. Nenhum desses fatores aumentou o risco dos homens.

Katharine Jenner, diretora da obesidade Saúde A Alliance, disse: “Este estudo é mais um lembrete de que o excesso de peso é impulsionado por uma complexa mistura de fatores ambientais sociais, psicológicos e mais amplos – não simplesmente a escolha pessoal. A cada ano que passa, o risco de viver com sobrepeso ou obesidade aumenta, principalmente para as mulheres. Enquanto isso, a ligação entre casamento e obesidade nos homens destaca como as mudanças no estilo de vida, os hábitos e as expectativas da sociedade moldam nossa saúde.

“A pesquisa também sugere que os homens tenham maior probabilidade de ganhar peso após o casamento devido a fatores como aumento do tamanho das porções, alimentação social e declínio na atividade física, enquanto as mulheres talvez permaneçam mais conscientes do peso corporal devido a pressões sociais.

“Em vez de culpar os indivíduos, precisamos de políticas que façam escolhas saudáveis ​​as escolhas fáceis – através de melhores ambientes alimentares, educação e apoio em todas as etapas da vida”.

Joanna Syrda, professora de economia comercial da Universidade de Bath, disse que o estudo de Varsóvia “confirma o que encontrei em 2017: o IMC masculino aumenta após o casamento e diminui antes e depois do divórcio. Os principais motivos possíveis são que os homens solteiros que procuram um parceiro têm incentivos mais altos e exercem mais esforço para permanecer em forma do que aqueles que já são ou ainda casados. E segundo, aqueles em relacionamentos podem comer refeições mais regulares e/ou alimentos mais ricos devido a obrigações sociais, que podem surgir por causa do casamento. ”

Jim Pollard, consultor do Fórum de Saúde Masculina, alertou contra a interpretação excessiva dos resultados. Ele disse que o aumento do IMC no casamento pode ser resultado de carreiras estressantes com longas horas e refeições prejudiciais.

“Os homens são mais propensos a morrer prematuramente de doenças cardíacas e câncer, e o peso é um fator -chave nessas condições. Precisamos de uma abordagem mais direcionada para enfrentar a obesidade masculina e feminina. O governo prometeu tanto uma estratégia de saúde masculina quanto uma estratégia de saúde para mulheres – esta pesquisa mostra como é importante acertá -las. ”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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