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O governo Barnier anuncia uma nova lei de imigração para 2025, com endurecimento da detenção administrativa

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O Ministro do Interior, Bruno Retailleau, ganhou o caso. O governo anunciou no domingo, 13 de outubro, uma nova lei sobre imigração, cuja análise poderá começar o mais breve possível. “início de 2025” no Parlamento, apenas um ano depois do texto anterior sobre o assunto que fracturou a maioria na Assembleia Nacional.

“Haverá necessidade de uma nova lei”nomeadamente para permitir “a extensão” de “detenção administrativa” estrangeiros ilegais considerados perigosos, disse na BFM-TV porta-voz do governo, Maud Bregeon.

Uma das opções previstas é aumentar o período máximo de detenção de 90 para 210 dias, o que actualmente só é possível em relação a crimes terroristas. “Não estamos nos impedindo de pensar em outros arranjos”acrescentou o porta-voz, julgando que não deveria haver “nenhum tabu quando se trata de proteger os franceses”. O executivo quer que este texto chegue ao Parlamento “início de 2025”apenas um ano após a promulgação da última lei de imigração.

No início de Outubro, o Primeiro-Ministro, Michel Barnier, parecia descartar a possibilidade de um novo texto num prazo tão curto. “Acabamos de legislar”, “vamos aplicar as regras”haverá “progresso possível, mas dentro da estrutura da lei atual”declarou ele no France 2.

Mas a pressão provavelmente foi demais. Externamente, com a Reunião Nacional que ameaçou desencadear a censura governamental caso um novo projeto de lei não fosse apresentado. Internamente, com o Ministro do Interior, Bruno Retailleau, a assumir uma posição muito dura sobre o assunto.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Bruno Retailleau, novo ministro do Interior com posições duras sobre imigração

“Cavaleiros legislativos”

A lei anterior, promulgada em 26 de janeiro, foi alvo de debates muito tensos mesmo dentro da antiga maioria presidencial que conseguiu que o texto fosse votado graças à abstenção dos deputados do RN.

«Cotas» restrições à migração estabelecidas pelo Parlamento, reintegração do crime de residência ilegal, garantia de regresso para estudantes estrangeiros, medidas que restringem o reagrupamento familiar ou restringem os direitos à terra: o Conselho Constitucional censurou grandes secções do texto.

Os Sábios refutaram assim os principais acréscimos que o campo macronista concedeu à direita, em particular a Bruno Retailleau, então poderoso chefe dos senadores do LR e grande arquitecto do endurecimento do texto.

No total, 32 das 35 disposições rejeitadas foram consideradas aditivos legislativos, ou seja, sem ligação suficiente com o projeto de lei inicial. Uma razão formal que não prejudica a sua conformidade substantiva com a Constituição. Nada exclui, portanto, que sejam propostas no novo texto. Nem que possam ser rejeitados pelos seus méritos.

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Medidas censuradas pelo Conselho Constitucional “servirá de base para a nova lei de imigração”disse uma fonte governamental à Agence France-Presse (AFP). “Alguns poderão ser modificados e haverá acréscimos”.

Maud Bregeon garantiu que o governo discutiria com “todos os grupos parlamentares” e não ia “não buscar apoio do Rally Nacional”. A nova lei promete novos debates acalorados num contexto parlamentar tenso, com uma Assembleia Nacional onde a frágil coligação Barnier não tem maioria.

“Bode expiatório”

A esquerda já denuncia um presente dado a Marine Le Pen e ao RN. “Temos um governo (…) o que nos dá uma lei de imigração como uma promessa à extrema direita. Tudo isso é costurado com linha branca”reagiu o primeiro secretário do Partido Socialista, Olivier Faure.

“Lá vamos nós de novo para semanas de saturação do debate público em torno dos temas da extrema direita”acrescentou o deputado Benjamin Lucas (Génération.s). A presidente do Ecologista e grupo social, Cyrielle Chatelain, lamentou “uma acumulação legislativa que não resolve nada” e já “destrói a vida de muitas pessoas”.

Trinta e duas leis sobre imigração e estrangeiros foram adotadas desde 1980 na França, segundo o Museu de História da Imigração.

Certas vozes dentro do campo macronista também poderiam saudar o anúncio do governo muito recentemente. “O que precisamos é da implementação do pacto europeu de asilo e migração e da aplicação da lei de dezembro de 2023, certamente não de uma nova lei baseada em fundações populistas”o deputado Guillaume Gouffier (Juntos pela República) já reagiu.

As ONG também estão em pé de guerra. Bruno Retailleau “só tem na boca a palavra “República”, mas não vê problema em danificá-la continuamente, traindo tudo o que a França encarna na defesa dos direitos humanos”denunciou o ex-ministro socialista Najat Vallaud-Belkacem, hoje presidente da França Terre d’Asile.

“Como a austeridade orçamental irá demolir os serviços públicos e os empregos franceses, temos de encontrar um bode expiatório”lamentou Benoît Hamon, diretor da ONG Singa que trabalha pela integração profissional de refugiados e migrantes.

O mundo com AFP

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Atletas que participarão dos Jubs em GO recebem bandeira da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Entega bandeira Jubs (3).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, entregou a bandeira institucional aos atletas que participarão dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), que ocorrem de domingo, 23, a 5 de setembro, em Goiânia e Trindade (GO), com organização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário. A entrega ocorreu nessa quinta-feira, 20, no hall da Reitoria, campus-sede.

“As oportunidades nascem a partir do momento em que dialogamos e temos compromisso. Quero transmitir a toda a equipe o nosso empenho de trabalhar o fortalecimento do esporte”, disse Josimar. “Eu estou neste momento como reitor por vocês, estudantes, e é com vocês que eu quero honrar esse compromisso todos os dias da minha vida, com o sentimento de união e diálogo.”

Entrega bandeira Jubs (2).jpg

Também participaram do ato o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; e o diretor de Arte, Cultura e Integração Comunitária, Givanildo Pereira Ortega.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Participe da Autoavaliação do Curso de ciências contábeis — Universidade Federal do Acre

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QRCODE - Autoavaliação

 

Olá, estudante!

Este instrumento foi elaborado com o objetivo de ouvir você e conhecer a sua percepção sobre o Curso de Ciências Contábeis. Sua participação é muito importante para que possamos identificar os pontos positivos, as dificuldades e as principais demandas dos estudantes, contribuindo para o processo de avaliação e melhoria contínua do curso.

O questionário aborda diferentes aspectos da sua experiência acadêmica, como disciplinas e organização curricular, metodologias de ensino, atuação dos professores, infraestrutura, biblioteca, laboratórios, acessibilidade, apoio aos estudantes, estágio, pesquisa, extensão, monitoria, iniciação científica, eventos e comunicação com a Coordenação.

As respostas serão utilizadas de forma responsável e, preferencialmente, de maneira agregada, com a finalidade de subsidiar ações e decisões voltadas ao aprimoramento da qualidade do curso e da formação acadêmica e profissional dos estudantes.

🗣️ Este é um espaço para você ser ouvido! Por isso, responda com sinceridade, apresentando sua percepção, críticas, sugestões e demandas. Não existem respostas certas ou erradas: o mais importante é que sua opinião represente verdadeiramente a sua experiência como estudante.

Agradecemos sua participação e contribuição para a construção de um Curso de Ciências Contábeis cada vez melhor, mais inclusivo, acolhedor e alinhado às necessidades dos estudantes e às demandas da sociedade e do mercado profissional.

Sua opinião é fundamental para construirmos juntos o futuro do nosso curso!

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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre

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Reunião Cepex (2).jpg

A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.

As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”

Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.

Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.

Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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