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O ímpeto do Reino Unido em relação à Ucrânia diminuiu sob o Partido Trabalhista, diz Ben Wallace | Ucrânia

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Donna Ferguson

O ímpeto na Ucrânia “diminuiu” desde que o Partido Trabalhista assumiu o cargo, de acordo com o ex-ministro da Defesa conservador e ex-oficial do exército, Sir Bem Wallace.

Respondendo a comentários recentes de responsáveis ​​de Kyiv de que A relação da Ucrânia com o Reino Unido “piorou” desde que Keir Starmer foi eleito primeiro-ministro, Wallace disse que isso aconteceu porque “a liderança que a Grã-Bretanha demonstrou desde o início começou a voltar ao grupo”.

Numa entrevista ao programa Today da BBC Radio 4, Wallace disse que, na sua experiência, os responsáveis ​​do Ministério dos Negócios Estrangeiros costumavam dizer ao ministro da Defesa “não queremos estar à frente do grupo – por outras palavras, não’ Não queremos ter nenhuma liderança – só queremos ficar no meio”.

Starmer ainda não visitou a Ucrânia quatro meses depois de assumir o cargo, e uma figura importante do governo de Volodymyr Zelenskyy expressou frustração na sexta-feira com o fracasso da Grã-Bretanha em fornecer à Ucrânia mísseis adicionais de longo alcance.

Ben Wallace foi secretário de Defesa de julho de 2019 a agosto de 2023. Fotografia: Kirsty O’Connor/PA

O funcionário de Kiev disse ao Guardian: “Isso não está acontecendo, Starmer não está nos dando armas de longo alcance. A situação não é a mesma de quando Rishi Sunak foi primeiro-ministro. A relação piorou.”

Os medos estão crescendo em Ucrânia que a vitória de Donald Trump poderia reduzir a ajuda militar dos EUA, e Kiev está desesperado para que Starmer se comprometa a reabastecer os estoques do tão procurado sistema Storm Shadow.

Wallace disse que uma das razões pelas quais o governo conservador forneceu sistemas de armas à Ucrânia no passado foi para mostrar liderança. “Assumimos a posição de liderar e a liderança trouxe connosco muitos e muitos europeus… Tenho definitivamente a sensação de que esse ímpeto diminuiu.”

Impulsionar a mudança no governo exigiu perseverança e determinação, sugeriu ele. “Você realmente tem que fazer isso todos os dias. Você não pode simplesmente fazer uma declaração e depois ficar flutuando”, disse ele.

Ele disse que as empresas que procuram exportar equipamentos que possam ajudar a Ucrânia estão à espera há seis meses para que as suas licenças de exportação sejam processadas. “Isso não soa como um governo que quer ajudar a Ucrânia, se a sua burocracia no Ministério dos Negócios Estrangeiros está a oferecer algumas tecnologias bastante básicas que os ucranianos precisam para fabricar os seus próprios sistemas de armas para defender a sua nação.”

No início desta semana, Starmer disse acreditar firmemente que os aliados devem “intensificar” o apoio à Ucrânia quando se encontrou com Zelenskyy à margem de uma cimeira política em Budapeste. Ele disse ao presidente ucraniano que o Reino Unido tinha um compromisso “inabalável” de ajudar o país a defender-se contra a invasão da Rússia.

Ele disse: “É muito importante que levemos isso até o fim. É muito importante que estejamos com você.”

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Zelenskyy respondeu: “Estamos muito gratos. Estamos muito orgulhosos de termos tais relações bilaterais entre as nossas nações.”

A Grã-Bretanha e a França disseram que em 2023 forneceriam à Ucrânia mísseis Storm Shadow, mísseis de cruzeiro de longo alcance altamente precisos desenvolvidos por uma colaboração anglo-francesa.

Mas embora o último ataque Storm Shadow reivindicado pelos militares ucranianos tenha sido em 5 de outubro, visando postos de comando russos, o número de tais ataques por parte da Ucrânia diminuiu ao longo de 2024. “Vocês saberiam se o Reino Unido nos tivesse fornecido novos mísseis Storm Shadow porque nós os usaríamos para atingir alvos russos. Não estamos”, disse o funcionário de Kyiv na sexta-feira.

Os mísseis Storm Shadow são caros, estimados em £ 800.000 por unidade, mas são considerados eficazes contra alvos estáticos e têm sido usados ​​para atacar recursos navais russos na Crimeia.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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