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O Hamas rejeita a “formulação” de Israel para estender a fase um do cessar -fogo de Gaza | Notícias de conflito de Israel-Palestina
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A incerteza em Gaza como grupo palestino diz que não há negociações em andamento para a segunda fase da trégua, mesmo que a primeira fase expira no sábado.
À medida que a primeira fase do cessar-fogo de Israel-Hamas em Gaza chega ao fim, as negociações na próxima etapa, com o objetivo de garantir uma trégua permanente, até agora foram inconclusivas.
No sábado, o Hamas rejeitou a “formulação” de Israel de estender a primeira fase do cessar -fogo em vez de prosseguir para a segunda fase como planejado originalmente, chamando -o de inaceitável.
O porta -voz do Hamas, Hazem Qassem, disse à Al Araby TV que nenhuma palestra estava sendo realizada para uma segunda fase de cessar -fogo, mesmo que a primeira fase expire no sábado.
Qassem disse que Israel tem a responsabilidade de não iniciar as negociações de segunda fase, acusando -o de querer recuperar os cativos restantes de Gaza, mantendo a possibilidade de retomar a guerra.
Seus comentários ocorreram um dia depois que o Hamas pediu a Israel a passar para a segunda fase e confirmar seu “compromisso total de implementar todos os termos do contrato em todos os seus estágios e detalhes”.
Funcionários de Israel juntou -se a mediadores do Catar E os Estados Unidos no Cairo na quinta -feira para “discussões intensivas”, informou o Serviço de Informações do Estado do Egito na sexta -feira. No entanto, essas negociações aparentemente não tinham frutos.
As conversas sobre a segunda fase do cessar -fogo devem negociar um final abrangente para os combates em Gaza, incluindo o retorno de todos os cativos restantes e a retirada completa das forças israelenses do território.
Segundo Israel, restam 59 cativos em Gaza, 24 dos quais ainda se acredita estarem vivos.
Na quinta -feira, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, disse aos repórteres: “Dissemos que estamos prontos para estender a estrutura (da fase um) em troca do lançamento de mais reféns. Se for possível, faremos isso. ”
‘Sem voltar’
Sami al-Airing, professor da Universidade de Istambul Zaim, disse que não ficou claro o que acontecerá a seguir.
“O Enviado americano Steve Witkoff indicou que deseja explorar a idéia de estender a fase um, que é a posição israelense ”, disse ele à Al Jazeera. “Isso é uma má notícia para qualquer negociação, porque o Hamas não concorda com isso.”
Enquanto isso, as organizações humanitárias disseram repetidamente que o cessar-fogo deve continuar se quiser fornecer ajuda necessária aos palestinos no enclave costeiro, que foi devastado durante 15 meses de guerra.
“O impacto do acesso humanitário seguro e sustentado é evidente”, disse o programa mundial de alimentos em um post sobre X. “O cessar -fogo deve manter. Não pode haver volta de voltar. ”
O secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, disse na sexta-feira que os próximos dias são “críticos” para as negociações na segunda fase do cessar-fogo.
“O acordo de liberação de cessar -fogo e reféns deve ser mantido. Os próximos dias são críticos. As partes não devem poupar nenhum esforço para evitar um colapso desse acordo ”, disse Guterres a repórteres na sede da ONU em Nova York.
Medo de lutar retomando
Tareq Abu Azzoum, da Al Jazeera, relatando de Gaza, disse que pode haver “um aumento” na atividade militar “pois não há mais obrigações para sustentar o cessar -fogo”.
“Isso foi deixado no ar enquanto os mediadores tentam conter essa crise e impedir um retorno à luta que trará nada além de devastação adicional ao povo de Gaza”, acrescentou.
Enquanto o cessar -fogo realizado desde o início de 19 de janeiro, o Gabinete de Mídia do Governo de Gaza (OGM) relatou mais de 350 violações de Israel, incluindo Incursões militares, tiros, ataques aéreos, vigilância intensificada e obstrução da ajuda Desde que o cessar -fogo começou.
Segundo o OGM, o exército israelense matou e feriu dezenas de palestinos através de ataques aéreos e tiroteios desde que o cessar -fogo entrou em vigor.
O OGM havia relatado atrasos anteriormente ao permitir que as famílias deslocadas retornem às áreas do norte de Gaza, bem como deficiências nos níveis acordados de ajuda permitidos no enclave.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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