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o governador da Califórnia lamenta os ataques de Donald Trump enquanto os residentes estão “literalmente fugindo”
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As seguradoras serão capazes de absorver o alto custo dos incêndios em Los Angeles, de acordo com a Standard and Poor’s
As companhias de seguros poderão enfrentar uma indemnização pelos danos causados pelos incêndios destrutivos que assolam Los Angeles, estimados entre 10 e 15 mil milhões de dólares para propriedades seguradas, informou a agência de classificação Standard and Poor’s na quinta-feira.
“As seguradoras poderão absorver perdas” segurados, o que pode igualar o recorde de US$ 16 bilhões estabelecido em 2017 pelo incêndio de Tubbs no norte da Califórnia, disse a S&P em uma análise. Segundo ela, as empresas começam o ano com reservas confortáveis graças aos bons resultados financeiros alcançados em 2023 e 2024 e reduziram significativamente a sua presença nas regiões californianas muito expostas ao risco de incêndio.
Nesta fase, as estimativas de perdas seguradas situam-se entre 10 mil milhões e 15 mil milhões de dólares. Mas, segundo modelos do site especializado AccuWeather, o custo total (danos materiais, perdas financeiras) poderá atingir 52 a 57 mil milhões de dólares, especialmente porque as áreas afectadas – Pacific Palisades, Santa Monica, Malibu – têm algumas das casas mais caras. dos Estados Unidos. Como exemplo, calculou o AccuWeather, o incêndio que devastou a ilha havaiana de Maui em 2023 causou entre 13 e 16 mil milhões de danos, e os furacões Milton e Helen em 2024 causaram respectivamente 160 a 180 mil milhões e 225 a 250 mil milhões de danos.
Para a Standard & Poor’s, as seguradoras com maior presença na Califórnia – Farmers (13,1% de participação de mercado), State Farm (12,9%), Travellers (6,5%), Liberty Mutual – são “altamente diversificado”o que também deveria funcionar a seu favor para resistir aos valores das indenizações. E poderão eventualmente aumentar os prémios, acrescenta a agência de classificação.
O comissário de seguros da Califórnia, Ricardo Lara, anunciou quarta-feira proteção, por um ano, aos proprietários das zonas afetadas e envolventes destes incêndios, contra a não renovação e extinção de garantias. Esse tipo de medida protegeu mais de um milhão de contratos em 2024.
“Muitas seguradoras cancelaram a cobertura para muitas famílias que foram e serão afetadas, o que atrasará ou pesará na sua capacidade de recuperação”.lamentou a vice-presidente Kamala Harris na quinta-feira, ao lado do presidente Joe Biden na Casa Branca.
Como último recurso, a Califórnia criou um sistema de seguro público, denominado FAIR, para proprietários que já não conseguem encontrar uma seguradora privada. Representa a quinta maior seguradora do estado, segundo a S&P.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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