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O Conselho Britânico pode desaparecer dentro de uma década, diz o diretor executivo | Política externa
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Richard Adams Education editor
O Conselho Britânico poderia “desaparecer” dentro de uma década, prejudicando o status global do Reino Unido e deixando um vácuo internacional para ser preenchido pela Rússia e pela China, a menos que o governo atue para salvá -lo, de acordo com o líder do conselho.
Scott McDonald, diretor executivo do Conselho Britânico, disse que estava analisando 250 milhões de libras em cortes no orçamento, perdendo centenas de funcionários e atingindo a presença do conselho em até 40 países.
McDonald disse que, sem garantias financeiras do governo: “Acho que estaríamos em perigo real de desaparecer, provavelmente durante um período de uma década. E acho que não estou dizendo isso apenas para as manchetes, acho que é realmente verdade. ”
A crise financeira prejudicaria centenas de milhões de libras em atividade econômica gerada pelas atividades do conselho, comprometendo a influência do poder e a influência cultural da Grã-Bretanha, com efeitos indudos na diplomacia, turismo e recrutamento internacional de estudantes.
O Conselho – que gera independentemente 85% de sua receita anual de quase 1 bilhão de libras de atividades comerciais, como classes de idiomas – tem uma presença ativa em 100 países, mas está sendo forçada a considerar o fechamento de operações em 30 a 40.
“Isso deixa um vácuo nesses 30 ou 40 países. Não existe um conselho britânico lá, promovendo o Reino Unido e nossa cultura, nossa educação e para que o vácuo seja preenchido-talvez pelos nossos aliados, mas talvez também por alguns não-altos. Ele se abre para a Rússia de Putin se mudar para esses lugares para ensinar a língua e promover a cultura e capturar a mente dos jovens. Então, em uma escala mais ampla, isso é enormemente prejudicial ”, disse McDonald.
Ele observou que a China estava atraindo estudantes de todo o mundo por meio de bolsas de estudo e outros auxílios, com o ensino superior do Reino Unido enfrentando maior concorrência por estudantes talentosos e bilhões de libras em propinas internacionais.
Prof May Tan-Mullins, reitor do Universidade de Reading Malásiadisse que a orientação do Conselho Britânico foi inestimável no estabelecimento do campus.
“A educação do Reino Unido é uma história internacional de sucesso das exportações, mas não é um dado. Lugares como Cingapura e Malásia têm laços históricos com a Grã -Bretanha, mas as universidades do Reino Unido precisam trabalhar duro para convencer os estudantes, que são capazes de viajar em quase qualquer lugar do mundo, a ir a uma instituição britânica, e o Conselho Britânico desempenha um grande papel nisso ,-disse Tan-Mullins.
Prof Neville Wylie, presidente do Escócia conectada O Grupo Internacional de Ensino Superior, disse: “A reputação global que desfrutamos hoje é simplesmente inconcebível sem a contribuição feita pelas equipes do Conselho Britânico, no Reino Unido e em todo o mundo”.
A instabilidade financeira do conselho surge de um empréstimo da era da Covid do governo. O governo cobra taxas de juros comerciais com um mandato de um ano, exigindo uma reautorização anual que McDonald disse ser “uma experiência muito dolorosa para nós, porque a cada ano seremos insolventes, a menos que o empréstimo seja renovado”.
McDonald acrescentou: “Realmente precisamos de ajuda nesse empréstimo. O governo precisa transformá -lo em algo viável para nós e em termos razoáveis. E eles precisam começar a nos financiar para que possamos fazer mais em todo o mundo.
“Gostaria que o empréstimo fosse descartado, mas acho que neste ambiente econômico é muito difícil de justificar. Então, eu gostaria de termos razoáveis de empréstimo de algo como 25 anos e uma taxa de juros mais baixa, e então nos comprometemos a pagar totalmente. ”
Um porta -voz do Ministério das Relações Exteriores disse: “Continuamos comprometidos em garantir a estabilidade financeira do Conselho Britânico, e nosso financiamento contínuo sublinha nosso apoio ao seu importante trabalho na promoção do idioma inglês, artes e cultura e educação do Reino Unido.
“Devido a suas atividades comerciais, o Conselho Britânico está legalmente sujeito a controles de subsídio, garantindo a concorrência justa e livre no mercado, e continuamos comprometidos em recuperar o empréstimo assim que suas finanças permitirem. Continuamos a trabalhar em estreita colaboração com o Conselho Britânico e o Tesouro sobre esse assunto. ”
McDonald disse que ofereceu ao conselho Coleção de arte avaliados em £ 200 milhões, incluindo obras de Barbara Hepworth, Steve McQueen, David Hockney e Rachel Whiteread, ao governo em troca de eliminar o empréstimo, mas sem sucesso.
O conselho deseja evitar a venda de qualquer uma de sua coleção de arte, grande parte dela dada pelos artistas para apoiar o trabalho do Conselho Britânico. Mas sua crise financeira pode não deixar alternativa.
“Se obtivermos termos melhores neste empréstimo e obtivemos algum financiamento extra, acho que devemos ser capazes de evitar vendas significativas de arte. Se não conseguirmos nada disso, temos um empréstimo de £ 200 milhões pendurado em nossas cabeças, que será devido em mais 12 meses ”, disse McDonald.
O Conselho Britânico defende artistas desde a sua fundação na década de 1930. Sonia Boycecuja Comissão para o Conselho ganhou o leão dourado Na Bienal de Veneza de 2022, disse: “Não estou exagerando quando digo que trabalhar com o Conselho Britânico tem sido um destaque na carreira. Muita coisa mudou para mim, consequentemente. ”
Outros governos financiam sua divulgação de maneira mais generosa: as agências da Alemanha, incluindo o Instituto Goethe receber cerca de £ 900m por ano, enquanto a França gasta £ 600m apoiando o Aliança francesa e outros, muito acima dos £ 160 milhões do governo do Reino Unido.
“Mesmo uma nação menor como Portugal, seu equivalente recebe 250 milhões de libras. Nós nos afastamos de apoiar a cultura e a educação do Reino Unido por muito pouco ”, disse McDonald, membro do recém-criado governo do Reino Unido”Conselho de Soft Power”.
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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