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O excelente feitiço de Adil Rashid gira a Inglaterra à vitória no terceiro T20 contra a Índia | Twenty20

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Taha Hashim

A Inglaterra pode querer explodir lados com o ritmo, mas as coisas lentas também são importantes. Adil Rashid foi magistral em Rajkot, o girador de pernas que entregava o principal postigo de Tilak Varma, não concedeu limites e garantindo a primeira vitória de seu time sobre esta turnê. A Índia não perseguiu 172, sua liderança da série agora em 2-1 com dois internacionais T20 ainda por jogar.

O feitiço de Rashid de um por 15 foi vital após uma implosão em inglês com o bastão. Ben Duckett se destacou desde o início, atingindo 51 de 28, antes de Varun Chakravarthy interpretar o chefe de Nemesis com figuras de cinco por 24 anos. Os visitantes não foram fundamentais em sua agressão, um fato recebido pelos anfitriões quando a Inglaterra perdeu cinco postigos por 19 corridas.

A Índia, no entanto, nunca poderia conseguir um controle adequado em sua resposta, os postigos compartilhados por cinco jogadores ingleses, mas destruíram a força dominante. Hardik Pandya acertou um tardio de 35-bolas 40, mas Jamie Overton misturou seu ritmo para coletar três postigos e garantir uma vitória de 26 corridas.

A presença de Jos Buttler no vinco foi exigida pouco depois de ele perder o sorteio mais uma vez. Pandya era muito inteligente para Phil Salt, suas nuances – um segurança feroz, seguido de uma bola mais lenta – levando o erro de abertura para cobrir por cinco.

Duckett, para a fortuna da Inglaterra, encontrou forma. Este foi o canhoto de sua melhor revolução de dança, balançando o vinco. Ele pegou Mohammed Shami por seis anos, se deleitou com Pandya e Washington Sundar, abalado em Washington, para seus quatro quatro seguidos. Buttler poderia sentar no Sidecar durante o estande de 76.

Mas o risco de Charkravarthy se esconder por perto. O spinner de 33 anos faz parte da Liga Premier indiana, mas finalmente está encontrando sucesso global, a Inglaterra perplexo com ele na semana passada. A aparição solitária de primeira classe em 2018 aumenta o mistério, enquanto seu diploma de bacharel em arquitetura explica as linhas imaculadas. Chakravarthy produziu uma costura vertical para ter Buttler demitido por 24, uma varredura reversa agradando uma captura para trás no nono.

O Tilak Varma da Índia é jogado pelo Adil Rashid, da Inglaterra. Fotografia: Ajit Solanki/AP

Quando Duckett encontrou o meio do meio de Axar Patel a seguir, o colapso estava ligado. Chakravarthy estava no meio dele, os dois Jamies – Smith e Overton – se foram com entregas consecutivas no dia 14. Jofra Archer não conseguiu jogar no Googly que concedeu Chakravarthy Five, a Inglaterra caiu de 108 por três a 127 por oito.

Liam Livingstone se afastou por um 43 de 24 bolas, garantindo um segundo tempo competitivo.

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Os Quordres deram esperança à Inglaterra com os primeiros postigos. Archer correu Sanju Samson na atração antes de tomar uma boa captura para dispensar Abhishek Sharma por 24; Mark Wood Limited Suryakumar Yadav a 14 depois que o capitão da Índia jogou Archer sobre a perna fina. A visão mais prejudicial para a Inglaterra no Powerplay foi Smith saindo do campo durante o quarto lugar depois de iniciar a partida com uma panturrilha apertada, salgando as luvas.

O homem que importava era Varma, um invicto 72 vencendo a segunda partida de sábado. Um golpe na capa de Brydon Carse o fez ir, ritmo seu amigo. Mas Rashid interveio em seu primeiro. O girador da perna de vôo voltou bruscamente para jogar vasta e deixar a Índia quatro no final do oitavo. Rashid desencadeou as rotações ao longo de seu feitiço, sua rotação jogada mais clássica do que o trabalho de seus colegas indianos, os batedores tendo que se contentar com os singles. Quando ele terminou com seus quatro overs, a Índia exigia 82 de 36 bolas. Pandya desligou, mas esse não foi um trabalho único.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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