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o ministro delegado quer generalização “o mais tardar” no início do ano letivo de 2025

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O Ministro Delegado responsável pelo sucesso acadêmico, Alexandre Portier, declarou, sexta-feira, 25 de outubro, que queria a generalização “o mais tardar” tem “de volta à escola (escola) 2025 » do “ruptura digital”que corresponde à proibição total do uso de telemóveis em escolas e faculdades.

“Acho que há uma emergência nacional. Estamos a falar da saúde dos nossos jovens, é uma missão na qual não temos o direito de falhar”declarou Alexandre Portier no CNews/Europe 1. “Você não entenderia por que não somos capazes de implementar (esta medida) para, o mais tardar, o início do ano letivo (a partir de setembro) 2025 »acrescentou o ministro.

Todos os estabelecimentos que testaram a proibição “dê-nos um bom feedback”, sublinhou o Sr. Portier, acrescentando que este “permite que os jovens invistam plenamente neste tempo de aprendizagem”. Uma necessidade, segundo ele, porque “não pode haver sucesso acadêmico (…) se não conseguirmos criar um clima escolar totalmente dedicado à aprendizagem”.

Cerca de 180 faculdades estão sendo testadas atualmente

Desde o início do ano letivo, em setembro, seguindo as recomendações da comissão dos “ecrãs” solicitadas pelo Presidente da República, Emmanuel Macron, cerca de 180 colégios em França têm experimentado a “ruptura digital”. Cada estabelecimento determina seus métodos práticos de experimentação. Por exemplo, em algumas faculdades, os alunos deixam seus telefones em caixas ou armários e os recuperam depois da aula.

Em setembro, a ex-Ministra da Educação Nacional, Nicole Belloubet, declarou antes do início do ano letivo que estava prevista uma generalização para janeiro de 2025. Desde então, a sua sucessora, Anne Genetet, apelou no início de outubro para deixar um “forma de autonomia” aos dirigentes escolares sobre este assunto.

Desde 2018, uma lei proíbe o uso de celular em creches, escolas de ensino fundamental e médio. Os alunos podem levá-lo na bolsa, desde que esteja desligado e guardado, não sendo necessário deixá-lo na entrada. Mas de acordo com o Sr. Portier, “temos uma lei que está aprovada há seis anos e que ainda não foi implementada”par “falta de vontade política”, “porque tínhamos medo de ir até o fim”.

“Há muito trabalho a ser feito para implementá-lo”ele estimou. “O que eu quero mesmo é que trabalhemos bastante no assunto, porque faço disso uma prioridade. »

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Comissão “Telas”: debate-se o lugar da tecnologia digital nas escolas

O mundo com AFP

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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