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O governo Trump detém estudante pró-palestino indiano para deportação | Donald Trump News

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O governo Trump detém estudante pró-palestino indiano para deportação | Donald Trump News

O pesquisador de pós -doutorado Badar Khan Suri acusou ‘espalhar propaganda do Hamas e promover o anti -semitismo’.

Um pesquisador de pós -doutorado indiano nos Estados Unidos que se manifestou contra a guerra de Israel em Gaza está enfrentando deportação depois de ser detido pelo presidente dos EUA, Donald Trump’s repressão à imigração.

Badar Khan Suri, bolsista de pós -doutorado da Universidade de Georgetown, em Washington, DC, foi designado para deportação para “espalhar propaganda do Hamas e promover o anti -semitismo” nas mídias sociais, disse Tricia McLaughlin, secretária assistente do Departamento de Segurança Homeland (DHS), disse na quarta -feira.

“Suri tem conexões estreitas com um terrorista conhecido ou suspeito, que é consultor sênior do Hamas”, disse McLaughlin no X.

“O Secretário de Estado emitiu uma determinação em 15 de março de 2025 de que as atividades e a presença de Suri nos Estados Unidos o tornaram deportável sob a seção 237 (a) (4) (i) da INA.”

McLaughlin não forneceu evidências para sua reivindicação de laços entre Suri e Hamas, o grupo que governa Gaza.

Suri, que estudava no Alwaleed bin Talal Center de Georgetown para o entendimento muçulmano-cristão, está atualmente em um centro de imigração e detenção de aplicação da alfândega dos EUA no Aeroporto Internacional de Alexandria, na Louisiana, de acordo com o locator de detenção on-line da ICE.

Ahmad Hassan, advogado que representa Suri, apresentou na quarta -feira uma petição para a libertação do pesquisador no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Leste da Virgínia, de acordo com um registro judicial on -line.

Hassan não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Al Jazeera.

Em comunicado à Al Jazeera, um porta-voz da Universidade de Georgetown disse que Suri recebeu um visto de estudante para realizar “Pesquisa de doutorado sobre construção da paz no Iraque e Afeganistão”.

“Não estamos cientes de que ele se envolvesse em nenhuma atividade ilegal e não recebemos um motivo para sua detenção”, disse o porta -voz.

“Apoiamos os direitos dos membros da comunidade de libertar e abrir investigação, deliberação e debate, mesmo que as idéias subjacentes possam ser difíceis, controversas ou censuráveis. Esperamos que o sistema jurídico julgue esse caso de maneira justa”.

Uma conta X usando o nome de Suri e a afiliação de Georgetown contém várias críticas de Israel e expressões de apoio à causa palestina.

Em um post em junho, a conta acusou a Índia de ser “um facilitador de genocídio” depois que a rede de notícias QUDS da Palestina publicou imagens pretendendo mostrar os remanescentes de um míssil israelense rotulado como “Made in India”.

“De ser um aliado de palestinos, a facilitar um genocídio. Que desgraça feita na Índia, para fornecer mísseis a Israel para que as crianças palestinas possam ser massacradas”, disse Suri.

“Mudança de valores para dinheiro do sangue. Vergonha.”

Em um post de outubro de 2023, a conta com o nome de Suri disse que muitos índios apoiaram Israel pelo “ódio dos muçulmanos”, não “pelo amor de Israel”.

A detenção de Suri ocorre menos de duas semanas depois que o DHS de Trump foi preso Estudante da Universidade de Columbia Mahmoud Khalil sobre seu envolvimento em protestos pró-palestinos.

Na quarta -feira, um tribunal federal decidiu que Khalil, um morador permanente dos EUA, poderia prosseguir com um desafio legal contra a ordem do governo Trump por sua deportação.

O juiz Jesse Furman decidiu que o argumento de Khalil de que sua remoção viola sua liberdade de expressão e os direitos de devido processo sob a Constituição dos EUA justificariam a “revisão cuidadosa”.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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