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O chefe da ONU expressa ‘preocupação’ com o congelamento de Trump na ajuda externa dos EUA | Notícias das Nações Unidas

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Especialistas dizem que a ordem do governo Trump de interromper a assistência estrangeira “custará muitas, muitas vidas”.

O chefe das Nações Unidas expressou preocupação com a decisão do presidente Donald Trump de pausar a assistência estrangeira dos Estados Unidos, à medida que seu governo promove sua agenda “America First”.

Durante uma entrevista coletiva na segunda-feira, um porta-voz de Antonio Guterres disse que o secretário-geral da ONU notou a mudança de política “com preocupação”.

“Ele pede que isenções adicionais sejam consideradas para garantir a entrega contínua de desenvolvimento crítico e atividades humanitárias para as comunidades mais vulneráveis ​​em todo o mundo”, disse Stephane Dujarric a repórteres.

“Essas vidas e meios de subsistência dependem desse apoio”, disse Dujarric, acrescentando que os EUA são “um dos maiores provedores de ajuda” do mundo.

“Atualmente, estamos mapeando o que (a decisão do governo Trump) significa e o impacto que teria”.

Trump assinou uma ordem executiva Logo depois de ter sido empossado por um segundo mandato em 20 de janeiro, ordenando que todas as agências do governo federal promulgassem uma pausa de 90 dias sobre assistência ao desenvolvimento estrangeiro e revisasse os programas existentes.

“É política dos Estados Unidos que nenhuma assistência externa dos Estados Unidos seja desembolsada de uma maneira que não esteja totalmente alinhada com a política externa do Presidente dos Estados Unidos”, diz a ordem.

Dias depois, o Departamento de Estado dos EUA disse em um memorando que estava suspendendo Quase todo o novo financiamento para programas de ajuda externa com exceções para os principais aliados do Oriente Médio do país, Israel e Egito.

O pedido na sexta -feira também incluiu uma isenção para assistência alimentar de emergência e despesas relacionadas.

“O presidente Trump afirmou claramente que os Estados Unidos não vão mais distribuir cegamente dinheiro sem retorno para o povo americano”, disse o departamento em uma declaração no domingo, defendendo as medidas.

A declaração também afirmou o apoio recém-confirmado do secretário de Estado Marco Rubio à política liderada por Trump.

“A revisão e o realinhamento da assistência estrangeira em nome dos contribuintes trabalhadores não é apenas a coisa certa a fazer, é um imperativo moral. O Secretário tem orgulho de proteger o investimento da América com uma revisão deliberada e criteriosa de como gastamos dólares de assistência estrangeira no exterior. ”

Mas os especialistas criticaram a decisão do governo Trump, dizendo que terá consequências desastrosas para as pessoas em todo o mundo.

Uma ordem global de stop-work em ajuda externa custará muitas, muitas vidas, se mantidas no lugar. Como escrito, ela interrompe todas as atividades em andamento de socorro humanitário, exceto a ajuda alimentar, em lugares como Síria, Sudão, Gaza. Também interrompe todos os programas globais de saúde .O que isso significa em termos humanos: 🧵t.co/1ncjzffbds

Jeremy Konyndyk (@jeremykonyndyk.bsky.social) 2025-01-25T03: 33: 26.842z

Michael Schiffer, que atuou como Administrador Assistente da Agência dos EUA para o Departamento de Desenvolvimento Internacional (USAID) Asia Bureau de 2022 a 2025, disse que a interrupção da ajuda externa – mesmo temporariamente – terá “resultados óbvios e previsíveis”.

“As crianças vão morrer. Nossa segurança nacional irá corroer. As alianças da América sofrerão. Os parceiros dos EUA estarão em risco. E os inimigos da América se alegrarão ”, alertou Schiffer em uma coluna Para o site, apenas segurança.

Jeremy Konyndyk, presidente da Refugees International e ex-funcionário de Usado dos ex-presidentes Joe Biden e Barack Obama, também disse que “uma ordem de parada global em ajuda externa custará muitas, muitas vidas se mantidas em vigor”.

Konyndyk observou que a assistência externa dos EUA vai para abordar a fome no Sudão, apoiar refugiados na África e na Ásia e financiar programas de tratamento de HIV/AIDS em todo o mundo.

“Não há exagero dizer que seguir essa política matará muitas pessoas”, escreveu ele nas mídias sociais.

“Isso também destruirá a credibilidade global em grande parte do mundo, onde nossos programas de assistência são uma grande parte das parcerias de nosso país”.



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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