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O grande golpe de Jos Buttler leva a Inglaterra à vitória sobre as Índias Ocidentais no segundo T20 | Vinte20

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Cameron Ponsonby at Kensington Oval

É um jogo de vitória, jogo de vitória no Caribe, já que cinco jogos nesta turnê de bola branca e todos os cinco foram vencidos pelo time para quem a moeda caiu a seu favor.

A Inglaterra foi a beneficiária desta vez, pois venceu por sete postigos para assumir uma vantagem de dois a zero na série de cinco jogos. Quando a moeda caiu, Jos Buttler sorriu, e seu capitão adversário, Rovman Powell, deu um soco de brincadeira em suas costelas. Eles sabiam o quanto esta partida, ameaçada pela possibilidade de chuva e que começa às 16h, era uma questão de cara ou coroa.

O orvalho aumenta em todo o mundo. Mas, como explicou o técnico interino Marcus Trescothick na semana passada, é a combinação do orvalho – tornando a bola molhada e difícil de lançar no segundo turno – com a natureza dos postigos no Caribe – lentos e parados durante o dia, rápidos e escorregadio com o orvalho à noite – o que torna a mudança nas condições tão dramática.

As partidas disputadas no Kensington Oval durante a Premier League do Caribe começam à noite, igualando um pouco a vantagem de rebater em segundo lugar, mas os jogos desta série começam às 16h para melhor atender ao público da TV do Reino Unido. O resultado, no entanto, criou uma tempestade perfeita para que as condições tivessem influência máxima em todo o jogo. Em particular, alguns jogadores ingleses disseram que o melhor caminho para a vitória nesta série é vencer três lances em cinco. Até agora, são dois em dois.

Mas você ainda precisa aproveitar a sorte e, em condições favoráveis ​​​​de boliche, a Inglaterra fez exatamente isso, já que uma excelente exibição de boliche foi apoiada por uma masterclass de Jos Buttler, que acertou 83 em 45 bolas.

Para impulsionar a Inglaterra, Jofra Archer e Saqib Mahmood foram excelentes com a nova bola. Em condições nubladas, ambos os arremessadores fizeram a bola balançar descontroladamente. Archer sempre acerta o alvo, Mahmood não, mandando seis wides em seus três primeiros saldos em busca da bola mágica – que ele encontrou ao prender Roston Chase lbw.

Archer estava em sua melhor forma impossível de jogar, ao fazer a bola balançar violentamente para longe do canhoto Evin Lewis, a bola subindo e pegando a luva do goleiro em seu caminho para o goleiro. Tamanho foi o domínio de Archer com a nova bola, quando Chase saiu no 4º lugar ele foi recebido com dois deslizes, um deslize de perna e um de perna curta.

Mahmood e Archer são grandes amigos, e Mahmood costuma ficar com Archer na ilha nas horas vagas. Antes desta série, Mahmood até perguntou sobre a possibilidade de disputar uma partida de clube pelo time Wildey CC de Archer como parte de sua preparação, mas a partida, que durou dois finais de semana, não permitiu.

Foi um desempenho de boliche totalmente impressionante da Inglaterra. Sam Curran entrou no ataque no oitavo over e fez um lançamento inaugural, Adil Rashid regularmente arremessou com um escorregão e um escorregão de perna enquanto as Índias Ocidentais, normalmente poderosas, lutavam em condições desafiadoras, antes de 32 corridas dos dois saldos finais os levantarem para 158.

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Jofra Archer comemora a demissão de Evin Lewis no Kensington Oval. Fotografia: Randy Brooks/AFP/Getty Images

Phil Salt era um centurião no sábado à noite, mas foi dispensado por um pato de ouro no domingo, quando ele emendou um drive para Brandon King na cobertura curta do boliche de Akeal Hosein na primeira bola do turno.

Mas esse seria o único perigo durante a perseguição. A Inglaterra decidiu não atacar o giro do braço esquerdo de Hosein e, em vez disso, optou por correr riscos em outro lugar.

Buttler, que rebateu no terceiro lugar pela terceira vez pela Inglaterra, demorou um pouco para começar, mas depois assumiu o tipo de forma que o tornou um dos jogadores de críquete mais assistidos do mundo na última década. Diante de Gudakesh Motie, Buttler o lançou na esquina do Worrell, Weekes e Walcott Stand. Enquanto procuravam a bola, Buttler mostrou seu bíceps e piscou para seu companheiro de equipe Will Jacks.

Antes da série, Buttler disse que sua principal prioridade era garantir que ele gostasse do críquete novamente. Esta noite, no Kensington Oval, ele fez exatamente isso.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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