POLÍTICA
O incômodo de senadores governistas com a inércia…

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5 meses atrásem
Nicholas Shores
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Senadores governistas estão incomodados com a inércia do Palácio do Planalto em relação à eleição que vai definir a sucessão de Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Enquanto isso, o ex-presidente Jair Bolsonaro articulou pessoalmente o apoio do PL a Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Apesar de entender o argumento de que o presidente Lula evita interferir nas disputas pelo comando das Casas do Congresso para não “criar inimigos”, esse grupo de senadores avalia que o distanciamento atual deixa o caminho aberto para a oposição defender pautas como a anistia aos presos no 8 de janeiro.
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POLÍTICA
O novo capítulo da ação contra o governo do Maranh…

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7 horas atrásem
2 de abril de 2025
Nicholas Shores
Em mais um capítulo da ação contra o governo do Maranhão por nepotismo, o Solidariedade apresentou um documento que, segundo a legenda, provaria que Carlos Brandão (PSB) teria descumprido a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de afastar o marido de sua sobrinha da empresa que administra o Porto do Itaqui.
Trata-se de um manifesto de passageiros da Solar Táxi Aéreo mostrando que Gilberto Lins Neto viajou de Brasília para São Luís em um voo fretado com Carlos Brandão em 28 de novembro de 2024, um mês e dez dias depois da decisão de Moraes que suspendeu sua nomeação como diretor-presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).
Lins Neto é casado com Patrícia Brandão Pantoja Lins, filha de uma irmã do governador, Roseane Brandão Pantoja.
Procurada, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) do Maranhão afirmou que a decisão de Moraes foi “integralmente cumprida” e disse ter juntado documentos comprovando o afastamento do marido da sobrinha de Brandão do cargo. “A presidência da Emap é exercida na atualidade integralmente por Isa Mary Pinheiro de Mendonça”, acrescentou a PGE.
Segundo noticiado pela imprensa local, a exoneração de Lins Neto da presidência da Emap foi publicada no Diário Oficial do Estado do Maranhão em 22 de janeiro de 2025.
Na nova petição ao STF, o Solidariedade alega que Lins Neto “segue comandando os negócios da EMAP à revelia dos claros comandos judiciais” e pede a instauração de investigação criminal pela PGR, além da proibição de que o advogado frequente as dependências empresa portuária do Maranhão.
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POLÍTICA
Presidente da Alerj e vice-governador do Rio se ap…

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8 horas atrásem
2 de abril de 2025
Lucas Mathias
Peça-chave para destravar o xadrez eleitoral do Rio em 2026, o vice-governador, Thiago Pampolha (MDB), tem se aproximado do presidente da Assembleia Legislativa fluminense, Rodrigo Bacellar (União). Os dois são cotados para concorrer ao Palácio Guanabara no ano que vem, quando o atual governador, Cláudio Castro (PL), vai encerrar seu segundo mandato.
Antes afastados — e por um tempo, até desafetos — Pampolha e Bacellar se reuniram ao menos três vezes nas últimas semanas. Em sintonia, ambos acreditam que o consenso é o melhor caminho para decidir quem será o candidato à direita para o Governo do Rio em 2026. Fontes ligadas ao parlamentar afirmam que ele tem trabalhado por um alinhamento independentemente do nome, e que vai “frustrar os que apostam em uma briga entre os dois”. O escolhido, naturalmente, concorrerá com o apoio da máquina fluminense e terá como provável adversário o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD).
A disputa está aberta porque Castro deverá deixar a cadeira de governador seis meses antes da eleição, em 2026, para se candidatar ao Legislativo. A prioridade é que ele concorra ao Senado, embora a Câmara também seja uma opção. Com isso, Pampolha assumiria o governo do Rio e, com a máquina nas mãos, poderia se candidatar à reeleição. O desejo de fazer isso, inclusive, tem sido reforçado constantemente pelo vice-governador, que tem o respaldo da cúpula do seu partido.
Poderoso no estado, Bacellar, por outro lado, já teve o apoio antecipado por Cláudio Castro para ser seu sucessor. O próprio presidente da Alerj, no entanto, tem evitado tratar sobre o assunto publicamente, em meio a esse quebra cabeça. A interlocutores, afirma que só topa concorrer se estiver sentado na cadeira do governador no momento da eleição.
Diante da aproximação do parlamentar com Pampolha, contudo, há a expectativa de que o cenário se resolva nos próximos meses — para um, ou para outro. Além da candidatura, está na mesa também uma cadeira no cobiçado Tribunal de Contas do Estado do Rio, posto valorizado tanto pelo alto salário, quanto pela segurança da vaga.
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POLÍTICA
Monica Benício, viúva de Marielle, pode entrar na…

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2 de abril de 2025
Ludmilla de Lima
Vereadora do Rio no seu segundo mandato, a arquiteta Monica Benício é um dos nomes cotados dentro do PSOL para disputar a eleição ao governo do estado em 2026. Viúva de Marielle Franco, assassinada em 2018 junto com o motorista Anderson Gomes, Monica conta com o apoio do deputado federal Tarcísio Motta, que foi candidato duas vezes a governador. O partido decidiu na última segunda-feira, 31, que terá candidatura própria no Rio.
A VEJA, Monica ressalta que a escolha do nome que representará o PSOL só deve acontecer no ano que vem. Mesmo faltando mais de um ano para o pleito, o cenário no estado para 2026 começa a se desenhar. E a segurança deve dominar o debate. “O tema central será o medo”, aposta Monica, que, junto com o restante da bancada do PSOL na Câmara, se posicionou desde o início contra a proposta do prefeito Eduardo Paes (PSD) de ter uma força municipal armada. “Estão trabalhando com o medo da sociedade ao defenderem mais armas nas ruas. O Rio tende a virar desse jeito um cenário de faroeste”, afirma ela, que se diz atravessada pela violência desde a infância.
Nascida e criada na Maré, assim como Marielle, a vereadora lembra que brincava de catar cápsulas de balas e sabia identificar os tipos de armas e confrontos pelos barulhos dos tiros. Anos depois, perderia a companheira num crime que mistura política, polícia e milícia. “Nós queremos para o Rio um projeto que valorize a vida”, ressalta a parlamentar, lembrando que tanto Paes como o governador Cláudio Castro se posicionaram contra a ADPF das Favelas.
Disputa de votos com Paes
O prefeito do Rio, embora não confirme sua candidatura, é dado como certo na briga pelo Palácio Guanabara. No campo da direita do governador Cláudio Castro (PL), ganha força o nome do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União). Fora dessa possível guerra entre “máquinas”, o PSOL quer que seu candidato seja reconhecido como o representante da esquerda, atraindo os movimentos sociais e os eleitores progressistas. Na eleição para a Prefeitura do Rio, a estratégia acabou não dando certo.
Na leitura de Tarcísio Motta, o embate do PSOL será com a “extrema-direita”, mas a disputa de votos, novamente com Paes, que tem o apoio do PT e do presidente Lula. “Nos recusamos a deixar a esquerda sem ter o que dizer na eleição. E Paes não está fazendo aceno para a esquerda que vai derrotar o bolsonarismo. Ele diz que é de centro, mas representa a direita fisiológica”, ataca o deputado. Na sua avaliação, o jogo está indefinido. “O auge do bolsonarismo antissitêmico passou”, completa Motta, concluindo que não há chance de um azarão tipo Wilson Witzel aparecer em 2026.
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