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O ex-soldado considerou culpado de estuprar ex-parceiro antes de assassiná-la | Crime

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O ex-soldado considerou culpado de estuprar ex-parceiro antes de assassiná-la | Crime

Emine Sinmaz

Um ex-soldado foi considerado culpado de estuprar sua ex-namorada antes de matá-la com uma besta em um “ato final de despeito”.

Kyle Clifford, 26 anos, matou Louise Hunt, 25 anos, e sua irmã Hannah Hunt, 28, com uma besta e esfaquearam fatalmente sua mãe, Carol Hunt, 61, durante um ataque de quatro horas em sua casa em Bushey, Hertfordshireem 9 de julho do ano passado. As mulheres eram esposa e filhas do comentarista da BBC Racing John Hunt.

Da esquerda para a direita: Hannah, Carol e Louise Hunt. Fotografia: Facebook

Clifford começou a tratar para atacar Louise dois dias depois que ela terminou o relacionamento de 18 meses porque estava com raiva de ser rejeitado. Ele também estava com raiva da família Hunt porque “assumiu corretamente” que eles haviam aconselhado Louise a terminar com ele, ouviu Cambridge Crown Court.

Em seu discurso final aos jurados, a promotora, Alison Morgan KC, disse: “Louise não seria permitida por ele controlar a narrativa. Se ele quisesse Louise, ele a teria, ele a controlaria, a estupraria, e ele a mataria e membros de sua família …

“Se ele não pudesse ter Louise Hunt, ninguém mais estava indo e ele iria derrubar a família dela com ela. A família, ele sabia, não apoiou seu relacionamento com ela. Ele ficou irritado e que a raiva envolveu o planejamento da violência sexual como um meio de agir de acordo com um ato final antes da morte de Louise Hunt. ”

A besta usada por Kyle Clifford. Fotografia: Polícia/PA de Hertfordshire

Clifford, de Enfield, norte de Londres, se recusou a participar do julgamento perante o juiz Bennathan e não deu provas. Ele admitiu o triplo assassinato, a falsa prisão de Louise e duas acusações de posse de armas ofensivas, a saber, uma besta MX-405 e uma faca de 25 cm, em uma audiência anterior no Cambridge Crown Court em 22 de janeiro. Ele negou estuprar seu ex -parceiro no dia de sua morte.

Seu advogado, Phil Bradley KC, disse aos jurados na terça -feira que o caso de defesa era que Clifford e Louise tiveram relações sexuais em 23 de junho.

Mas na quinta -feira, um júri de sete mulheres e cinco homens o considerou culpado após cerca de 45 minutos de deliberações de estuprar Louise em 9 de julho. Houve aplausos da galeria pública depois que os veredictos foram devolvidos.

O juiz agradeceu aos jurados e disse que condenaria Clifford na terça -feira. Ele disse: “Por causa das condenações por assassinato, a única sentença é a prisão perpétua”.

Ele disse ao júri que o caso era “terrível” ao elogiar a família Hunt por sua dignidade e restrição.

Kyle Clifford comprou um comprimento de corda de 30 metros (100 pés), uma besta, uma pistola de ar, uma faca de açougueiro de 25 cm e duas latas de gasolina. Fotografia: Polícia/PA de Hertfordshire

O julgamento soube que Clifford começou a pesquisar armas de crimes enquanto também vêva pornografia poucos dias após o rompimento em 26 de junho.

Agora pode -se revelar que menos de 24 horas antes do ataque que ele estava procurando na Internet por podcasts pelo influenciador misógino Andrew Tate.

Ele comprou um comprimento de corda de 30 metros (100 pés), uma besta, uma pistola de ar, uma faca de açougueiro de 25 cm e duas latas de gasolina. Clifford foi capturado na CCTV comprando dois rolos de fita adesiva, que ele costumava conter Louise, amarrando os pulsos nas costas e os tornozelos.

Morgan disse aos jurados: “Será difícil para você imaginar o que estava acontecendo na mente de alguém como Kyle Clifford. O que estava acontecendo claramente foi o casamento dos pensamentos de extrema violência com desejo e realização sexual. Seu planejamento mostra que ele planejou um ato assassino, mas também um ato envolvendo violência sexual. ”

Clifford assassinou Carol dentro de dois minutos depois de ir para a casa da família às 14h39. Ele então esperou mais de uma hora para Louise terminar de trabalhar no jardim antes de restringir, engasgá -la e estuprar. Ele a assassinou mais de duas horas depois, pouco antes de atirar em Dead Hannah com a mesma besta quando ela voltou para casa do trabalho.

No argumento legal, o promotor disse que o ataque meticulosamente planejado de Clifford envolveu o uso do sexo “como arma” contra Louise. “O despeito e o pouco que ele vem sendo maltratado, como ele o veria, é o que alimenta todo o planejamento desses eventos e … a violência sexualizada faz parte disso”, disse ela.

A polícia disse que a escala dos crimes de Clifford era “sem precedentes” em termos de violência masculina contra mulheres e meninas.

O DCI Nick Gardner, da unidade de crimes principais de Bedfordshire, Cambridgeshire e Hertfordshire, disse: “Este não foi um crime de paixão, mas um ataque cuidadosamente planejado”. Ele acrescentou que Clifford não fez nenhum comentário durante entrevistas com a polícia, não demonstrou remorso e senti pena de si mesmo.

Ele descreveu o fracasso de Clifford em participar do julgamento como um “ato completo de covardia”. O juiz fez uma série de tentativas para ele ser disponibilizado ao tribunal, dizendo: “Ele poderia ter discado via Live Link. Ele próprio escolheu não fazer nada disso. Ele colocou a família na provação de um julgamento, ele criou tudo o que aconteceu na semana passada e o fracasso em mostrar que seu rosto é completamente covarde. ”

Clifford tornou -se objeto de uma busca por várias horas antes de ser encontrado ferido no cemitério de Lavender Hill, em Enfield, em 10 de julho de 2024, depois de se atirar no peito com a besta. Ele agora está paralisado do peito para baixo.

Lisa Kiff, promotora sênior da coroa, disse: “Kyle Clifford é um assassino e um estuprador que realizou um ato selvagem de violência contra três mulheres.

“Seus crimes estão entre os piores que encontrei em minha carreira, e ele agora enfrenta uma sentença de prisão perpétua atrás das grades”.

Informações e apoio a qualquer pessoa afetada por problemas de estupro ou abuso sexual estão disponíveis nas seguintes organizações. No Reino Unido, Crise de estupro Oferece suporte em 0808 500 2222 na Inglaterra e País de Gales, 0808 801 0302 em Escóciaou 0800 0246 991 em Irlanda do Norte. Nos EUA, Rainn Oferece suporte em 800-656-4673. Na Austrália, o apoio está disponível em 1800RESPECT (1800 737 732). Outras linhas de linha internacional podem ser encontradas em ibiblio.org/rcip/internl.html



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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