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“O governo de Benjamin Netanyahu está a liderar uma ofensiva contra a imprensa livre e independente em Israel”
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2 anos atrásem
euO Relatório dos Repórteres Sem Fronteiras (RSF) 2024 revela um número horrível de crimes cometidos pelas forças militares israelitas contra jornalistas palestinianos durante o ano passado. O exército israelita é o único responsável pela morte de um terço dos jornalistas mortos no cumprimento do dever em todo o mundo este ano. Em 2024, Israel também se tornou a terceira maior prisão para jornalistas do planeta, com 41 jornalistas palestinianos de Gaza e da Cisjordânia definhando atualmente em prisões israelitas.
Paralelamente a esta realidade sombria, outro ataque, menos espectacular, tem como alvo os jornalistas dentro do país: a ofensiva liderada pelo governo de Benjamin Netanyahu contra a imprensa livre e independente em Israel. Até recentemente limitado a acusações retóricas, está a ganhar forma através de uma série de medidas actualmente em adopção.
Em novembro de 2023, o Ministro das Comunicações, Shlomo Karhi, acusou o jornal liberal Haaretz de “propaganda anti-israelense” na sua conta X, em retaliação pela cobertura independente do jornal sobre a guerra em curso em Gaza. Estas declarações de um membro do governo contribuíram para estabelecer um clima onde a intimidação e a violência verbal e até física contra jornalistas passaram a ser toleradas. No início de junho de 2024, após vários meses de ataques caluniosos, as instalações daHaaretz foram vandalizados por desconhecidos em Tel Aviv.
Acesso a informação independente, crítica e pluralista
Os Repórteres Sem Fronteiras denunciaram este ato chocante contra um meio de comunicação e os seus jornalistas. Renovamos esta condenação e expressamos a nossa solidariedade e apoio Haaretz e a sua escrita corajosa, servindo o interesse público geral, em Israel e muito mais além. Mas o Ministro das Comunicações, Shlomo Karhi, infelizmente não se limitou às palavras. Numa tentativa de alinhar as redações críticas do governo ao qual pertence, ele também atacou as suas finanças.
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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