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O Conselho Britânico acusou de forçar professores de economia de shows a ‘alimentar frenesi’ para o trabalho | Economia de Gig
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Tom Wall
O Conselho Britânico foi acusado de explorar centenas de professores de agência em contratos de zero hora Forçado a competir por lições em um “frenesi de alimentação” toda semana.
Uma carta aberta da equipe de professores revela que o prestigiado órgão público financiado pelo governo não oferece horas regulares para tutores em sua popular plataforma on-line inglesa, que fornece lições para mais de 45.000 estudantes em todo o mundo.
Em vez disso, até 350 professores com sede no Reino Unido, EUA, Canadá, Austrália e Índia precisam correr um ao outro para reservar um número flutuante de aulas divulgadas toda semana, que é referido pela equipe como “o frenesi de alimentação”.
“Muitas vezes, todas as aulas disponíveis desaparecem em minutos. Isso significa que, se você está ensinando ou tendo problemas com o computador quando as horas forem divulgadas, poderá acabar sem lições ”, afirma a carta, que foi coordenada pelo sindicato dos trabalhadores da TEFL. “Essa uberficação do ensino precisa parar.”
Os professores costumavam ser diretamente empregados pelo Conselho Britânico, financiado pelo Ministério das Relações Exteriores para promover boas relações culturais com outros países. Mas após a pandemia, o braço comercial do conselho, que gera £ 700 milhões por ano, começou a recrutar professores por meio de agências parceiras.
Isso ocorre quando o governo avança com a legislação para proibir contratos “exploradores” de zero hora. Ministros anunciado Neste mês, as empresas terão que oferecer aos trabalhadores da agência um contrato que garante um número mínimo de horas por semana para impedir que os empregadores fugitam as restrições.
Há preocupações crescentes sobre as práticas de economia de shows exploradas que se espalham por novos setores da economia e empregos profissionais. Os sindicatos alertaram que os tipos modernos de casualização pioneiros por Uber e Deliveroo estão surgindo na rua principal lojas e educação, com até a Universidade de Oxford agora colocando acadêmicos em contratos no estilo de show.
O secretário de Relações Exteriores, David Lammy, é responsável ao parlamento para as “políticas, operações e desempenho” do Conselho Britânico. A União da TEFL entende que pelo menos um parlamentar pode aumentar o tratamento dos professores com o governo.
O ensino de empregos na plataforma é anunciado pelo Conselho Britânico, mas eles não são diretamente empregados pelo órgão público, que foi criado pelo Ministério das Relações Exteriores na década de 1930 para melhorar a posição internacional da Grã -Bretanha. No Reino Unido, os professores são empregados pelo grupo Impellam.
Um professor, que pediu para não ser identificado, disse que o conselho britânico deu a ela a opção de trabalhar horário regular. “Eu não estava preocupado em pagar contas (quando comecei em 2021). Parecia um trabalho adequado. ” Enquanto ela estava de licença de maternidade, o Conselho Britânico parou de oferecer horas garantidas. Ela disse que ficou sem renda por um mês quando voltou ao trabalho: “Eu não tinha nada … era absolutamente abismal”.
Ela acrescentou que seu trabalho era menos seguro do que o trabalho de bar de seu parceiro. “Para conseguir esse emprego, tive que mostrar cópias do meu mestrado e do ensino de diploma, o que levou anos para conseguir. Mas sou pago cada vez menos previsivelmente do que meu parceiro, que trabalha em um emprego de nível básico … é muito insultuoso. ”
Os quadros de mensagens da equipe do Conselho Britânico interno que cobrem os últimos 10 meses – que um denunciante compartilhou com o Observador – Descreva os lançamentos semanais das lições como “10 minutos de pressionamento de botões maníacos, pânico e palavrões”, o que está piorando porque “o número de professores está crescendo muito mais rápido do que o número de classes sendo carregadas”.
Alguns ficam com apenas algumas lições a cada semana, que pagam 13 libras por uma aula de um grupo e 7,50 libras por uma lição particular de 30 minutos no Reino Unido. Um professor reclama: “Hoje em dia eu raramente recebo mais do que algumas lições”. Outra observa que “todas as outras aulas em que cliquei já foram atribuídas”, que era “desmoralizante” e “humilhante”. Uma professora com crianças em idade escolar primária diz que foi forçada a reservar aulas noturnas às 22:00 e 23:00 porque eram os únicos slots disponíveis, mas a deixou “cansada demais para funcionar no dia seguinte”.
Marina Goncharova, uma ex -professora do Conselho Britânico que adicionou seu nome à carta, disse que os professores viviam com medo de não ter renda. “Eu não conseguia dormir (quando trabalhei para o Conselho Britânico)”, diz ela. “Eu não conseguia sair com meus amigos. Eu não conseguia nem ter um dia de folga porque precisava estar pronto para reservar aulas. Eu estava com tanto medo de ficar sem trabalho. ”
Tom Liebewitz, organizador principal para Tefl O sindicato dos trabalhadores, disse que o ensino não deve vir com incerteza constante: “Com contratos de zero hora e agências como Impellam lucrando com um modelo de economia do show, os professores ficam lutando por horas em um” frenesi de alimentação “, incapazes de planejar um futuro, se isso significa iniciar uma família ou garantir uma hipoteca”.
O Conselho Britânico disse que o portfólio on -line inglês oferece flexibilidade aos alunos e professores. “Os professores se beneficiam da flexibilidade de trabalhar em casa e escolher suas próprias horas, atribuindo -se às classes que os combinam. Durante o recrutamento, os professores são informados de que não há número mínimo de horas garantido e que não devem confiar no inglês on -line como sua renda primária. ” Um porta -voz acrescentou: “Reconhecemos nosso dever de cuidar de colegas, estamos comprometidos com seu bem -estar e cumprimos totalmente as leis locais de trabalho”.
Impellam disse: “Não podemos comentar sobre casos individuais, mas como empresa de recrutamento, Impellam e todas as suas subsidiárias estão totalmente em conformidade com a lei de trabalho do Reino Unido e comprometidas em tratar trabalhadores contingentes de maneira justa”.
O Ministério das Relações Exteriores disse: “O Conselho Britânico é operacionalmente independente do governo e é responsável por suas próprias práticas de emprego, estratégia e política”.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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